terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Banho no bebê - Como fazer a coisa certa.
| Reações: |
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Sono nos primeiros 12 meses
Olá meninas, recebi por e-mail uma matéria do site Crescer sobre dúvidas frequentes acerca de SONO nos primeiros 12 meses do bebê. 1.Meu filho pode dormir sozinho desde o primeiro dia?
A OMS recomenda que o bebê durma no quarto dos pais, no berço, até o sexto mês. O objetivo é estimular a amamentação, pois em tese isso facilitaria a vida da mãe. Estudos mostram que a indicação também pode reduzir a taxa de morte súbita. Mas, se a mãe não se incomoda em levantar de noite, os pediatras dizem que o bebê pode dormir sozinho já no segundo mês.
Opinião Mey: o nosso Pedriatra Dr. Marco Sallum indica que o bebê durma no seu próprio quarto a partir do 2 mês e considerando o trabalho (já amplamente relatado aqui) de retirar o bebê do seu quarto quando grandinho, é melhor que ele durma no seu quartinho, mesmo que para isso você tenha que levantar algumas vezes a noite nos primeiros meses, ou dormir temporarialmente no quarto dele.
2. O que fazer se o bebê não acordar para mamar (principalmente à noite)?
Nos primeiros meses, em geral, os pediatras sugerem que o bebê seja acordado durante a noite para mamar, caso não desperte sozinho. No entanto, se ele for um pouco mais velho e o ganho de peso estiver adequado, talvez não haja problema em espaçar as mamadas noturnas. Peça ao médico para avaliar qual é o caso do seu filho.
A personalidade do bebê deve ser levada em conta. Alguns são mais matutinos mesmo. Um jeito de fazer com que ele acorde um pouco depois, porém, seria dar a última mamada da noite um pouco mais tarde, por volta das 22h, mesmo que ele esteja dormindo. Mas o ideal é que a família tente ajustar seus horários.
4. Qual a posição ideal para o bebê dormir?
Desde a maternidade, a posição indicada é de barriga para cima. Pesquisas mostram que assim há menos risco de morte súbita. Quando ele aprender a se virar, por volta dos 5 meses, ele mesmo vai escolher o jeito que mais gosta. Só para lembrar, o bebê não precisa de travesseiro. A não ser os que têm refluxo, que devem dormir com a cabeceira do berço elevada.
5. Quando o bebê não arrota depois da mamada é perigoso colocá-lo no berço?
Em geral, o bebê que mama no peito arrota pouco. Isso porque o arroto é um mecanismo do corpo para liberar o ar ingerido na mamada, o que não acontece se a aréola for pega corretamente pela criança. Mas se ele toma mamadeira ou sofre de refluxo fisiológico, normal nos primeiros três meses, é comum engolir ar ou vomitar depois que mamou. Seja qual for o caso, os pais podem segurar o bebê por alguns minutos na posição vertical, sendo desnecessário bater nas costinhas dele, antes de colocá-lo no berço outra vez.
Opinião Mey: por ignorância, eu e meu marido sofremos muito com isso. O Pedro sempre foi péssimo para arrotar. De madrugada, quando ele ainda mamava às 2h, a gente ficava mais de 40 minutos com ele em pé tentando que ele arrotasse, muitas vezes ele dormia antes e eu sentava no sofá e ficava com ele em pezinho um tempão. Até que um dia o Dr. Marco me disse que 15 minutos em pezinho é o suficiente para prevenir de qualquer problema.
6. Meu bebê só quer dormir no colo, o que faço?
Não se preocupe, no primeiro ano é fácil modificar os hábitos de sono da criança. Basta criar uma rotina. A partir do momento que ela começar a ficar mais horas acordada, à noite, coloque-a no berço sempre no mesmo horário. O quarto deve estar escuro (ou com a luz do abajur) e sem barulho. Fique ao lado dela, cante uma música e dê um beijo de boa noite. Aos poucos, ela vai entender que está na hora de dormir e vai pegar no sono sozinha. Pode choramingar nos primeiros dias, mas tente resistir à tentação de pegá-la no colo outra vez.
7. Posso dar chás de camomila ou de erva-doce para induzir o sono da criança?
Não. Apesar da insistência de avós e tias, os pediatras são categóricos: até os 6 meses, a única bebida que a criança precisa é o leite materno. No entanto, os chás parecem acalmar porque têm efeito placebo. O ritual de bebê-lo é tão tranquilo que faz o sono chegar mais rápido para os que têm mais de 6 meses. Ainda assim, fale com seu pediatra.
| Reações: |
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Gravidez: o milagre vem.
estou naquela correria e agora são quase 2h da manhã, mas como estou louca de saudade de me comunicar com vocês não quero perder a oportunidade de postar um testemunho de uma amiga muito querida: a Daniela.
A Dani é o maior exemplo de espera por um filho, força e FÉ que eu tenho na minha vida. Ela esperou quase 10 anos, isso mesmo uma década, para ter a sua benção nos braços. E por mais difícil que tenha sido e sei que foi porque eu acompanhei um bom pedaço, ela nunca desistiu e creu contra a sua própria esperança.
Para enriquecer as nossas vidas, pedi a ela que escrevesse para mim o seu testemunho.
Se você tem alguma benção prometida por Deus e acha que ela está longe demais para que você acredite que vai se realizar, lembre-se: o nosso Deus é o Deus do impossível.
Confira o depoimento da Dani, é maravilhoso:
"Minha história começou em 1999. Parei de tomar o Anti-concepcional em abril de 1999 e no mês de maio a menstruação não veio. Achei que era um desequilíbrio por causa do remédio, então esperei. Uma semana de atraso e amanheci com uma cólica terrível, mas nenhum sangramento. Ele só começou na hora do almoço, e a cólica foi se tornando insuportável. Fomos para o Ginecologista que não fez exame nenhum, me aplicou um Buscopan e disse que "provavelmente" era um aborto. Não adiantava fazer mais nada.
Fiquei toda animada, achando que engravidaria logo, já que ao parar o Anti -concepcional, aconteceu tudo isso. E qual não foi minha surpresa, quando não engravidava. Foi uma tristeza terrível.
Esperei até 2004 para procurar um Especialista em Reprodução Humana, e fizemos 2 Inseminações Artificiais (IA´s), que deram negativo. Ele dizia que não havia motivos para eu não engravidar, pois estava tudo certo comigo e com o "maridex".
Quando peguei o resultado negativo nas IA´s, o médico não me deu apoio nenhum. Parecia que ele tinha uma frieza, que não sei nem explicar pra vcs!!!
Aquilo mexeu tanto comigo e com meu marido, que decidimos não mais procurar tratamento e que se Deus quisesse nos dar, Ele daria de qualquer jeito. Não mais falamos no assunto. Foi um ponto final.
No inicio de 2008 uma amiga minha (Mey), engravidou com ajuda de um especialista daqui de Uberlândia-MG e começou a pegar no meu pé pra ir me consultar com ele. Eu resisti de janeiro a Abril. E em abril/2008 fomos na consulta.
Levei todos os nosso exames, inclusive os laudos das IA´s que fizemos na outra clínica.
De cara ele nos disse:
- que o espermograma não era tão bom, quanto tinham nos falado;
- que em minhas Ultra – Sonografias (US) mostrava que eu tinha pólipo, o que causa infertilidade;
- que ele suspeitava que meu sistema imunológico agredia os embriões e que eu tinha micro-abortamento, e não Infertilidade Sem Causa Aparente (como diagnósticado anteriormente).
Refizemos todos os exames hormonais; fiz a cirurgia pra retirar o pólipo do útero; e o exame pra ver o sistema imunológico (Cross Match) deu negativo. Isso significa que – REALMENTE – o problema maior era esse: meu sistema imunológico ia matando cada novo embrião que se formava. Tive que tomar as vacinas feitas pelo sangue do meu marido para controlar as células NK(Natural Killer) que estavam aumentadas.
Meu Cross Match positivou em Setembro/2008.
Em outubro, fiz um exame de gravidez, no dia que deveria menstruar e deu negativo. Mas o BHCG (hormônio da gravidez) foi encontrado no meu sangue. O que indicava micro abortamento.
Em novembro, o resultado foi idêntico.
Em dezembro, tentamos mais uma vez. Dessa vez: POSITIVO.
ALELUIAAAAAAAA !!!! Deus foi maravilhoso conosco e atendeu o desejo dos nossos corações, ao ouvir nosso clamor e responder nossas petições!!! "
"Se você tem esperado em Deus, creia! O milagre vem." - Daniela Inácio
Olha aí nosso Davi, que lindo!!!
A Daniela (Danimi para os íntimos) é mãe do Davi (amado), esposa do Marcelo e uma amiga muito abençoada.
Para conhecer mais sobre toda essa benção acessem o blog dela: http://danimiblog.zip.net/
| Reações: |
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
A crise do 1 aninho de idade
O Pedro está um pimentinha de tão esperto.
Como eu trabalho e fico fora durante os dias da semana, percebo que ele faz tudo para chamar minha atenção. Lí em um livro que crianças são como tubarões famintos por atenção e com fome são capazes de devorar qualquer um, qualquer coisa. É assim que me sinto, devorada pelo meu pequenininho. E eu fico acabada na segunda-feira.
Por: Dr. Ruy Pupo Filho
As alterações na vida da criança acontecem muito rapidamente, em especial no primeiro ano de vida. O bebê que ao nascer tem poucas habilidades, pois ainda não senta, engatinha ou nada, vai chegar ao final do primeiro ano de vida com grandes conquistas. Além de já estar andando ou quase, grandes transformações psicológicas ocorrem, deixando os pais muitas vezes sem saber como agir.
Ao lado das grandes conquista motoras, chama a atenção a necessidade de mais liberdade e iniciativa que a criança demonstra.
Por volta de 11 meses o bebê consegue movimentar-se apoiado nos móveis ou seguro pelas mãos. Já deve comer sozinho, mesmo que demore muito, use as mãos e faça muita sujeira.
Com 1 ano de vida começa a andar sozinho, sem apoio. Pode dar adeus com a mão, bater palmas e falar umas duas palavrinhas. Gosta de balançar o corpo, dançando ao som de musicas conhecidas.
Para estimular e ajudar no desenvolvimento, procure sempre dar estímulos e proporcionar, além de apontar objetivos para serem alcançados. Pode-se usar brinquedos de puxar e empurrar ou que fazem barulho. Também as músicas, cantadas ou reproduzidas, em variadas situações, são ótimas. Os brinquedos de encaixe podem atrair a atenção da criança durante um bom tempo.
Após 1 ano, a criança cobra muita atenção por parte dos adultos. E quando não consegue...Birra! É preciso ensinar os limites, ninguém pode fazer tudo o que quer na vida. É preciso dizer não, com calma e paciência e firmemente agüentar a crise de birra sem se alterar e sem voltar atrás no que foi decidido, sob pena de desmoralizar e desautorizar o adulto perante a criança. E eles logo aprendem a explorar as possíveis incoerências dos adultos...
Muitas vezes a criança reage com um comportamento impróprio (batendo a cabeça na parede, vomitando, perdendo o fôlego, batendo no adulto, etc.).
Uma vez garantida a saúde e a segurança da criança, este comportamento deve ser ignorado até que cesse. O adulto finge que está entretido com outra atividade, não demonstrando a menor atenção direta com o bebê. É claro que na verdade ele está acompanhando tudo, podendo intervir a qualquer momento em que a criança de fato necessite.
É importante tentar economizar as negativas, às vezes melhor do que dizer “não” é desviar a atenção dela para outra atividade permitida.
É hora de incrementar os passeios ao ar livre, aproveitando para brincar com terra, água, areia, barro, massinha. A ida ao teatrinho também pode ser apreciada (desde que não seja muito barulhento, para não assustar...)
Brincadeiras com caixas de papelão, com tampa, atraem a atenção da criança nessa idade, bem como o uso de instrumentos musicais.
Com amor, carinho e muita paciência, mais esta fase difícil (entre tantas outras que ainda virão) passará facilmente!
