7 de mar de 2009

Eu leitora - Marie Claire: Conheci meu pai no dia do meu casamento!

Amigas,
estou muito feliz! Esse mês a minha história saiu na revista Marie Claire, no quadro "Eu leitora".
Confira aqui tintin por tintin o milagre que Deus fez na minha vida. Somente Deus pra preparar presentes tão maravilhosos como esse. Hoje eu desfruto com toda a gradidão desse milagre que Deus fez na minha vida. Uma coisa eu aprendi, que podemos todas as coisas quando cremos que Deus é maior que qualquer obstáculo.
Deus seja louvado!!


Revista Marie Claire - Edição 216 - Mar/09


Até quase os 25 anos, a publicitária Meyriele Figueiredo, hoje com 28, nunca tinha visto o rosto paterno, nem em foto. Pior: como viveu um namoro rápido com a mãe dela e nunca foi avisado da gravidez, ele sequer sabia da existência da filha até pouco mais de um ano antes do primeiro encontro.


'Meyriele, eu consigo achar todo mundo na internet.' Essa frase mudou minha vida.
Foi dita pela minha amiga Patrícia, que ajudou a realizar o maior sonho da minha vida: encontrar meu pai biológico.

Era início de 2004, eu estava com 23 anos e não o conhecia. Aliás, ele jamais soube da minha existência. Entre outras coisas, porque meus pais nunca foram casados e tiveram apenas um namoro curto.
Márcia, minha mãe, e Divino, meu pai, se conheceram em 1979, em Uberlândia, interior de Minas Gerais. Ela tinha quase 20 anos e era uma moça 'de família', com pais muito rígidos. Ele estava com 29 anos e era engenheiro civil recém-formado. Estava na cidade a trabalho. Os dois se conheceram em um barzinho. Ele tocava violão. Ela tinha ido acompanhada dos meus tios. Naquela noite, só trocaram olhares e conversaram. Depois, se encontraram mais algumas vezes e começaram a namorar, mas nada sério, muito por ciúme do meu avô que não a permitia namorar.
Mas, escondidos, eles 'ficaram' durante aproximadamente uns oito meses. Os dois sabiam que, quando a obra em que meu pai trabalhava terminasse, aquele romance também acabaria. E foi o que aconteceu. Quando ele foi embora, até pediu que ela fosse com ele. Por medo ou porque não teve vontade, ela não quis.
Um mês e meio mais tarde, minha mãe descobriu que estava grávida de três meses. Como tinha uma menstruação muito desregulada, nem desconfiou da gravidez enquanto Divino ainda estava na cidade.
Curiosamente, meus pais nunca tiveram uma relação sexual completa, apenas 'brincadeiras', e nem imaginavam que isso poderia resultar num bebê. Quando confirmou a gravidez, minha mãe entrou em desespero. Não sabia quase nada sobre ele, nem de onde era. Achava que era de Curitiba, porque sabia que havia se formado lá, mas não tinha certeza. Ela só lembrava do nome dele e da empresa em que ele trabalhava. Para piorar a situação, ela tinha rasgado o cartão de visitas com os dados dele quando ele foi embora.
Foi um período complicado. Minha mãe contou tudo à família dela, inclusive que não tinha feito sexo de verdade. Mas ninguém acreditou. Imagina só! Grávida e virgem? Para eles, era impossível.
Com tanta desconfiança, ela pensou que meu pai também não acreditaria e resolveu nunca procurá-lo.  Decidiu me assumir sozinha. As únicas pessoas que a apoiaram foram minha avó, um dos meus tios e uma das minhas tias. Meu avô ficou tão chateado com ela que passaram três anos sem conversar.
A gestação foi tranquila. E ela nunca me escondeu de ninguém. Sempre que alguém perguntava sobre o pai, ela contava a história verdadeira. Ninguém acreditava que era possível engravidar daquela forma. Mesmo depois de ter passado por um ginecologista, que constatou que ela ainda era mesmo virgem e explicou que era possível engravidar daquela maneira. Nasci de cesariana, em 28 de maio de 1980. Na época, minha mãe não tinha emprego fixo, trabalhava numa lanchonete. Apesar das dificuldades financeiras, ela sempre aguentou firme e nunca pensou em procurar meu pai para pedir ajuda.
Conforme fui crescendo, comecei a perguntar pelo meu pai. Embora ficasse numa situação difícil, minha mãe nunca mentiu pra mim ou inventou nada. Sempre fez questão de explicar exatamente o que tinha acontecido:
'Olha, filha, a mamãe e o papai tiveram um namoro muito rápido e, um dia, nós estávamos namorando no carro, aconteceu uma coisa e eu fiquei grávida. Depois, ele foi embora e eu nunca quis procurá-lo'.

Ela tinha uma maneira lúdica de me contar aquela história. Dizia que eu tinha sorte, porque era a única criança que tinha uma 'mamãe 2 em 1' [pai e mãe ao mesmo tempo]. Eu adorava ouvi-la falar daquilo, porque era um momento em que ela se abria para mim, falava como era meu pai e o quanto meus olhos pareciam com os dele. Em todos os meus aniversários, pedia para ouvir aquela mesma história. Peço até hoje.
Depois que nasci, minha mãe demorou a ter outro namorado. Isso só aconteceu quando eu tinha 4 anos. Aí ela começou a namorar e se casou. Dois anos depois, teve um filho com esse marido. Nunca tive ciúme dele nem do meu irmão, porque ela também deu um jeito de fazer com que eu gostasse deles. Quando eu tinha 8, ela se separou e, quando estava com 12, se casou novamente, com o homem com quem ela está até hoje. Não teve mais filhos. Apesar de a minha mãe ter se casado duas vezes, nunca quis ou aceitou que eu chamasse algum deles de pai. Também não queria chamar outro homem de pai. Não era porque o meu verdadeiro pai não tinha tido o direito de me conhecer que eu faria isso.

Quando entrei na escola, era a única da turma que não tinha pai. Foi aí que comecei a pressionar mais minha mãe, porque não tinha para quem dar presente no Dia dos Pais e fazer as coisas que os colegas faziam. Nessa data, ficava muito triste e me sentia excluída. Minha mãe me dizia para levar o presente para ela. E, sempre que eu perguntava sobre ele e pedia para a gente tentar procurá-lo, ela falava que só sabia o nome dele, Divino Aparecido da Silveira, e a profissão, engenheiro civil. Acho que tentava me proteger ao máximo, com medo de que eu o procurasse e acabasse me magoando ainda mais.
Com o tempo, deixei essa história de lado. Quando completei 15 anos, porém, comecei a sentir muita falta de ter um pai e surgiu uma fixação por conhecê-lo. Certa vez, eu e uma amiga passamos um dia inteiro olhando listas telefônicas do Brasil todo. Não conseguimos nada. Mas era assim: eu mexia no assunto e, depois, esquecia por um período. Quando tocava no assunto com minha mãe, ela me desanimava dizendo que ele nem acreditaria naquela história e eu acabaria me machucando.
No entanto, a vontade de conhecer meu pai só cresceu com o passar dos anos.

Quando fiz 19 anos, um dos meus tios morreu e isso mexeu muito comigo, porque ele nunca tinha se casado e nem tido filhos, então morreu sozinho. Quando pensava que isso podia acontecer com meu pai, porque ele poderia não ter se casado e não sabia da minha existência, ficava desesperada.

A vontade de ir atrás dele era enorme, mas acabei deixando de lado esse desejo mais uma vez.
Trabalhava em uma empresa de telecomunicações quando minha amiga Patrícia, colega de trabalho, me chamou no computador para ajudá-la a achar uma pessoa que ela estava procurando. Achei impossível. 'Como você vai achar alguém de quem só sabe o nome?'
A resposta foi a tal frase que mudou minha vida. Naquele momento, algo acendeu dentro de mim e resolvi contar minha história para ela. Como eu estava saindo de férias, ela me prometeu que encontraria o meu pai e, quando eu voltasse, me daria o telefone dele.

Quando retornei, um mês depois, encontrei debaixo do meu teclado um papel com as anotações do que ela tinha descoberto: endereços e telefones da casa e do escritório dele. Fiquei paralisada, não sabia o que fazer. Decidi ligar para minha tia e contar que havia encontrado meu pai. Imediatamente, ela disse que ligaria para ele para contar tudo. E foi o que fez. Mas, antes, telefonou para minha mãe para pegar mais informações sobre meu pai. Ela ficou morrendo de medo do contato com ele, porque sempre pensou que ele iria me rejeitar, mas não nos impediu de telefonar.
Logo no início da conversa com meu pai, minha tia confirmou os dados que já sabíamos. Perguntou o nome e a profissão dele e se tinha morado em Uberlândia em 1979. Sim, tudo batia.