Dr. Ruy Pupo Filho é médico pediatra, neonatologista e sanitarista. É autor dos livros “Manual do Bebê”, “Como educar seus filhos” e “Plantão Médico-sala de parto”. Foi “Pai do Ano” pela Revista Claudia em 1995 e “Gente que Faz” em 1997 por sua militância em defesa dos direitos das crianças com deficiência.
| Reações: |
sábado, 9 de janeiro de 2010
O que nossos bebês aprendem conosco.

Lá encontrei um post que vou compartilhar com vocês. É uma matéria publicada na revista Pais e Filhos.
Dez coisas que você ensina ao seu bebê todos os dias e nem percebe:
1. Que ele pode contar sempre com você
Cada vez que você responde ao choro do seu bebê por comida, atenção ou troca de fraldas, ele aprende que tem alguma importância na sua vida e que pode contar com a sua ajuda.
2. Que ele pode contar consigo mesmo
Em vez de entrar no quarto cada vez que ouvir um barulhinho, experimente esperar alguns segundos pra ver se ele volta a ficar em silêncio. Uma hora, o bebê vai achar uma posição confortável e pegar no sono sozinho. Sem ter que levantar da cama, você ensinou ao seu filho que ele pode se virar de vez em quando. E você também aprendeu algo: que às vezes, ser uma boa mãe significa fazer menos pelo seu bebê, não mais.
3. Que ele pode se equilibrar
Carregar seu filho nos braços ou no sling estimula o desenvolvimento do equilíbrio do corpo dele. Quando já souber sentar, passeie com o carrinho sobre lugares com superfícies diferentes, como o piso de cascalho, uma calçada lisinha ou um gramado. Isso vai desenvolver o equilíbrio e fortalecer os músculos que o mantêm sentado.
4. Que ele pode se movimentar
Quando seu bebê finalmente levou os pezinhos à boca, pegou uma bolacha no pote ou deu seus primeiros passinhos, você com certeza sorriu e aplaudiu, mostrando que ele tem um motivo para se orgulhar. Ser reconhecido é essencial no aprendizado da criança, e não existe nenhum segredo para seu fazer seu filho desenvolver as habilidades motoras. Tirar os obstáculos do chão já é quase o suficiente. O que mais falta? Comemorar!
5. Que ele pode aprender como funcionam as palavras
Ler o jornal em voz alta, conversar com o bebê como se fosse gente grande, contar pra ele como foi seu dia e até cantar são atitudes que ajudam no desenvolvimento verbal do seu filho, conforme ele percebe o tom de voz e ritmo em que você fala. Palavras curtas e assuntos infantis são agradáveis, mas não necessários.
6. Que cada um tem sua vez
Sabe brincadeira de esconder? Primeiro você esconde o rosto, depois é a vez do seu bebê. Quando você e seu filho se revezam nas brincadeiras e atividades do dia-a-dia, você está ensinando a ele a importância de dividir, sociabilizar e cooperar com os outros.
7. Que é saudável fazer bagunça
Enquanto estiver cozinhando, experimente deixar seu bebê brincar com uma tigela de plástico e uma colher. Ele vai fazer um montão de descobertas: “Será que a colher vai caber na tigela?” “Com que força eu preciso bater a colher até fazer barulho?” “Quanto barulho eu posso fazer até a mamãe se irritar?”
8. Que você entende o que ele está sentindo
Você fez cócegas nos pezinhos do seu filho e ele deu risada. Mas depois de um tempo, ele ficou irritado, e você logo parou. Nesse momento, você o ensinou que sabe ler e respeitar seus sentimentos. Como o bebê não sabe falar, ele depende de como você interpreta os gestos e expressões faciais. Com um pouco de dedicação você entende o que ele quer dizer, e ele ao mesmo tempo, se esforça para se comunicar.
9. Que ele tem um mundo inteiro para explorar
Hoje você levou seu filho para a lavanderia, o parque e o banco. Pode ter sido um dia qualquer pra você, mas para os bebês, cada dia é uma aventura. Eles ainda não têm memória de longo prazo, então toda vez que vão ao parque, é quase como se estivessem indo pela primeira vez.
10. Que a vida tem uma rotina
Você trocou a fralda do bebê, deu almoço, colocou ele no carro e levou a irmã mais velha à escola, e mais tarde, quando estava escurecendo, começou a fazer o jantar. Fazendo as atividades casuais, você ensinou ao seu bebê que o mundo dele é consistente, previsível e estável. Percebendo essa rotina, ele vai tentar adivinhar o que vai acontecer em seguida e esperar ansioso pela próxima atividade.
Que interessante né?
beijinhos, Mey
| Reações: |
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Quando o bebê começa a morder
O Pedro não morde, pelo menos todas as investidas foram frustadas imediatamente. Enfrentamos esse problema também, acho que todos enfrentam quando eles descobrem os dentes.
Aqui em casa, logo que os dentinhos começaram a crescer o Pedro começou as primeiras dentadas. Corrigimos imediatamente, não permitimos. Mas não deu certo na primeira mordida, a gente teve que parar várias vezes e advertir verbalmente, explicar que não podia e não permitir que ele fizesse nem uma vez.
Tenho percebido muitos amiguinhos do Pedro mordendo e resolvi postar sobre o assunto, veja o que encontrei de mais relevante - do site Crescer.com.
Morder é uma forma de expressão, uma fase passageira. Mas exige, desde a primeira vez, a ação dos pais.
Por: Redação Crescer
Quando você menos espera, nhac! Seu anjinho ainda está mamando e já ataca seu peito sem piedade, com uma mordida daquelas, experimentando o uso e a força dos primeiros dentinhos. Você pode não ter se dado conta, mas os dentes são o primeiro recurso que a criança ganha e que pode ser usado para intervir no ambiente, para mostrar aos outros que ela tem presença ativa. As mordidas podem começar assim.
Depois, seu filho morde os brinquedos, como uma forma de exploração. Mais crescido, porém, pode usar a mordida para expressar descontentamento, fazendo vítimas entre os amiguinhos, os avós ou até mesmo a babá e a professora. “Por não articular bem as palavras, a criança dessa idade exprime-se por meio do corpo e dos gestos. Para ela, morder é uma forma natural de mostrar ao outro que está com raiva”, afirma a psiquiatra Lidia Strauss, da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
O que fazer?
As mordidas são uma fase passageira. No entanto, mesmo que pareçam de brincadeira e não machuquem ninguém, não devem, jamais, ganhar aprovação. Caso contrário, a criança pode pensar que o que fez é bom. Palavras como “dói” e “não pode” são a melhor reação para orientar a criança a não morder. Segundo a psiquiatra Lidia, alongar as explicações não adianta, porque o filho dessa idade não entende. “Aos poucos, ele aprende a reconhecer os sinais dos pais que indicam o que não deve fazer.”
Mordidas demais
Com o tempo, também, a criança aprende outras formas de se expressar e deixa as mordidas de lado. Se isso não acontecer a partir dos 3 ou 4 anos, e seu filho continuar a usar a mordida para aliviar tensões, é melhor ficar atenta. “Toda criança pode se alterar momentaneamente, por exemplo, numa brincadeira. Mas mordidas demais sinalizam agressividade sem controle”, diz Lidia. Se a ação se repetir com freqüência, a médica aconselha a procurar a ajuda de um profissional. Seu filho morde porque...está insatisfeito e quer mostrar isso; quer demonstrar força e ver a reação que provoca; não tem vocabulário suficiente para se expressar. Você deve conter tal comportamento sempre, impedindo que ele morda; dizer a ele que isso pode machucar as pessoas; procurar orientação se as mordidas se tornarem rotina.
Agressor e agredido
Os pais dos mordedores costumam ser mais relaxados do que aqueles que enxergam no corpo do filho dentadas alheias, segundo a pediatra Sandra. Se você está entre o grupo dos filhos mordidos, também relaxe. Quando a criança começa a viver em grupo, acaba descobrindo como se defender e se impor entre os coleguinhas. E uma hora ela vai avisar ao amigo mordedor que não gostou e não quer ser mordida de novo. Nunca incentive seu filho a revidar. "Os pais jamais devem estimular a agressão", ensina Sandra.
| Reações: |
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Dica de leitura: Por dentro da cabeça do seu filho - Nobel Latta

Isso inclui os papais também, porque é fundamental que o casal esteja junto e em concordância com os métodos de educação estabalecidos.
Amo os livros dessa editora e tenho e já li outros como: Criando Bebês e Criando Meninos.
Mas nada me apaixonou tanto quanto o conteúdo simples, assertivo, direto e prático do "Por dentro da cabeça do seu filho".
- Como dar a quantidade certa de atenção.
- Escutando seu filho e falando com ele.
- Como melhorar a qualidade do relacionamento de vocês.
- Resolvendo problemas de alimentação e sono. (parte do livro que estou mais encantada)
- Desenvolvendo o cérebro infantil.
- Como lidar com crianças muito levadas .
Se tiver oportunidade leia esse livro e espero que goste.
| Reações: |
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Prós e contras de dormir com os pais

... e o Pedro ainda dorme no nosso quarto... e assim segue!
- Em primeiro lugar, desde pequeninho faça-o conviver no quartinho dele.
- A criança, desde bebê, precisa aprender a lidar e enfrentar os medos em seu próprio quarto para que se torne um adulto independente e confiante, capaz de suportar o desconhecido, respeitar sua individualidade e a dos outros.
- Até os 3 anos, os pequenos ainda não possuem elementos para lidar com o susto e não distinguem o medo. Assim, eles chamam a atenção dos pais e pedem ajuda para conseguir lidar com o que sentem. Os pais, por sua vez, temem deixá-los sozinhos no quarto ao lado.
- Muitas vezes, a criança não entende a relação entre os pais e acaba virando um competidor: como eles podem dormir juntos e ela, sozinha?
- É importante ajudá-lo a superar seus medos, que, muitas vezes, vêm de barulhos noturnos, como uma janela ou uma porta que bate, a torneira do banheiro que pinga ou o cachorro da família que circula pela casa. Assim, os pais devem levar o filho a um "passeio" pela casa e mostrar-lhe cada possibilidade de barulho. E vasculhar o quarto dele, procurando o motivo do medo, mostrando que não existe aquele tal monstro ou fantasma debaixo da cama. Abrir os armários, as gavetas, verificar prateleiras, caixa de brinquedos, ou seja, fazê-lo observar cada cantinho para ter certeza de que não há nada que possa causar temor. O pai ou a mãe pode sentar-se à beira da cama do filho e explicar que o quarto dele é um lugar seguro. Além de afastar os temores, a criança se sente amada e afasta aquela idéia de que a rejeitam quando a retiram do quarto do casal.
- Durante o dia, fiquem algum tempo com a criança no quarto. Mostrem a ela como aquele cantinho foi feito com todo amor, com uma cama confortável, edredon bem quentinho, objetos que ela tanto gosta, espaço para brincadeiras, para desenhar, dançar, ver vídeos infantis, olhar seus livrinhos, enfim, fazer suas atividades, além de descansar. É importante que o pequeno se afeiçoe ao espaço que lhe foi destinado na casa, para que à noite volte para ele sem problemas.
- Não pense duas vezes nem ceda a chantagens, como choros, gritos, súplicas: leve imediatamente seu filho de volta para a cama dele. Quantas vezes ele tentar dormir com vocês, repita a atitude. Uma hora ele desiste.
- Pais que trabalham fora, muitas vezes, sentem-se culpados pelo pouco tempo que dedicam ao filho e acabam não colocando os limites necessários à criança. Mas é importante que, mesmo que o tempo seja curto, pai e mãe conversem com o pequeno sobre como ele está se sentindo emocionalmente e expliquem o que for necessário para erradicar o medo.
- Nada de deixar acesa a luz principal do quarto infantil. Mas pode ter um foco de luz (abajur, um bichinho iluminado na tomada, estrelas no teto etc). Isso ajudará também, depois que ele deixar as fraldas, a fazê-lo chegar ao banheiro de madrugada, por exemplo.
- O presidente do Comitê de Saúde Mental da Sociedade de Pediatria do Rio de Janeiro (Soperj), Roberto Santoro, observa: o hábito de deixar o filho dormir com o casal impede que a criança se desenvolva, reforçando indevidamente a dependência da mãe, o que certamente ocasionará problemas no futuro.