Confirmadas essas informações básicas, ela não fez rodeios: contou que, do relacionamento que teve na época com minha mãe, havia nascido uma filha. Surpreendentemente, ele nem chegou a duvidar da história. Já quis logo saber mais sobre mim e até deixou escapar que sempre quis ter mais uma filha. Meu pai morava em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, estava casado e tinha quatro filhos, só uma menina. Tinha combinado com minha tia, antes de ela ligar, que, caso ele se interessasse em me conhecer, deveria me ligar. Com medo de sofrer frustrações e decepções, pensava que se ele não quisesse me ligar, aquela história acabaria ali e simplesmente tiraria tudo da cabeça.
Demorou uns 15 dias para ele me ligar. Fiquei bastante angustiada com a demora. Pensava que ele podia não ter interesse em me conhecer ou tivesse dúvida se eu era mesmo filha dele. Também não tinha certeza. Um dia, estava a caminho da faculdade e meu celular tocou. Pelo código de área do telefone que apareceu no visor, soube que era ele. 'Atendo ou não atendo?', pensei. Depois de alguma hesitação, atendi. Ele logo se apresentou e perguntou se eu sabia quem ele era. Fiquei encantada. Ele parecia realmente se importar comigo! Com aquela atitude, ele me fez ver que era um homem diferente e meu medo de ser renegada não fazia sentido.
Depois daquele contato, começamos a nos falar muito por telefone. Ele sempre me ligava e parecíamos querer tirar todo o atraso das conversas que não aconteceram por anos e anos. Contávamos tudo um para o outro. Mas, ao mesmo tempo que ele dizia o quanto queria me conhecer, falava que, por enquanto, nossa história deveria ser mantida em segredo porque não sabia como a esposa dele iria reagir. Ele queria preparar a família dele primeiro. Tanto que, quando o convidei para ir à minha formatura da faculdade de publicidade, ele disse que achava que a família dele não reagiria bem e recusou o convite. Fiquei chateada, mas entendi o lado dele.

No período em que nos falávamos por telefone, meu pai me contou que, na mesma época em que ele namorou minha mãe, teve outro filho em Uberlândia, uma informação que havia sido confirmada por meio de um teste de DNA. Não me importei nem um pouco com o fato de ele ter tido outra simultaneamente à minha mãe. Isso é problema deles! Meu pai me deu o número do meu irmão e nós começamos a conversar. Adorei saber da existência dele! Como ele é só seis meses mais velho do que eu, nos demos bem de cara. Até hoje ele vem em casa e a gente se fala muito. A relação dele com meu pai também é ótima.
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a época em que soube disso, como já vinha falando com meu pai havia um tempo e ainda não possuíamos nenhuma prova concreta que eu era mesmo filha dele, tive a ideia de ligar no laboratório que fez o exame de DNA desse filho para saber se meu pai precisaria comparecer de novo para coletar material caso eu quisesse fazer um teste também. Eles disseram que não, que eu só precisaria de uma procuração dele. Fiz o teste no fim daquele mesmo ano de 2004 e a paternidade foi confirmada com 99,99% de certeza.
Desde os 16 anos, namorava o Luiz Cláudio. Àquela altura, já tínhamos marcado a data do nosso casamento: 26 de fevereiro de 2005. Decidi convidar meu pai.
Antes de começarmos os contatos telefônicos, sempre pensava nesse dia com um pouco de tristeza, porque não teria ninguém para entrar na igreja comigo. Meu pai aceitou o convite de cara e disse que viria de qualquer jeito, que ia "trabalhar para isso".
No dia do meu casamento, estava ansiosa demais: não sabia se ele viria mesmo ou não. Todo mundo que sabia da história me perguntava isso e eu não tinha o que responder. Avisei a todos que se ele não viesse, entraria sozinha e com ele no coração. Faltavam cinco horas para a cerimônia e estava indo para o salão de beleza me arrumar quando ele me ligou dizendo que estava em Uberlândia. Fiquei tão feliz que saí correndo para o hotel. Naquele momento, não passava nada pela minha cabeça, eu só queria conhecê-lo.Cheguei ao hotel com o coração batendo muito forte, saindo pela boca. Estava explodindo de ansiedade. Foi o momento mais emocionante da minha vida. Subi no elevador sem saber o que aconteceria nos segundos seguintes. Só tinha certeza de que seria ótimo. Afinal, durante os dois anos em que nos falamos por telefone, ele sempre tinha sido muito carinhoso.
Quando o elevador parou no andar certo e a porta se abriu, dei de cara com ele. Nós dois nos abraçamos forte e choramos.
Como já estava chegando a hora do meu casamento e eu nem estava pronta ainda, tive que correr para me arrumar. Nem deu tempo de ensaiar a entrada com ele. Na hora, porém, tudo saiu perfeito.