- Um pedido eventual de dormir com os pais, sem pretextar medo de algo sobrenatural ou sentimento de abandono, pode ser atendido. Mas, segundo Roberto Santoro, sempre "por tempo limitado, levando-se a criança de volta para sua cama".
- Quando ela fica doente, o ideal é que seja mantida em sua própria cama, recebendo os cuidados dos pais no quarto dela. Não deixe que seu filho, em algum momento, alegue uma doença fictícia como pretexto para dormir com papai e mamãe.
- Nada de deixar a criança dormir no sofá da sala, quando você e seu marido estiverem jantando ou vendo TV, para depois levá-la para a caminha. De alguma maneira, vocês estão mantendo a idéia de que o quarto dela não é um lugar seguro para dormir sozinha.
- O velho hábito de cantar canções de ninar, contar histórias (sempre leves, sem bruxas, monstros e personagens aterrorizantes) e conversar sobre as coisas boas que aconteceram durante o dia é ótimo para que seu filho durma tranqüilo.
- Caso a criança, ainda deitada no berço ou na cama dela, chore, chamando por você e pedindo para dormir no quarto do casal, vá até lá e converse com ela. Mas nada de tirá-la da caminha.
- Se houver necessidade, os pais devem se revezar no atendimento ao pequeno no próprio quarto dele. Assim, não precisarão levá-lo para sua cama e resistirão mais ao cansaço.
- O casal não pode, de maneira alguma, abrir mão de sua vida sexual para deixar o filho dormir em sua cama. Além de não fazer bem ao pequeno, fará mal ao casamento. Seu filho tem que entender que, à noite, o quarto do casal é um lugar privativo. Se essa privacidade for constantemente invadida, pode trazer problemas à relação.
- Mas pode haver um outro motivo para a permissão do pequeno durante a noite entre os pais: uma crise, mesmo velada, entre o casal. Dormir com a criança acaba desviando a atenção que deveria ser destinada aos problemas que estão atravessando e evita uma intimidade maior entre eles. Atenção: Resolvam seus problemas conjugais para não trazerem outros a seu filho.
- Quais são as vantagens de o bebé dormir conosco?
Trabalhamos o dia todo, uma rotina estressante, somos previlegiados por poder almoçar com ele todos os dias e até tirar uma soneca na hora do almoço juntinhos, mas mesmo assim sentimos muita falta dele, e o co-sleeping e uma oportunidade de passarmos mais tempo com ele. Sem contar a troca de carinho que temos antes dele dormir e durante a noite. Acreditamos que essa proximidade durante a noite ajuda a criar uma relação mais forte entre a gente e transmitir ainda mais nosso carinho.
Alguns estudos demonstraram que os bebés que partilham a cama dos pais mamam geralmente mais, mas perturbam menos o sono da mãe, comparativamente com os bebés que dormem sozinhos. As mães que partilham a cama com o bebé amamentam geralmente os bebés durante mais tempo, talvez porque é mais fácil dar de mamar na cama do que levantarem-se durante a noite para esse efeito.
Os bebés que dormem com os pais ficam geralmente acordados menos tempo à noite do que os bebés que dormem sozinhos e também é possível que chorem significativamente menos. Dormindo junto ao bebé, os pais podem reagir rapidamente se começar a tossir ou a chorar durante a noite.
Há quem acredite que os bebés que dormem na cama dos pais são mais tarde crianças mais independentes, extrovertidas e autoconfiantes. Na idade adulta, apresentam uma melhor auto-estima, gerem melhor o stress e estão mais à vontade com a sua intimidade do que os adultos que dormiram sozinhos quando eram bebés, mas eu não acredito muito nisso não porque para mim, a forma como organiza o sono do bebé não pode, por si só, determinar o tipo de pessoa em que se virá a tornar no futuro.
Alguns estudos sugeriram igualmente que, em média, os bebés que dormem com os pais acordam com menos frequência e voltam a adormecer mais rapidamente do que os bebés que dormem sozinhos num quarto separado. Contudo, alguns bebés têm simplesmente uma melhor capacidade de se acalmarem sozinhos do que outros. Por este motivo, pode ser enganador pensar que o co-sleeping irá ter alguma influência quando o bebé começar a dormir a noite toda. - Quais as desvantagens de deixar o bebé dormir na nossa cama?
É difícil partilhar a cama com um bebé que se mexe, dá pontapés e se contorce, apesar de não ter que levantar várias vezes para ir ao quarto dele, se ele dorme na nossa cama, não conseguimos dormir bem porque ele mexe muito, acabamos tendo um sono agitado. Uma das principais desvantagens é que quanto mais velho o Pedro fica mais díficil e esgotante está sendo em fazê-lo habituar em seu próprio quarto, e a partilha da cama com ele acaba atrapalhando a nossa vida de casal. O quarto deixou de ser nosso, não sentimos mais a vontade. Isso quando um não vai dormir em outro quarto porque a cama vai ficando pequena. Enfim, é um drama.
Como ajudar nossos filhos a dormir sozinhos?
- Crie uma rotina tranquila para que o bebê ou a criança perceba que a hora de dormir está chegando.
- Leia um livro quando ele se deitar na cama.
- Ajude a criança a escolher algo – um boneco, um livro ou um paninho – que possa levar para o berço ou para a cama. Ela se sentirá mais segura.
- Não acenda luzes no quarto. Se a criança não gostar de ficar no escuro, deixe uma luz acesa no corredor ou num cômodo próximo.
Enfim, temos informações suficientes para mudar essa realidade aqui em casa, nós falta é atitude, constância e disciplina. Já aconteceu de eu ficar uma semana dormindo no quarto dele, eu na caminha auxíliar e ele no berço, no começo é difícil, mas depois vai melhorando. O problema é que viajei e o LC (meu marido) não manteve o combinado, quando voltei estava ele lá na cama e eu tendo que recomeçar tudo dinovo, desanimei.
Preciso tomar uma decisão que seja boa para nós como casal e para meu pequeninho também. Se alguém passou por isso e quiser compartilhar comigo a experiência ficarei muito feliz.
Help me!
beijos Mey
| Reações: |
sábado, 2 de janeiro de 2010
Feliz 2010!
| Reações: |
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Meu bebê não quer comer!

Olá Meninas!!! Saudades de todas vocês!
Nesse post quero comentar com vocês sobre um problema que me encomodou muito no feriado. De uns cinco dias pra cá o Pedro não quer mais comer nada que damos na colher para ele. Está sendo uma luta, ele quer comer sozinho, com a mão dele e escolhe só que o quer.
Nunca tivemos problemas com a alimentação dele, ele sempre foi de comer tudo no almoço e jantar e ainda tomar direitinho as mamadeiras.
Da noite para o dia, pronto! Eu preparo a comida, ou a babá faz e ele se nega a comer.
Até que no domingo comentei com a minha cunhada Rosana, que é Madrinha dele e ela me disse que os filhos dela também passaram pela a mesma fase e que era para eu dar as verduras e carnes em tamanho maior para que ele possa pegar.
No outro dia assim fiz, cozinhei cenoura, batata e chuchu em tamanhos maiores e coloquei filezinhos de frango no pratinho dele. Forramos o chão e colocamos ele para comer, ele comeu tudo, menos o chuchu.
Daí, pude entender que o gosto dele para a comida está mudando e que ele quer ter mais autonomia. Mehorou um pouquinho.
Outra medida que tomei foi retirar a mamadeira da tarde, ele mamava 3 mamadeiras/dia, de manhã, a tarde e antes de dormir. Com a retirada da mamadeira da tarde melhorou ainda mais a apetite dele para o jantar, porque substituí a mamada por uma fruta e um danoninho, que não pesa muito no estomâgo.
Isso tudo aconteceu no feriado de Natal e quando liguei para o médico ele confirmou exatamente o que eu constatei: o comportamento alimentar dele mudou, pedi mais autonomia e o excesso de mamadas estava tirando a apetite dele.
Agora estou um pouco mais tranquila, mas a alimentação dele não é mais como antigamente, antes ele comia 40 colheres de papinha. Agora eu vejo que ele quer brincar, esta preocupado com isso e eu vou ter que respeitar a vontade dele e ao mesmo tempo fazê-lo comer.
O que é regra lá em casa e sempre foi, é que eu insisto, tento que ele coma o quanto posso, mas se não comer naquela refeição tem que esperar a próxima refeição, não dou mais nada para substituir. Acredito que ele tem que entender que cada refeição tem sua regra. Isso fará ele dar mais atenção a cada prato porque saberá que o próximo pode demorar.
Pesquisei na net sobre algumas dicas e encontrei algumas bem relevantes e que acredito, confira:
• Nunca ofereça muita comida à criança - ela tem o estômago pequeno;
• Varie os alimentos. A mesma comida, todos os dias, não desperta o interesse. Incremente o prato com algum alimento de cor diferente daquele que você ofereceu anteriormente, por exemplo;
• Evite que a criança fique "beliscando" entre uma refeição e outra;
• Mantenha verduras e legumes em todas as refeições. Mesmo que a criança não aceite, não a obrigue a comer, assim ela ficará com raiva do ingrediente. Deixe lá, a constante presença desses alimentos despertará a curiosidade da criança;
• Em contrapartida, não ofereça sopas batidas no liquidificador para que a criança ingira verduras e legumes. Essa tática dificulta o estímulo do paladar, por não permitir que a criança reconheça os diferentes sabores;
• Respeite os gostos de seu filho, pode ser que ele realmente não goste de determinada comida e, mesmo nos primeiros anos de vida, a criança já tem preferências e aversões alimentares. Às vezes, por não gostar de um ou de outro ingrediente, ela rejeita toda a refeição;
• O ambiente onde as refeições são realizadas deve ser tranqüilo. Desligue a TV, abaixe o volume do rádio e evite discussões;
• A criança com mais de um ano e que ainda toma muitas mamadeiras ao dia pode ter dificuldades em aceitar os alimentos sólidos, neste caso é melhor diminuir as mamadas;
• A criança não gostou da comida. Por zelo, muitas mães preparam a refeição dos filhos separadamente, usando poucos temperos. O problema é que às vezes a comida fica sem gosto algum. Experimente os alimentos antes de oferecê-lo aos menores;
• Não dê sucos e refrigerantes durante a refeição, porque a capacidade gástrica da criança ainda é limitada. Se ela tomar um desses líquidos pode não ter espaço para a comida;
• Não force seu filho a comer. Se ele ficar com fome, vai alimentar-se na próxima refeição;
• Não ofereça comida fora de hora. A criança que passa o dia inteiro comendo dispensa as refeições principais pelo simples fato de não estar com fome;
• Deixe a criança comer com as mãos. Ela se diverte manipulando a comida e vê nesse momento uma ocasião prazerosa, agradável;
• Nunca prometa uma recompensa, como por exemplo, "coma o arroz que eu lhe dou um sorvete". Assim você fará com que seu filho tenha desprezo pela comida;
• Não faça a brincadeira do aviãozinho. A hora é de comer, não de mimar a criança;
• Seja exemplo de boa alimentação!! Não adianta pedir para seu filho comer cenoura se você está comendo um sanduíche, ele naturalmente irá querer comer o lanche, pois se você despreza a cenoura, é porque o outro alimento deve ser mais gostoso;
• Seja firme com a criança, sem ser rígida, afinal o momento de se alimentar deve ser prazeroso e não angustiante.
E por fim, uma dica do pediatra do Pedro, DR. Marco Sallum: "ninguém morre na frente de um prato de comida". Portanto, tente não se desesperar e forçá-lo a comer, quando ele tiver fome com certeza vai se alimentar.
| Reações: |
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
FELIZ NATAL!!!!
Preparando a cartinha com seus pedidos de Natal.
Desejamos à você um FELIZ NATAL! Tendo em mente o que realmente representa a celebração dessa data e a importância que nos traz. Muito mais que presentes, cartões com frases bonitas, o Natal é quando comemoramos o nascimento de JESUS e principalmente a aliança de Deus com a humanidade. Porque por amor, Deus deu seu filho único para trazer o renovo para as nossas vidas. Isso aconteceu a 2009 anos, mas está mais presente em nossas vidas do que tudo, porque todos os dias, por meio de JESUS CRISTO, DEUS reconcilia com os homens, DEUS está disposto a nos perdoar e renovar essa aliança.
| Reações: |
sábado, 19 de dezembro de 2009
5 dias para o Natal - um Natal com gostinho infantil!
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Lançamento do FalaMamae.com
Estou postando para dar uma dica para vocês sobre o novo canal de troca de experiências sobre o nosso assunto preferido: nossos bebês!
Lendo o FalaMamae.com passou um filme na minha cabeça, uma retrospectiva desde que eu e a Caol ficamos grávidas. Lembranças da minha luta, as lutas dela, as nossas dúvidas de mãe de primeira viagem, medos e a nossa incansável alegria de ser mãe, que contagia todo mundo até hoje.
E foi justamente por isso que criamos os blogs, eu influênciada pela Carol, porque até então eu nem tinha muito conhecimento sobre o assunto, foi ela que criou primeiro o Pensopauloneto e eu fui atrás, todo dia aprendendo um pouco com todo mundo que está comigo aqui.
O nosso objetivo sempre foi celebrar os momentos gloriosos de ser mãe, aprender e trocar experiências dessa nova vida com vocês, e como eu tenho aprendido nesses quases 2 anos de blogueira.
O bbpontocom estará presente no FalaMamae.com. E é com amor imenso que eu anuncio nossa parceria. Sempre que puder, vou dar o nosso recado lá e por aqui também você terá os títulos dos posts mais recentes da Carol e vai poder conferir tudinho que se passa por lá. Vamos crescer ainda mais em aprendizado.
Ok, amigas??? Então fiquem ligadinhas aqui e no FalaMamae.com.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
O meu bebê já é ator!!!
Gente!!!!Blog com 4 mil acessos em 20 dias!!!
sábado, 5 de dezembro de 2009
As birras de nossos bebês!

Olá Meninas!!!
Estava lendo um comentário da minha amiga Carol - http://www.pensopauloneto.com.br/ - sobre birras em bebês e é realmente notável como passamos as mesmas coisas nas mesmas fases.
Aqui em casa é a mesma coisa: o Pedro, com apenas 1 ano e 3 meses, está uma birra só. Tem horas que ele quer uma coisa que não fazemos ele chorra, abaixa no chão.
O que eu faço? Dou uma bronca nele, explico que não estou concordando com aquela atitude e que daquele jeito ele não vai conseguir nada. E falo assim mesmo, bem firme. E quando a birra continua eu dou uma ignorada por um tempo, mudo o foco do problema e passa logo.
Mas não é sempre fácil, chego cansada do trabalho, venho correndo, louca de saudades, com pouco tempo para ele, as vezes é difícil não ceder ou ficar bancando a SuperNanny todo minuto. Sei que em muitos casos, a saudade se mistura a culpa e a gente não faz o que é certo. Mas me esforço para educá-lo de uma forma que ele aprenda sobre respeito, hierarquia, domínio próprio, etc.
Ninguém quer ser general o tempo todo, mas temos que correr da tentação de queremos compensá-los realizando todos os desejos, deixando fazé-los o que querem e dando presentes todos os dias e fora de datas especiais. O papel de educador não é esse. Não vale mudar as regras só porque ficou longe do seu filho(a) por tempo demais ou porque ele é tudo pra você.
Mas lembre-se que regras existem para serem flexibilizadas, cada momento deve ser tratado como único.
Confira algumas dicas de educação que encontrei no site Crescer.com que eu confio e pratico:
- Não use a lógica do adulto: argumentos complexos ou longas explicações estressam e confundem a criança. Use frases curtas e enfatize duas ou três palavras-chave.
- Seja enfático e coerente: a forma como você diz uma coisa pode ser mais importante do que as palavras utilizadas. Por isso, harmonize o tom de voz com expressões faciais, como sobrancelhas arqueadas e gestos amplos para demonstrar suas emoções e se fazer entender. É importante que o conteúdo da mensagem combine com a linguagem corporal.
- Aceite os sentimentos da criança: sentir-se compreendida é o primeiro passo para a criança se acalmar. Faça seu filho perceber que você entendeu por que ele está aborrecido. Aceite suas razões e, aos poucos, passe mensagens curtas e claras para resolver a situação. Exemplos: "Você quer o caminhão? Você quer agora? Mas agora é a vez do João, espere um pouco".
- Nunca pratique a agressividade: até mesmo aquele tapinha no bumbum ou na mão que você julga inofensivo deve ser evitado a todo custo. Quando batem, os pais servem de modelo para que a criança também se torne agressiva e passe a usar as mãos em vez de tentar elaborar argumentos e negociar cada impasse.
- Afaste as tentações: se ele começou a engatinhar, coloque mais para o alto as peças que são muito estimadas por você e que podem chamar a atenção do bebê pelo brilho e pela cor, como aquele lindo vaso de cristal (o que não significa, porém, transformar por completo a configuração da casa). O mesmo vale para os alimentos dos animais de estimação. Até o pequeno compreender que aquela é a comida do cachorro, melhor mantê-lo longe.
- Desvie a atenção: é fácil distrair a criança. Não se acanhe em chacoalhar um brinquedo favorito no ar quando ela estiver prestes a destruir a correspondência ou rasgar a primeira página do jornal. Assim, você evita sair correndo e gritando "não".
- Respeite o sono: o cansaço é uma das causas campeãs de mau comportamento. Crianças exaustas e com privação de sono geralmente ficam impacientes e costumam ter mais ataques de birra. O ideal é que, além de dormir entre dez horas e meia e 12 horas à noite, ela ainda possa fazer um descanso durante o dia.
- Siga horários : se há uma rotina estabelecida, com horários para brincar, almoçar e tomar banho, evite quebrar a ordem para atender a outras demandas. Se o telefone toca enquanto você está dando o almoço, seja rápida. Ou logo o bebê começará a fazer de tudo para ganhar atenção.
- Dê uma distância saudável: se a criança não está doente nem passando por alguma situação especial, mas sempre chora ou grita quando você se afasta, talvez seja hora de ela experimentar um pouco mais de liberdade e "solidão". Tente, por exemplo, deixá-la brincando sozinha por alguns poucos minutos. Fique de olho, mas evite manter contato visual. Aprender a estar bem consigo mesmo é uma aquisição importante para o futuro.
- Estabeleça conseqüências: estipule regras claras e simples e avise qual é o castigo para desobediências. Sempre que uma regra for quebrada, cumpra o que disse imediatamente. Mas não use castigos ou privações exageradas para pequenas traquinagens, como colocar os pés calçados sobre o sofá.
- Não faça chantagens: argumentos como "vou embora", "não gosto mais de você" ou "é terrível ser sua mãe" só vão deixar seu filho inseguro. Concentre-se em reprovar o comportamento inadequado sem fazer do seu amor por ele um objeto de barganha.
- Critique os atos, não a criança: jamais diga, por exemplo, que seu filho é mau, preguiçoso ou mentiroso. Ou ele vai se convencer disso e pode começar a agir de acordo com esse rótulo. Centre sua reprovação sobre a atitude de que não gostou. Por exemplo: "Não puxe o rabo do cachorro porque isso machuca".
- Ofereça alternativas: se o pequeno jogador está prestes a lançar uma bola em direção à janela do vizinho, vale sair correndo e interromper o desastre. Mas sempre explique em poucas e conhecidas palavras a razão do "impedimento". O ideal é oferecer uma alternativa positiva, como jogar a bola para o outro lado.
Enfim, educar é a arte de convencer, convergir, contornar, respeitar e principalmente AMAR!
"Ensina o caminho que seu filho deve seguir, e ainda que ele for velho, NUNCA SE DESVIARÁ DELE"
um beijos meninas, que Deus abençoe muito vocês como Mães educadoras.
Mey
| Reações: |
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Finanças após ter um bebê

Recebi uma matéria super interessante do Bebê.com da Abril sobre finanças após ter um bebê, confira:
10 dicas para não entrar no vermelho
Por Giuliano Agmont
Foto Alex Silva
O bebê invade nossa vida e nesse momento percebemos que a antiga planilha não condiz mais com as despesas da casa, mesmo que você tenha se planejado para isso. Mas, afinal, qual a origem do rombo? O desfalque pode estar sendo causado pelos pequenos gastos, aqueles a que não damos muita atenção no dia a dia, mas que fazem toda a diferença no final do mês, como a conta da farmácia, o extras do supermercado, os bodies novos do recém-nascido. Para ajudá-la a reorganizar seu orçamento doméstico, mapeamos todos os gastos médios do primeiro ano de vida do seu filho. Esse é um passo fundamental para atualizar sua planilha e, de quebra, lá na frente, financiar seus sonhos, seja o pagamento de uma boa escola, seja uma deliciosa viagem em família.
1. Os gastos com a babá vão além do salário
Nas finanças domésticas, essa profissional vira um item importante da planilha. Afinal, ela ganha um salário de pelo menos R$ 600, podendo superar os R$ 2 mil, além de transporte e encargos trabalhistas, como férias e 13º. Mas a conta não acaba aí. Sem se considerar avarento, pense que a nova empregada vai usar a casa o dia inteiro. Resultado: contas de luz, água, telefone, gás e mercado aumentam, invariavelmente. Pode parecer insignificante, mas não é. Refeições, banhos, usos de eletrodomésticos, ligações interurbanas, pratos quebrados... Tudo dobra, e o preço disso é alto. Se ela dorme no serviço, então, os gastos sobem ainda mais, já que a moça vai lavar roupa, assistir a TV, ouvir rádio, jantar e assim por diante.
2. Os extras da escolinha
Ao colocar na sua planilha o item escola/creche/berçário, inclua aí também o transporte – caso você opte pela perua escolar – os eventuais lanches na cantina e as atividades extracurriculares. Sim, você terá que desembolsar alguns bons reais para pagar o presente do Dia dos Pais, a fantasia da Páscoa, a festa junina, as excursões, as comemorações de fim de ano etc. Outro ponto a ser observado com atenção é o padrão de consumo dos amigos. Se os coleguinhas do seu filho têm brinquedos e hábitos de lazer caros, acredite, você vai fazer de tudo para proporcionar o mesmo a ele, nem que para isso precise entrar no cheque especial.
4. As roupas têm vida curta
O item vestuário talvez seja o mais capcioso do orçamento doméstico. As crianças crescem rapidamente e perdem tudo em um piscar de olhos, e nem sempre os gastos com roupas novas são contabilizados no orçamento mensal. Por isso, vale a pena abrir uma janela na tabela de despesas mensais: roupas e acessórios.
5. É importante ter uma reserva para as despesas médicas
Saiba exatamente o que seu contrato cobre para não ter surpresas. Existem inúmeros casos de pessoas que ficaram na mão quando mais precisaram do convênio, como diante da necessidade de um parto prematuro seguido de uma longa internação ou outras situações inesperadas. Caso você opte por levar seu filho a um médico que não seja do plano de saúde, lembre-se de que no primeiro ano de vida o bebê precisa visitar o pediatra uma vez por mês. Contabilize, então, os gastos dessas consultas. Não se esqueça, também, das vacinas que não são disponibilizadas gratuitamente na rede pública de saúde. Poucos pais se lembram delas quando estão grávidos. Só que elas custam dinheiro. Ponha no papel. Em um ano e meio, o desembolso pode chegar a mais de R$ 1,5 mil.
6. Os gastos com itens de farmácia são os que mais sobem
Os gráficos disponibilizados pelas operadoras de cartões de crédito para seus clientes comprovam: os gastos com itens de farmácia são os que mais sobem quando se tem um filho. Fazem parte dessa lista fraldas, lenços umedecidos, pomadas para assadura, algodão, xampus, antitérmicos, analgésicos e antibióticos.
7. O enxoval continua mesmo depois que o bebê nasce
Os nove meses que antecedem o parto são de muitos gastos. Os pais compram berço, cadeirão, bebê conforto, carrinho de passeio, cadeira para o carro, roupas e tudo mais. É uma despesa alta, porém previsível. O que ninguém conta para essa família recém-crescida é que em pouco tempo uma nova leva de produtos específicos para o bebê terá de ser adquirida. Os desavisados acabam, então, tendo de arcar com o umidificador e o ventilador para os dias de calor, o inalador para o nariz entupido, o abajur para contar história... Isoladamente, não são produtos que vão falir um casal, mas, no bolo orçamentário, principalmente se não estiverem no planejamento, podem fazer a diferença, sim.