Foi uma cerimônia muito linda, quando cheguei no local do casamento, ao som da marcha nupcial estava lá o meu Pai aguardando para me levar ao altar. Quando entramos no salão, ninguém entendia o que estava acontecendo, quem era aquele que estava entrando comigo, e quando as pessoas foram entendendo o que estava acontecendo, todos cairam no choro. Foi muito emocianante!! Um momento único de Pai e filha.


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Depois da cerimônia, conversamos bastante. Ele voltou para o Mato Grosso do Sul na mesma noite.
Passei uma semana em lua de mel e, quando voltei, a mulher do meu pai tinha me convidado para passar um tempo na casa deles. No dia seguinte, arrumei as malas e fui. Lá, eu conheci toda a família e os amigos dele. Era como se tivesse nascido um bebê, porque todo mundo queria ir a casa dele conhecer a filha que tinha chegado. Depois disso, minha família aumentou, porque ganhei uma 'boadrasta', a Anginha, uma avó [a paterna], que é linda e carinhosa, mais tios e tias, primos, primas...
Para que minha relação com meu pai desse certo, contou o fato de o amor e a paciência sempre terem falado mais alto. Ele e eu nunca impusemos condições para que nossa história desse certo. Com o tempo, fomos percebendo que há muitas semelhanças entre nós. Além dos olhos, que minha mãe sempre dizia, tem a testa, a nuca e o temperamento 'bonzinho', sensato e analítico que nós dois temos. Até o gosto pelas mesmas comidas, acredita? Eu gosto de quiabo, que nem todo mundo gosta, e ele também.
"Conhecer meu pai foi um dos dois maiores presentes da minha vida. O outro eu ganhei no ano passado: chama Pedro e é meu filho."

25 comentários:

Cintia EUA disse...

Nossa, que historia linda e emocionante! Deus te abencoe pela perseverancia que vc tem! Obrigada por compartilhar!

Dri disse...

Meyriele...
Que belíssima história!!!
Emocionante...
Desejo à você, muita felicidade e que Deus continue derramando bênçãos sem medidas sobre a sua vida.
A única certeza, é que o Senhor irá continuar restabelecendo os laços entre você e seu pai, dia-a-dia!!!
Agora, o seu bebê é uma graça...
Com certeza, a maior dádiva dada pelo Altíssimo!!!

Que você seja imensamente feliz, afinal você merece....

Deus a abençoe ricamente!!!

Abraços...

Danimi disse...

Mey,
Mesmo tendo acompanhado de "perto" sua história, seu relato na revista conseguiu me emocionar novamente. Essa história é marcante e carregada de emoções.
Qto a sair na revista: AMIGA! Q CHIIIIIIQUE!!!
Só vc mesmo!!!

Tenho muito orgulho em tê-la no meu grupo de amiga mais chegada.

Vc é muito especial pra mim!!!

Te amo!

Carol Horbilon disse...

Meyriele!

Parabéns pelo seu blog, acabei de conhecer através do balaio de gato pink, o Bebê.com traz ótimas dicas para as mães de "primeira viagem", bom demais, passarei por aqui agora com mais frequência, estou grávida! Sucesso sempre!

Márcia disse...

Amiga
Que história linda, vc é mesmo uma pessoa muito abençoada por Deus. Parabéns por sua coragem e pela sua persistência..
Beijinhos
Márcia

Amélie Gabi disse...

Olá, Meyriele. Não sei como achei esse blog, mas adorei suas histórias. O post do seu pai é muito inspirador. Serei mãe no próximo mês e gostaria de adicionar o seu link no meu blog. Posso?

Abraço

Djeyson Corrêa - Curitiba disse...

Olá Meyriele, que legal a sua história e melhor ainda é ter dado tudo certo. E não podemos esquecer da atuação da tua amiga, parabéns a ela, bjsss!!!

Alessandra disse...

Mey ,que história linda, me emocionei!
Deus é fiel, e sua palavra diz que há tempo para todas as coisas.
Você é linda, e merece tudooo de bom!
Que Deus continue lhes abençoando ricamente.
Beijos.
Alê.

Anônimo disse...

Adorei saber que você lutou persistiu e conheceu seu pai.Você é um ser maravilhoso vitorioasa Parabéns .

Di disse...

Mey

Me lembro como era esperado esse dia...!!!
Lembro de como era quando se aproximava do dia dos pais,do seu olhar e do seu sorriso!!!

Amiga amo muito vc e sua família fico feliz demais por ter realizado um dos maiores sonhos....Deus é contigo

Saudades
Di

Emília disse...

Olá, conheci seu blog hj adorei...vou vir sempre, a história do encontro com seu pai é fascinante!Puxa Meyriele quem me dera ter uma amiga como essa sua pra achar alguém que eu procuro tanto...

bjs

di disse...