8. Despesas tamanho família
Basta sair de casa para programas até então simples, como ir a um teatro e depois comer fora, para entender que os fins de semana encareceram. As férias e os feriados também. Viajar com crianças significa gastar mais com passagens, hospedagem e infraestrutura. Mesmo porque não dá mais para topar de cara qualquer roteiro. O local deve ser apropriado para o público infantil, de preferência, com monitores e muitas atividades. Em outras palavras, mais despesas. Nesse caso, o planejamento e a divisão do gasto por mês é a melhor orientação.
9. As atividades extras costumam virar ordinárias
Mal o bebê completa 4 meses e os pais já estão a postos para matriculá-lo na natação. Com o passar dos anos, vêm o judô, o balé, o inglês e assim sucessivamente. Tem também o acompanhamento fonoaudiológico, os óculos e o dentista. Até chegar ao cabeleireiro infantil, que custa mais caro porque oferece cadeiras de bichinhos e telas com os desenhos mais desejados, além de sala com brinquedos. Pois é, essas despesas também pesam e ajudam a bagunçar o orçamento de quem não se organiza.
10. Tenha sempre um fundo de emergência
Fazer um planejamento financeiro para a chegada de um bebê significa enxergar todos os gastos e computá-los em uma planilha. Vale aqui conversar com amigos que já tenham filhos e saber as despesas reais. Significa também estar atento ao que é mensal, bimestral, trimestral, semestral ou anual. Os gastos devem ser divididos por mês. O ideal é calculá-los com base no total do ano, incluindo despesas pontuais, mas previsíveis, e dividir tudo por 12. Fazendo isso, você terá seu orçamento. Se não for mais do que você ganha, está no caminho certo. Se for, trate de remanejar. Ainda assim, é preciso considerar que os filhos são cheios de surpresas. Portanto, viva sempre com um fundo de emergência. Consultores: Marcos Silvestre, economista, coordenador Geral do Programa de Reeducação e Orientação Financeira da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Luis Carlos Ewald, economista e engenheiro, professor de Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV/RJ) e autor do livro Sobrou Dinheiro!; e Cássia D´Aquino Filocre, especialista em educação financeira e representante do Brasil no Global Financial Education Program.
| Reações: |
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Deixem seus filhos se sujarem Mamães!!!
É bom dosar essa atitude.
Uma pesquisa na área de saúde sustenta que um pouco de sujeira pode fazer bem a meninos e meninas. Médicos americanos defendem que a sujeira força o organismo a ficar em alerta. É normal que a criança, a partir de uma certa idade, leve tudo à boca, se esbalde na brincadeira. Os pais ficam apavorados, mas os médicos americanos dizem que limpeza em excesso não é tão bom assim não.
Essa paranoia dos pais precisa ser deixada de lado. O estudo mostra que o excesso de limpeza impede a capacidade da pele de reagir de forma adequada às inflamações.
Pelo menos foi isso que os pesquisadores da Universidade da Califórnia, em San Diego, constataram. Eles descobriram que as bactérias normais, que vivem na superfície da pele quando as crianças estão com a mão toda lambuzada de sujeira, forçam o organismo a ficar em estado de alerta.
Elas desencadeiam um processo de proteção contra inflamações graves, daquelas que se formam depois de um machucado. Os cientistas dizem que esses germes em quantidade normal são bons para o corpo, porque criam anticorpos e aumentam a imunidade.
Além disso, a descoberta reforça a hipótese de que o excesso de limpeza levaria a uma maior incidência de alergias. Isso porque como o corpo não se acostuma a combater os germes, ele acaba se tornando hiper sensível a determinadas substâncias.
Essa reportagem foi destaque no Jornal Hoje da Globo dessa semana e achei super interessante. Minha Mãe sempre me falava isso, como enfermeira ela me orienta que criança com excesso de zelo, cuidados exagerados adoecem mais que crianças que brincam livremente, correm, caem, levantam, sujam, colocam a mão na boca, tem contato com a natureza, terra, plantas, comem coisas diferente. E eu sempre segui os conselhos dela, o Pedro é um "indiozinho". Eu deixo ele fazer de quase tudo, aqui em casa não tem lugar que ele não tenha explorado, na chácara da minha sogra deixo ele caminhar na terra, jogar pra cima, correr atrás de coelho, galinhas. Ele fica o dia todo de fralda lá e quase sempre descalso. Sem contar que ele toma água só se for gelada (preferência dele), experimenta de tudo de comer e sempre deixo ele nadar em água fria, até no rio ele já nadou.
Acho importante que ele experimente a vida, que ele tenha percepções próprias. Só controlo doces e refrigerantes, que não abro guarda. O resto sempre deixo ele provar um pouquinho.
Por isso amigas, como diz uma famosa campanha publicitária:
"Deixem seus filhos sujarem Mamães!!!"
Estimulem-os a explorarem o mundo!
beijinhos, Mey
| Reações: |
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
bbpontocom está bombando!! 989 visitas em 5 dias!
Obrigada!!! segunda-feira, 16 de novembro de 2009
MISS IMPERFEITA
Olá minhas amigas...Em primeiro lugar quero me desculpar pela ausência de quase 2 meses. Quero reconhecer que cheguei a conclusão que não sou mulher maravilha. Estou tendo uma dificuldade danada de conciliar meus papéis (mãe, esposa, filha, irmã, enteada, sobrinha, neta, nora, cunhada, amiga, profissional, dona de casa e ai vai... ah! sem esquecer que no meio disso tudo ainda sou aspirante a empresária com meu negócio de camisas).
Todos os dias sofro uma pressão danada de todos que me amam e que dependem da minha atenção e ainda tem as cobranças não menos estressantes vindas do meu trabalho.
Tem dias que acho que vou surtar de tanta coisa para fazer.
Essa é a vida da mulher "moderna", a mulher 2.0.
Acho que nós mulheres somos mesmo vitoriosas por tudo que conseguimos fazer. Dúvido que qualquer homem nessa face da terra conseguiria tal jornada de trabalho. Fazendo uma leitura nos últimos 50 anos o papel da mulher na sociedade mudou muito, porém as cobranças são as mesmas, agora temos responsabilidades fora de casa, mas ainda somos cobradas pelas atividades da casa e filhos como se ainda fossémos do lar. Aiii que raiva daquelas mulheres que queimaram o sutiens pela "liberdade" feminina.
Diante disso tudo, tive que organizar minhas prioridades, coloquei tudo no papel e o blog foi a primeira coisa que tive que deixar em stand by. Sorry!!! A gente vai superlotando nossa caixa de tarefas e quando vê não tem tempo para mais nada. E foi isso!!
Agora mais organizada vou tentar escrever pelo menos uma vez por semana. Ok?
Hoje vou postar uma mensagem antiga, que ilustra muito esses momentos que passamos: Miss imperfeita - de autoria de Martha Medeiros e publicada no Jornal O Globo.
Para quem já conhece vale a pena ler de novo, para quem não conhece é uma ótima reflexão do que realmente importa nessa vida.
MISS IMPERFEITA
"Eu não sirvo de exemplo para nada, mas, se você quer saber se isso é possível, me ofereço como piloto de testes.
Sou a Miss Imperfeita, muito prazer.
Uma imperfeita que faz tudo o que precisa fazer, como boa profissional, mãe e mulher que também sou: trabalho todos os dias, ganho minha grana, vou ao supermercado três vezes por semana, decido o cardápio das refeições, levo os filhos no colégio e busco, almoço com eles, estudo com eles, telefono para minha mãe todas as noites, procuro minhas amigas, namoro, viajo, vou ao cinema, pago minhas contas, respondo a toneladas de e-mails, faço revisões no dentista, mamografia, caminho meia hora diariamente, compro flores para casa, providencio os consertos domésticos, participo de eventos e reuniões ligados à minha profissão e ainda faço escova toda semana - e as unhas!
E, entre uma coisa e outra, leio livros.
Portanto, sou ocupada, mas não uma workaholic.
Por mais disciplinada e responsável que eu seja, aprendi duas coisinhas que operam milagres.
Primeiro: a dizer NÃO.
Segundo: a não sentir um pingo de culpa por dizer NÃO.
Culpa por nada, aliás.
Existe a Coca Zero, o Fome Zero, o Recruta Zero. Pois inclua na sua lista a Culpa Zero.
Quando você nasceu, nenhum profeta adentrou a sala da maternidade e lhe apontou o dedo dizendo que a partir daquele momento você seria modelo para os outros.
Seu pai e sua mãe, acredite, não tiveram essa expectativa: tudo o que desejaram é que você não chorasse muito durante as madrugadas e mamasse direitinho.
Você é, humildemente, uma mulher. E, se não aprender a delegar, a priorizar e a se divertir, bye-bye vida interessante.
Porque vida interessante não é ter a agenda lotada, não é ser sempre politicamente correta, não é topar qualquer projeto por dinheiro, não é atender a todos e criar para si a falsa impressão de ser indispensável.
É ter tempo.
Tempo para fazer nada. Tempo para fazer tudo. Tempo para dançar sozinha na sala.
Tempo para bisbilhotar uma loja de discos.
Tempo para sumir dois dias com seu amor.
Três dias.
Cinco dias!
Tempo para uma massagem.
Tempo para ver a novela.
Tempo para receber aquela sua amiga que é consultora de produtos de beleza.
Tempo para fazer um trabalho voluntário.
Tempo para procurar um abajur novo para seu quarto.
Tempo para conhecer outras pessoas.
Voltar a estudar.
Para engravidar.
Tempo para escrever um livro que você nem sabe se um dia será editado.
Tempo, principalmente, para descobrir que você pode ser perfeitamente organizada e profissional sem deixar de existir.
Porque nossa existência não é contabilizada por um relógio de ponto ou pela quantidade de memorandos virtuais que atolam nossa caixa postal.
Existir, a que será que se destina?
Destina-se a ter o tempo a favor, e não contra.
A mulher moderna anda muito antiga.
Acredita que, se não for super, se não for mega, se não for uma executiva ISO 9000, não será bem avaliada.
Está tentando provar não-sei-o-quê para não-sei-quem.
Precisa respeitar o mosaico de si mesma, privilegiar cada pedacinho de si.
Se o trabalho é um pedação de sua vida, ótimo!
Nada é mais elegante, charmoso e inteligente do que ser independente.
Mulher que se sustenta fica muito mais sexy e muito mais livre para ir e vir.
Desde que se lembre de separar alguns bons momentos da semana para usufruir dessa independência, senão é escravidão, a mesma que nos mantinha trancafiadas em casa, espiando a vida pela janela.
Desacelerar tem um custo.
Talvez seja preciso esquecer a bolsa Prada, o hotel decorado pelo Philippe Starck e o batom da M.A.C.
Mas, se você precisa vender a alma ao diabo para ter tudo isso, francamente, está precisando rever seus valores.
E descobrir que uma bolsa de palha, uma pousadinha rústica à beira-mar e o rosto lavado (ok, esqueça o rosto lavado) podem ser prazeres cinco estrelas e nos dar uma nova perspectiva sobre o que é, afinal, uma vida interessante".
(por Martha Medeiros)
Tenham uma excelente semana!!
P.S.: o Pedro já fez 1 ano e 2 meses, está andando para todo lado e lindooooooooo... fala um monte de palavras e está cada vez mais esperto. De tudo na minha vida, a coisa mais especial, mas deliciosa e gostosa de fazer e estar com ele. Posso chegar em casa estressada com tudo mas quando ele vem correndo me abraçar esqueço de tudo isso. Na próxima postagem eu conto tudo que tenho aprendido com ele.
| Reações: |
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
A mamãe tem que viajar...
Essa semana tive que viajar para tocar um evento aqui em São Paulo. Três dias longe do Pedro.
É a maior tortura do mundo pra mim.
Essa é a parte chata de trabalhar: viagens.
Olho a foto dele toda hora...
| Reações: |
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Suspeita de Gripe Suína, eu?
No fim de semana passada fui surpreendida por um mal estar muito ruim.
Ignorando a dor de garganta, tosse, corpo ruim, corisa... fui levando... Até que no feriado de 7 de setembro, acordei mal mesmo, um calafrio e o corpo mais dolorido ainda, vontade de só ficar deitada, uma naúsea e estado febril.
Antes do almoço fui no médico porque não estava aguentando mais. Minha idéia era tomar uma ingeção bem forte pra curar o que estava sentindo e voltar para casa para ir num churrasco. Que isso? De lá saí com uma suspeita de gripe suína, um atestado de 5 dias e a recomendação para evitar contato com o Pedro até o próximo sábado, usar máscara perto dele e evitar principalmente de pegá-lo no colo.
Não foi feito nenhum exame de sangue. Eu não sabia, mas como Uberlândia está vivendo uma pandêmia de gripe suína, não estão mais fazendo exames de sangue, se o indivíduo tem sintomas parecidos eles já colocam como suspeitos. E os meus sintomas enquadraram no perfil e fizeram eles suspeitar dessa gripe e mesmo sem ter nenhuma comprovação fiquei a semana toda em "exilio domiciliar".
Os sintomas em si melhoraram dia após dia, não tive mais febre, o mal estar diminuiu e ficou apenas muita, muita tosse, bastante secreção, roquidão e um pouquinho de dor de cabeça.
Não sei se tive a famosa gripe, nem a médica conseguiu dizer, acho mesmo é que tive uma forte bronquiolite, mas por via das dúvidas o melhor mesmo foi ter ficado afastada para que se eu realmente estivesse não contaminasse ninguém, principalmente o Pedro.
Mas não tem sido fácil não, graças à Deus isso termina amanhã. Estou passando esses 4 dias trancada em casa, ouvindo o Pedro brincar, gritar o dia todo, rir, fazer gracinhas e mal poder chegar perto. Quando chego perto é de máscara e sem beijos...
Fora que tenho que trabalhar o meu lado agitado, detesto ficar em casa atoa, fico a mil com as coisas que tenho que fazer no trabalho, sei que não é certo, mas me cobro muito, parece que não me sinto no direito de adoecer, de faltar ao trabalho, raramente isso aconteceu nesses mais de 15 anos que trabalho. Não tenho orgulho disso, sei que tenho que mudar porque o que temos de mais valioso não está nos CNPJ's.
Mas, senti falta de ir trabalhar, de ver gente... tentei trabalhar daqui de casa, até fiz algumas coisas, mas a internet não ajudou muito o home office não.
Pra completar, o Pedro me aparece com febre na quarta e um resfriado, o LC levou ele na hora no médico, nada de gripe suína, apenas um resfriado pela mudança repentina do tempo. Isso me fez dar um tempo no meu egocêntrismo profissional e lembrar o que realmente importa na minha vida: meu Pedro, meu marido, eu mesma.
No outro dia ele já acordou bom... Graças à Deus! Mas que susto!!!
Aiiii, ainda bem que passou, tá passando né?
Se foi gripe suína ou não já foi embora...
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Visita de 1 aninho ao médico...
| Reações: |
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Rio Quente Resorts com meu bebê!
| Reações: |
domingo, 23 de agosto de 2009
1 aninho do Pedro - Obrigada Senhor!!
Oi gente!!!! A festinha do Pedro foi um sucesso...
1 aninho é muito pequeno para entender tudo que estava acontecendo, mas tenho certeza que quando ele estiver maiorzinho vai curtir muito ver as fotos, filmagem e ver todo o carinho com que as coisas foram preparadas especialmente para ele.

| Reações: |
sábado, 22 de agosto de 2009
Detalhes da decoração: fazendinha
Espaço que criamos para os presentes...
Detalhes...
Mesa e cenários de chão
Fotos por Adriana Facury| Reações: |
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Os preparativos para a festinha do Pedro
1 aninho se aproxima!!! Maravilhoso viver esses dias que antecedem a festinha do Pedro!
Estou muito corrida, além da minha correria de mãe, profissional, esposa... ainda tenho essa minha nova atribuição de promoter de festa do filho. É uma delícia organizar tudo. Grande parte eu terceirizei a execução, mas todas as idéias são minhas.
Tema da festinha: escolhi o tema fazendinha porque o Pedro ama animais e nós gostamos muito de coisas caipira.
Convitinhos: os convites serão um CD com as músicas preferidas do Pedro. Contei com a ajuda de um amigo meu que fez a arte do adesivo do CD, a etiquetinha do envelope e os convitinhos individuais da festa e o tag da lembrancinha. Ficou lindo demais. O nome dele é Leandro Rios e se precisar é só me pedirem o contato.
Local: fechei a festa com Castelo Ra tim bum ( Edney 3237-1492). Gostei muito de negociar com eles porque o pacote inclui toda a infraestrutura da festa e não é muito caro não. Eu quero uma festa que eu entro como convidada e saia da mesma forma. Sem problemas com detalhes. Fechei a mesa deles mesmo que do meu tema é lindinha.
Lembrancinhas: as lembrancinhas de mesa serão um porta treco cheio de doces mineiros com um clone do Pedro aplicado em foto, essa mesma foto. E as lembracinhas das crianças mandei fazer saquinhos de tecido amarelo quadriculado, vou encher de guloseimas e brinquedinhos e fechar com cordão de cisal.
Fotos: e por falar em fotos, tenho uma ótima dica, é a Adriana Facury, foi ela quem tirou essa foto do Pedro e minhas fotos de grávida. É ótima!!! A filmagem fechei com o Leo. Não posso deixar de filmar porque essa é a melhor coisa que fica pra eles depois.
Atrações: contratei show de balões e pintura facil, a criançada adora e não pode faltar.
Clip Pedro: fiz um clip com restrospectiva em fotos do Pedro, ficou emocionante, posto aqui depois.
Ahhh, acho que as coisas mais importantes são essas... depois passo aqui pra contar como foi a festinha...
beijos...beijos Mey
| Reações: |
domingo, 2 de agosto de 2009
As caras e bocas que só o meu Pedro tem...
| Reações: |
sábado, 1 de agosto de 2009
Pedro 11 meses!!! O aniversário tá chegando...
Ontem mesmo eu estava escolhendo kit berço, decoração do quarto, agora estou contatando buffet infantil, vixe!!!
Então... o Pedro eu nem preciso contar quanto está sapeca, gordinho, saudável... e muito... muito levadnho... é só notarem a foto dele na janela do carro... Mas antes que me chamem a atenção eu explico: tiramos essa foto aqui na porta de casa e a rua é sem saída, dentro de um condomínio, portanto, tirando o mal exemplo, não tem perigo por ele não estar na cadeirinha. Mas é sempre bom lembrar da importância de não abrir mão de levar os bebês e crianças menores que 10 anos no banco de trás e sempre com segurança em uma cadeira adequada ao seu peso.
O Pedro é extremamente inteligente e gosta de aprender um monte de coisas pra depois encantar a gente com suas gracinhas... a babá, eu e as Vovós ensinamos um monte de coisas pra ele... e ele aprende rápidinho... é fofo demais!
Se a gente pergunta quem é o neném da mamãe ele bate no peito...
Se a gente fala: "Aiii meu Deus", ele coloca a mão na cabeça e faz cara de preocupado...
... faz bocão pra comer, bichinho, finge dar gargalhanda quando a gente tá rindo, faz 1 aninho com os dedos, bate palmas, dá tiau e quando estamos na igreja louvando ele coloca a mão pra cima que nem a gente... chega a ser engraçado.
O Pedro é extremamente comunicativo e cativante, faz mesmo pra ganhar a gente. Esses dias fomos em um restaurante e enquanto aguardávamos a comida umas moças de outra mesa começaram a brincar com ele... não é de ver que ele começou a fazer uma brincadeira que sabia atrás da outra só pra se mostrar... Não!!! Eu achei aquilo demais!!!
Cada dia que se passa eu sinto mais alegre com a presença dele na minha vida!
Obrigada meu Deus!!!
beijos Mey
| Reações: |
segunda-feira, 27 de julho de 2009
A vida corrida de uma mãe
| Reações: |
terça-feira, 30 de junho de 2009
Pedro 10 meses... ser mãe de menino é muito gostoso.
É uma benção mesmo. O Pedro está cada vez mais esperto, nem preciso dizer que desde os 9 meses ele anda na motoquinha que ganhou da madrinha. Ele quer ficar em cima dela o tempo todo e a coluna da mamãe que se dane né. Mas o Pedro tem se mostrado uma pessoa sensível, carinhosa, amável.
Ele está enorme, com mais de 10 quilos e meio e medindo 78 cm. Brincamos aqui em casa que ele é o Banban, porque é grande, tem uma força na mão e vive batendo em tudo.
Agora mundando de assunto, tem tempo que quero compartilha com vocês uma coisa que já notei: ser mãe de menino é muito gostoso... eles tem uma sinergia com a mãe que é diferente com o pai. Ele me abraça, tem gana em mim, chora pra ir no meu colo, quer dormir comigo, e me aperta toda. Com o pai as brincadeiras são diferentes, mais estovadas.
Estou me interessando pelo o universo dos menininhos... Li em um livro bem interessante de nome "Criando meninos" que os meninos não crescem todos de maneira suave e uniforme. Não basta dar cereais à vontade, camiseta limpa todo dia, para vê-los uma certa manhã acordarem homens feitos. Existe um programa a seguir. Qualquer um que conviva com meninos se surpreende com suas mudanças e com a variação de humor e energia que apresentam em ocasiões diferentes. A questão é entender o que fazer - e quando.
Achei muito interessante que segundo o autor, existem três estágios que são atemporais e universais.
Uma visão rápida dos três estágios citados no livro:
1. O primeiro estágio vai do nascimento aos seis anos - período em que o menino pertence principalmente à mãe. Ele é o menino "dela", embora o pai possa exercer um papel muito importante. Durante esse estágio, a meta deve ser dar amor e segurança, e fazer com que a "ligação" do menino à vida seja uma experiência calorosa e acolhedora. (ESTAMOS NESSA FASE).
2. O segundo estágio inclui o período que vai dos seis aos catorze anos - quando o menino, num impulso que vem de dentro, começa a querer aprender a ser homem, e se volta cada vez mais para o pai, com quem procura partilhar interesses e atividades, embora a mãe continue muito envolvida e o mundo exterior também exerça atração. O objetivo desse estágio é criar competência e habilidade, desenvolvendo ao mesmo tempo afabilidade e bom humor para que ele se torne uma pessoa equilibrada. Esta é a idade em que o menino se sente seguro e feliz com sua masculinidade.
3. Finalmente, dos catorze anos à idade adulta - é o estágio em que o menino precisa de informação de mentores do sexo masculino para completar a jornada rumo à idade adulta. Mamãe e papai ficam um pouco de lado, mas devem cuidar para que bons mentores façam parte da vida de seu filho, senão, ele vai ter que contar com colegas despreparados para construir sua individualidade. 0 objetivo é adquirir habilidades, desenvolver responsabilidade e respeito próprio, fazendo parte, cada vez mais, a comunidade adulta.
Esses estágios não indicam uma mudança brusca da figura da mãe para a figura do pai.
Segundo o autor, a melhor situação é aquela em que pai e mãe se envolvem durante toda a infância e a adolescência.
Os estágios indicam mudança na ênfase: o pai fica mais em evidência dos seis anos treze, e a importância dos mentores aumenta dos catorze em diante. Os pais devem sempre investigar a integridade dos mentores, procurar saber se são dignos de confiança.
Os três estágios nos mostram muito sobre o que fazer. Por exemplo: fica claro que os pais de meninos de seis a catorze anos não podem ser workaholics sempre ocupados com o trabalho, nem pessoas afastadas emocional ou fisicamente da família. Pais assim certamente prejudicariam seus meninos, embora a maior parte dos pais do século XX tenha agido desse modo - como muitos de nós sabemos por experiência própria.
Quando os nossos filhos estão lá pela metade da adolescência, os estágios nos dizem que precisamos buscar ajuda extra na comunidade -papel esse que costumava ser preenchido por parentes, por exemplo, tios e avós, ou pela relação entre mestre e aprendiz. Com muita freqüência, os jovens caem no mundo e não encontram ninguém que os apoiem então, passam a adolescência e o início da idade adulta em um perigoso estágio intermediário. Alguns simplesmente não crescem nunca.
É justo pensar que muitos problemas, especialmente de comportamento dos meninos na escola, acontecem porque desconhecemos esses estágios e não oferecemos os componentes humanos adequados na época certa.