Meyriele, primeiramente parabéns pelo Pedro, ele é lindoooo. Qto a historia do seu pai, realmente me emocionou muito tbm, fico imaginando qtas emoções vc num deve ter passado no dia em q conheceu ele... Q Deus abençoe sua vida e esteja presente em todos os momentos junto a ti. Abraços.

clau disse...

Parabéns, Meyriele.
Vc merece!!!
Seu filho é increível. E a sua história me fez emocionar muito!!!
Desde Uruguai, novamente: meus parabéns!!!

Giovana Gomes disse...

Mey que estória linda!!!
Fiquei muito emocionada enquanto lia, surpreendente.
Realmente a vida é uma caixinha de surpresas e é como você citou em outro texto, Deus está no comando de tudo!!!

Um grande beijo

ce80 disse...

Você é uma pessoa escolhida por Deus mesmo!!Abencoada!! Que história rica de vida!Parabéns pela sua luta, pela sua fé em Deus que eh tudo na nossa vida, pela sua família, pelo seu filho lindo, pelo seu equilibrío e luz de alma!!Parabéns!
Bjs,Cele.

rfarias disse...

Olá Mey,
Estou montando um blog sobre bebês e pesquisando sobre rotina...achei o seu, Parabéns pelo Blog, pelo seu filho e pela sua história com seu pai..me emocionei bastante enquanto lia, muito legal..
Com pessoas iluminadas sempre dá tudo certo!!!
bjs Felicidades!!!
Ro :)

Katia disse...

Amei seu blog estou lendo os paost mais antigos ...cheguei ate aqui procurando inforacoes sobre sono de bebe e me deparo com esta historia linda,
ha um tempo descobri que tenho um irmao que nao chegou a conhecer meu pai...nao sei nem o nome dele mas adoraria conhece-lo ....historia linda Deus te abencoe muito

Dani Alves disse...

Meyriele... que história linda! amei, li e reli umas 3 vezes. beijo grande . fica com Deus! Só mesmo Deus para nos proporcionar milagres tão lindos e gratificantes assim. O sabor da vitória com Deus tem sabor de Mel... beijos


Dani

Lisa...São Paulo disse...

Linda sua historia, na época eu tinha a revista..meu pai até leu p/ todas daqui de casa...mto emcionante mesmoo...uma liçao de vida de amor e fé....e que familia linda vc tem hein!?
Deus abençõe cada vez mais e mais...o Pedro é lindooo..se parece com meu sobrinho de 1 ano e meioo...Bjss felicidadess

Néri Cândida disse...

Olá,Mey.Td bom?! Conheci vc ontem no #maximidiaudi.O @brunofigueredo nos apresentou.Te falei q entraria no seu blog e aqui estou.AMEI! E mais ainda, essa história do seu pai me emocionou D+. PARABÉNS! QUE OBRA DE DEUS MARAVILHOSA...Abs, Néri (Baigal)

zaminha disse...

Eu sim-ples-men-te fiquei fascinada com sua história.A cada palavra, a cada frase, era como se estivesse passando um filme maravilhoso com uma história linda e que apesar de eu ter ficado com o choro engasgado,sei que qualquer pessoa chora ao ler.Aliás, meus olhos encheram de lágrimas ,elas só não correram pelo meu rosto.

Se me der licença, vou enviar pra meus amigos e quem mais eu possa compartilhar pois é história muito linda.

Adorei!!!!!E interessante é que estou neste momento pesquisando o tema do meu tcc e de repente me deparei com essa linda história.

Obrigada por me proporcionar essa leitura maravilhosa.

bjsssss e muitas felicidades!

Seu blog já havia entrado na minha lista de favoritos antes mesmo desta leitura e agora é que ele não sai mesmo!Não quero perdê-lo de vista.rsrsrs...

Parabéns!!!!!!

DOIS BABÕES E UM BEBÊ JÁ GRANDINHO disse...

Que linda história!!
Meu filho de 3 aninhos está aqui do meu lado falando: "chora não mamãe" rsrsrs
Bjs

selminhalima disse...

Adorei sua historia estou ouvindo aqui no eli correia hoje dia 12/01/2011.

amei amei.

selminhalima disse...

Adorei a historia 12/01/2011 no eli correia qd, ele passou o nome do seu pai digitei no google e achei a linda foto sua vestida de noiva, que linda

Cátia - Portugal disse...

Mey, chorei a ler a sua história! Parabéns por ter encontrado o seu pai depois de tantos anos a sofrer por sentir a falta dele.
Não consigo imaginar o que passou mas fiquei feliz por ter corrido tudo tão bem.

Um beijinho,

Cátia (Portugal)