Com isso aprendi que a prestar mais atenção aos estágios da vida do Pedro o tão importantes são e o quanto devemos estudá-los mais detalhadamente para decidir como agir em relação a eles.
É o que vamos tentar fazer aqui em casa.
| Reações: |
domingo, 14 de junho de 2009
Meu bebê não quer dormir...
Método do livro Nana Nenê
Temos sido firmes com ele, e eu tenho aprendido que reeducar é mais difícil que educar. Eles testam nossos limites a todo tempo. E aos nove meses os traços da personalidade de nosso bebê já vão ficando mais claros. Mas não tem sido fácil. Uma noite dessas, coloquei na minha cabeça que tentaria mais uma vez empregar no Pedro o método do Nana Neném. Ledo engano! É óbvio que mais uma vez não funcionou, e o pior, só serviu para sacrificar o Pedro. Tadinho! Ficou quase roxo de tanto chorar no berço, a cada hora que eu ia lá vê-lo e explicar que estava ensinando ele a dormir sozinho no berço (como indica no livro) ele olhava pra mim com aquela cara de indagação do porque eu estava fazendo aquilo. NUNCA MAIS TENTO ESSE MÉTODO!!! Deixar meu filho chorando no berço não é pra mim. Ensiná-lo pelo o emprego do sofrimento, não é pra mim. Confesso que aprendi muita coisa com o livro, várias experiências que compatilho com vocês sobre a rotina a nosso favor eu aprendi com as 3 vezes que li. Mas não concordo que não pode embalar para dormir, que não pode ficar junto, que tem que colocar o menino no berço sozinho no berço desde o nascimento. Isso não é pra mim.
P.S: A foto é real, o LC tirou da gente dormindo de dia, abraçadinhos.
| Reações: |
segunda-feira, 8 de junho de 2009
A necessidade de estabelecer limites desde já!
Segue o texto:
Os LIMITES abrigam o indivíduo
Somos as primeiras gerações de pais decididos a não repetir com os filhos os erros de nossos progenitores.
E com o esforço de abolir os abusos do passado, somos os pais mais dedicados e compreensivos, mas, por outro lado, os mais tolos e inseguros que já houve na história.
O grave é que estamos lidando com crianças mais 'espertas', ousadas, agressivas e poderosas do que nunca. Parece que, em nossa tentativa de sermos os pais que queríamos ser, passamos de um extremo ao outro.
Assim, somos a última geração de filhos que obedeceram a seus pais e a primeira geração de pais que obedecem a seus filhos...
Os últimos que tivemos medo dos pais e os primeiros que tememos os filhos. Os últimos que cresceram sob o mando dos pais e os primeiros que vivem sob o jugo dos filhos.
E, o que é pior, os últimos que respeitamos nossos pais e os primeiros que aceitamos (às vezes sem escolha...) que nossos filhos nos faltem com o respeito. À medida em que o permissível substituiu o autoritarismo, os termos das relações familiares mudou de forma radical, para o bem e para o mal.
Com efeito, antes se consideravam bons pais aqueles cujos filhos se comportavam bem, obedeciam suas ordens e os tratavam com o devido respeito.
E bons filhos, as crianças que eram formais e veneravam seus pais. Mas, à medida que as fronteiras hierárquicas entre nós e nossos filhos foram-se desvanecendo, hoje, os bons pais são aqueles que conseguem que seus filhos os amem, ainda que pouco os respeite.
E são os filhos quem, agora, esperam respeito de seus pais, pretendendo de tal maneira que respeitem as suas idéias, seus gostos, suas preferências e sua forma de agir e viver. E, além disso, que os patrocinem no que necessitarem para tal fim.
Quer dizer; os papéis se inverteram, e agora são os pais quem têm que agradar a seus filhos para ganhá-los e não o inverso, como no passado.
Isto explica o esforço que fazem hoje tantos pais e mães para ser os melhores amigos e 'dar tudo' a seus filhos.
Dizem que os extremos se atraem.
Se o autoritarismo do passado encheu os filhos de medo de seus pais, a debilidade do presente os preenche de medo e menosprezo ao nos ver tão débeis e perdidos como eles.
Os filhos precisam perceber que, durante a infância, estamos à frente de suas vidas, como líderes capazes de sujeitá-los quando não os podemos conter, e de guiá-los enquanto não sabem para onde vão.
Se o autoritarismo suplanta, o permissível sufoca.
Apenas uma atitude firme, respeitosa, lhes permitirá confiar em nossa idoneidade para governar suas vidas enquanto forem menores, porque vamos à frente liderando-os e não atrás, os carregando e rendidos à sua vontade.
É assim que evitaremos que as novas gerações se afoguem no descontrole e tédio nos quais está afundando uma sociedade que parece ir à deriva, sem parâmetros nem destino.
Os LIMITES abrigam o indivíduo. Com amor ilimitado e profundo respeito.
"Sabe, porém, isto, que nos últimos dias haverá tempos críticos, difíceis de manejar. Pois os homens serão amantes de si mesmos, ...desobedientes aos pais, ingratos, desleais..." (2 Timóteo 3:1,2)
Provérbios 22:6 diz:
"Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele." Este versículo nos mostra algumas coisas importantes:
1- "Ensina a criança": Deus espera que ensinemos nossos filhos. As crianças não conhecem instintivamente a diferença entre certo e errado; elas têm que ser ensinadas.
2- "No caminho em que deve andar": Há um caminho certo.
3- "E, ainda quando for velho, não se desviará dele": O que você ensinar ao seu filho nos primeiros 20 anos de vida provavelmente determinará a direção que ele seguirá durante o resto de sua vida aqui. Mais importante ainda, seu ensinamento provavelmente o guiará a fazer a escolha de onde ele estará na eternidade.
Ajude-o a fazer a escolha certa!
beijinhos... e bom trabalho com seus filhos!
carinhosamente, Mey
| Reações: |
domingo, 31 de maio de 2009
Meu primeiro aniversário com o Pedro!!

Gente..... que gracinha!!!
Foi o meu primeiro aniversário com o Pedro nos braços.
Que delícia!!!
Foi super especial, fiz um chá para mulheres, chamei algumas amigas, a ala feminina da família e comemoramos minhas 29 primaveras.
Que gostoso foi...
| Reações: |
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Meu primeiro dia das Mães com o Pedro!!!

Foi bem corrido, afinal tinha um monte de mamães interessadas em curtir o nosso garotão.
"Porque necessitais de perseverança, para que, depois de haverdes feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Pois ainda em bem pouco tempo aquele que há de vir virá, e não tardará. Mas o meu justo viverá da fé; e se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele.
| Reações: |
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Os dentinhos nasceram!!!!!
Os dentinhos nasceram!!!!!
Que lindinho... meu campeão já tem dois dentinhos em baixo e está nascendo um terceiro.
O processo começou só agora com 8 meses e incomoda muito ele. Notei que depois que começaram a nascer os dentinhos ele tem dormido muito mal e ficado mais irritado nessa fase.
Temos passado "Nenê dente", mas não vejo tanto resultado assim. O negócio é esperar e entender o baixinho!!!
Não deve ser fácil para eles essa fase!
| Reações: |
domingo, 3 de maio de 2009
Passeio em família. A primeira vez que o Pedro foi no Zoológico!!!
A primeira vez que o Pedro foi no Zoológico!!!

sábado, 2 de maio de 2009
Meu bebê já está com 8 meses!!! Parabéns filhão!
Ufaaaaaaaaaaaa!!! | Reações: |
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Maio é nosso mês!! Mês das Mães.
Bebê gripado
| Reações: |
domingo, 12 de abril de 2009
Bebê aos 7 meses... olha o que ele já faz!
Olha só o que ele já faz com 7 meses:
Tem namorada.... aiiiii que amor!!!
....já sabe o que é bom nessa vida....
Enfim, meu filhão é uma benção de Deus!!!!
| Reações: |
Virose...
É a primeira vez que ele fica prostadinho de febre. E o pior, ainda não temos certeza do que foi.
Começou na segunda de madrugada, febre, muito choro... passou o dia enjoadinho e quando foi a noite febre de quase 40 graus. Tylenol não curava a febre, o Dr. Marco Sallum (pediatra dele) nos orientou a dar Novalgina para baby e banho... só assim melhorou, e foi um susto porque um bebê com 39.7 a gente preocupa.
E lá se foi uma madrugada sem dormir. Dava dó de ver, ele que é tão alegrinho, todo quietinho e chorando sem parar, quando dormia ele gemia... o coração de mãe nesse hora parte no meio. Eu só orava.
No outro dia levamos no médico, achávamos que era dente, mas o Dr. Marco disse que dente não dá febre de quase 40 graus assim. Ele examinou e é complicado porque antes de 72 horas e só com sintoma de febre não dá pra saber ainda o que é. Sugestão: Virose!!!!
Não é de rir, mas é o fato. Ele nos explicou que é normal tudo nas crianças ser diagnosticado como virose, existem milhões de vírus...
Enfim, hoje é o terceiro dia, e como o Dr. Marco previa apareceu as manchas vermelhas na pele dele, o que categoriza um tipo de virose que ele suspeitava.
Com a glória de Deus a febre diminuiu, ele está mais alegrinho e segundo o médico as manchas vermelhas é sinal que o corpo venceu o vírus.
Amanhã vamos ao médico novamente para ele comprovar... Mas em nome de Jesus ele já está curado. Amém!
| Reações: |
sexta-feira, 10 de abril de 2009
... e os dentinhos não chegam...

O paracetamol poderá aliviá-los, ou alguma pomada (passo no Pedro a Neném Dente), mas não vejo muito melhora não.
Uma coisa que temos que tomar cuidade desde cedo é com a cárie.
Depois da mamada, o leite fica estagnado na boca da criança. Além disso, a salivação da criança diminui durante o sono. Esses fatores, associados a uma má higiene da boca, fazem com que a cárie se desenvolva muito rapidamente, causando grandes estragos nos dentes das crianças.
Para evitar isso, é importante que a mãe não adicione açúcar ao leite da mamadeira e evite que a criança durma logo depois de mamar.
| Reações: |
segunda-feira, 30 de março de 2009
Ser mãe é a melhor coisa do mundo. Pedro 7 meses!!

sábado, 28 de março de 2009
Bebê com intestino preso
Olá Meninas,| Reações: |
terça-feira, 24 de março de 2009
Viajar sem o bebê dá saudade, mas é necessário para o casal...
beijos queridas... e uma boa semana!! Mey
segunda-feira, 16 de março de 2009
A primeira viagem sem o Pedro....
Estamos em férias de uma semana em Porto de Galinhas!!
Deixamos o Pedro com a minha cunhada (que é madrinha dele) e com a babá. No meio de semana ele ficará lá em casa e no fim de semana vai para a casa da madrinha. Organizamos assim porque ficando mais tempo em casa ele sentirá menos e ficaremos mais seguros.
É a primeira vez que fico sem meu lindo por mais de 24 horas.
Confeso que tem sido difícil, cada coisinha que vejo eu lembro dele. O Luiz Cláudio está sentindo também. Se vejo um bebê, corro lá e dou uma apertadinha. Daí explico que tenho um bebezinho que deixei em casa e estou morrendo de saudades. As mães que trouxeram me apoiam de ter deixado, isso me conforta.
Foi uma decisão difícil pra mim, viajar sem trazer meu lindo. A idéia foi do Luiz Cláudio, meu marido. Mas por maior que seja a saudade que tenho dele, eu sei que está sendo melhor assim. Primeiro pelo conforto dele, o sol aqui é escaldante e o calor também, ficaríamos grande parte do tempo na sacada do apartamento, praia mesmo seria rara as vezes porque ele é muito pequeninho e branquinho demais.
Aqui é lindo, e espero em breve trazer meu lindo!!!
Uma dica de hotel é o Resort Enotel, que estamos. Tem uma estrutura muito boa para bebês e crianças.
Fotos do Hotel que estamos... Enotel Resort - Porto de Galinhas.
Vale a pena conhecer!
| Reações: |
sábado, 7 de março de 2009
Eu leitora - Marie Claire: Conheci meu pai no dia do meu casamento!
estou muito feliz! Esse mês a minha história saiu na revista Marie Claire, no quadro "Eu leitora".
Confira aqui tintin por tintin o milagre que Deus fez na minha vida. Somente Deus pra preparar presentes tão maravilhosos como esse. Hoje eu desfruto com toda a gradidão desse milagre que Deus fez na minha vida. Uma coisa eu aprendi, que podemos todas as coisas quando cremos que Deus é maior que qualquer obstáculo.
Deus seja louvado!!

Revista Marie Claire - Edição 216 - Mar/09
Márcia, minha mãe, e Divino, meu pai, se conheceram em 1979, em Uberlândia, interior de Minas Gerais. Ela tinha quase 20 anos e era uma moça 'de família'. Ele estava com 29 e era engenheiro civil recém-formado. Estava na cidade a trabalho. Os dois se conheceram em um barzinho. Ele tocava violão. Ela tinha ido acompanhada dos meus tios. Naquela noite, só trocaram olhares e conversaram. Depois, se encontraram mais algumas vezes e começaram a namorar, mas nada sério, muito por ciúme do meu avô. Mas, escondidos, eles 'ficaram' durante oito meses. Os dois sabiam que, quando a obra em que meu pai trabalhava terminasse, aquele romance também acabaria. E foi o que aconteceu. Quando ele foi embora, até pediu que ela fosse com ele. Por medo ou porque não teve vontade, ela não quis.
Um mês e meio mais tarde, minha mãe descobriu que estava grávida de três meses. Como tinha uma menstruação muito desregulada, nem desconfiou da gravidez enquanto Divino ainda estava na cidade. Curiosamente, meus pais nunca tiveram uma relação sexual completa, apenas 'brincadeiras', e nem imaginavam que isso poderia resultar num bebê. Quando confirmou a gravidez, minha mãe entrou em desespero. Não sabia quase nada sobre ele, nem de onde era. Achava que era de Curitiba, porque sabia que havia se formado lá, mas não tinha certeza. Ela só lembrava do nome dele e da empresa em que ele trabalhava. Para piorar a situação, ela tinha rasgado o cartão de visitas com os dados dele quando ele foi embora.
Minha mãe contou tudo à família dela, inclusive que não tinha feito sexo de verdade. Mas ninguém acreditou. Imagina só! Grávida e virgem? Para eles, era impossível. Com tanta desconfiança, ela pensou que meu pai também não acreditaria e resolveu nem procurá-lo. Um amigo dele ainda estava trabalhando na cidade e ela até poderia ir contar a ele. Mas preferiu não fazer isso. Decidiu me assumir sozinha. As únicas pessoas que a apoiaram foram minha avó, um dos meus tios e uma das minhas tias. Meu avô ficou tão chateado com ela que passaram três anos sem conversar.
A gestação foi tranquila. E ela nunca me escondeu de ninguém. Sempre que alguém perguntava sobre o pai, ela contava a história verdadeira. Ninguém acreditava. Mesmo depois de ter passado por um ginecologista, que constatou que ela ainda era mesmo virgem e explicou que era possível engravidar daquela maneira. Nasci de cesariana, em 28 de maio de 1980. Na época, minha mãe não tinha emprego fixo, trabalhava numa lanchonete. Apesar das dificuldades financeiras, ela sempre aguentou firme e nunca pensou em procurar meu pai para pedir ajuda.
Conforme fui crescendo, comecei a perguntar pelo meu pai. Embora ficasse numa situação difícil, minha mãe nunca mentiu pra mim ou inventou nada. Sempre fez questão de explicar exatamente o que tinha acontecido: 'Olha, filha, a mamãe e o papai tiveram um namoro muito rápido e, um dia, nós estávamos namorando no carro, aconteceu uma coisa e eu fiquei grávida. Depois, ele foi embora e eu nunca quis procurá-lo'. Ela tinha uma maneira lúdica de me contar aquela história. Dizia que eu tinha sorte, porque era a única criança que tinha uma 'mamãe 2 em 1' [pai e mãe ao mesmo tempo]. Eu adorava ouvi-la falar daquilo, porque era um momento em que ela se abria para mim, falava como era meu pai e o quanto meus olhos pareciam com os dele. Em todos os meus aniversários, pedia para ouvir aquela mesma história. Peço até hoje.
Depois que nasci, minha mãe demorou a ter outro homem. Isso só aconteceu quando eu tinha 4 anos. Aí ela começou a namorar e se casou. Dois anos depois, teve um filho com esse marido. Nunca tive ciúme dele nem do meu irmão, porque ela também deu um jeito de fazer com que eu gostasse deles. Quando eu tinha 8, ela se separou e, quando estava com 12, se casou novamente, com o homem com quem ela está até hoje. Não teve mais filhos. Apesar de a minha mãe ter se casado duas vezes, nunca quis ou aceitou que eu chamasse algum deles de pai. Também não queria chamar outro homem de pai. Não era porque o meu verdadeiro pai não tinha tido o direito de me conhecer que eu faria isso.
Quando entrei na escola, era a única da turma que não tinha pai. Foi aí que comecei a pressionar mais minha mãe, porque não tinha para quem dar presente no Dia dos Pais e fazer as coisas que os colegas faziam. Nessa data, ficava muito triste e me sentia excluída. Minha mãe me dizia para levar o presente para ela. E, sempre que eu perguntava sobre ele e pedia para a gente tentar procurá-lo, ela falava que só sabia o nome dele, Divino Aparecido da Silveira, e a profissão, engenheiro civil. Acho que tentava me proteger ao máximo, com medo de que eu o procurasse e acabasse me magoando ainda mais.
Com o tempo, deixei essa história de lado. Quando completei 15 anos, porém, comecei a sentir muita falta de ter um pai e surgiu uma fixação por conhecê-lo. Certa vez, eu e uma amiga passamos um dia inteiro olhando listas telefônicas do Brasil todo. Não conseguimos nada. Mas era assim: eu mexia no assunto e, depois, esquecia por um período. Quando tocava no assunto com minha mãe, ela me desanimava dizendo que ele nem acreditaria naquela história e eu acabaria me machucando.
No entanto, a vontade de conhecer meu pai só cresceu com o passar dos anos. Quando fiz 19 anos, um dos meus tios morreu e isso mexeu muito comigo, porque ele nunca tinha se casado e nem tido filhos, então morreu sozinho. Quando pensava que isso podia acontecer com meu pai, porque ele poderia não ter se casado e não sabia da minha existência, ficava desesperada. A vontade de ir atrás dele era enorme, mas acabei deixando de lado esse desejo mais uma vez.
Trabalhava em uma empresa de telecomunicações quando minha amiga Patrícia, colega de trabalho, me chamou no computador para ajudá-la a achar uma pessoa que ela estava procurando. Achei impossível. 'Como você vai achar alguém de quem só sabe o nome?' A resposta foi a tal frase que mudou minha vida. Naquele momento, algo acendeu dentro de mim e resolvi contar minha história para ela. Como eu estava saindo de férias, ela me prometeu que encontraria o meu pai e, quando eu voltasse, me daria o telefone dele. Quando retornei, um mês depois, encontrei debaixo do meu teclado um papel com as anotações do que ela tinha descoberto: endereços e telefones da casa e do escritório dele. Fiquei paralisada, não sabia o que fazer. Decidi ligar para minha tia e contar que havia encontrado meu pai. Imediatamente, ela disse que ligaria para ele para contar tudo. E foi o que fez. Mas, antes, telefonou para minha mãe para pegar mais informações sobre meu pai. Ela ficou morrendo de medo do contato com ele, porque sempre pensou que ele iria me rejeitar, mas não nos impediu de telefonar.
Logo no início da conversa com meu pai, minha tia confirmou os dados que já sabíamos. Perguntou o nome e a profissão dele e se tinha morado em Uberlândia em 1979. Sim, tudo batia. Confirmadas essas informações básicas, ela não fez rodeios: contou que, do relacionamento que teve na época com minha mãe, havia nascido uma filha. Surpreendentemente, ele nem chegou a duvidar da história. Já quis logo saber mais sobre mim e até deixou escapar que sempre quis ter mais uma filha. Meu pai morava em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, estava casado e tinha quatro filhos, só uma menina. Tinha combinado com minha tia, antes de ela ligar, que, caso ele se interessasse em me conhecer, deveria me ligar. Com medo de sofrer frustrações e decepções, pensava que se ele não quisesse me ligar, aquela história acabaria ali e simplesmente tiraria tudo da cabeça.
Demorou uns 15 dias para ele me ligar. Fiquei bastante angustiada com a demora. Pensava que ele podia não ter interesse em me conhecer ou tivesse dúvida se eu era mesmo filha dele. Também não tinha certeza. Um dia, estava a caminho da faculdade e meu celular tocou. Pelo código de área do telefone que apareceu no visor, soube que era ele. 'Atendo ou não atendo?', pensei. Depois de alguma hesitação, atendi. Ele logo se apresentou e perguntou se eu sabia quem ele era. Fiquei encantada. Ele parecia realmente se importar comigo! Com aquela atitude, ele me fez ver que era um homem diferente e meu medo de ser renegada não fazia sentido.
Depois daquele contato, começamos a nos falar muito por telefone. Ele sempre me ligava e parecíamos querer tirar todo o atraso das conversas que não aconteceram por anos e anos. Contávamos tudo um para o outro. Mas, ao mesmo tempo que ele dizia o quanto queria me conhecer, falava que, por enquanto, nossa história deveria ser mantida em segredo porque não sabia como a esposa dele iria reagir. Ele queria preparar a família dele primeiro. Tanto que, quando o convidei para ir à minha formatura da faculdade de publicidade, ele disse que achava que a família dele não reagiria bem e recusou o convite. Fiquei chateada, mas entendi o lado dele.
Na época em que soube disso, como já vinha falando com meu pai havia um tempo e ainda não possuíamos nenhuma prova concreta que eu era mesmo filha dele, tive a ideia de ligar no laboratório que fez o exame de DNA desse filho para saber se meu pai precisaria comparecer de novo para coletar material caso eu quisesse fazer um teste também. Eles disseram que não, que eu só precisaria de uma procuração dele. Fiz o teste no fim daquele mesmo ano de 2004 e a paternidade foi confirmada com 99,99% de certeza.
Desde os 16 anos, namorava o Luis Cláudio, dez anos mais velho. Àquela altura, já tínhamos marcado a data do nosso casamento: 26 de fevereiro de 2005. Decidi convidar meu pai. Antes de começarmos os contatos telefônicos, sempre pensava nesse dia com um pouco de tristeza, porque não teria ninguém para entrar na igreja comigo. Meu pai aceitou o convite de cara e disse que viria mesmo que a família dele não viesse.
No dia do meu casamento, estava ansiosa demais: não sabia se ele viria mesmo ou não. Todo mundo que sabia da história me perguntava isso e eu não tinha o que responder. Avisei a todos que se ele não viesse, entraria sozinha e com ele no coração. Faltavam cinco horas para a cerimônia e estava indo para o salão de beleza me arrumar quando ele me ligou dizendo que estava em Uberlândia. Fiquei tão feliz que saí correndo para o hotel. Naquele momento, não passava nada pela minha cabeça, eu só queria conhecê-lo.
Cheguei ao hotel com o coração batendo muito forte, saindo pela boca. Estava explodindo de ansiedade. Foi o momento mais emocionante da minha vida. Subi no elevador sem saber o que aconteceria nos segundos seguintes. Só tinha certeza de que seria ótimo. Afinal, durante os dois anos em que nos falamos por telefone, ele sempre tinha sido muito carinhoso. Quando o elevador parou no andar certo e a porta se abriu, dei de cara com ele. Nós dois nos abraçamos forte e choramos.
Como já estava chegando a hora do meu casamento e eu nem estava pronta ainda, tive que correr para me arrumar. Nem deu tempo de ensaiar a entrada com ele. Na hora, porém, tudo saiu perfeito. Depois da cerimônia, conversamos bastante. Ele voltou para o Mato Grosso do Sul na mesma noite. Passei uma semana em lua de mel e, quando voltei, a mulher do meu pai tinha me convidado para passar um tempo na casa deles. No dia seguinte, arrumei as malas e fui. Lá, eu conheci toda a família e os amigos dele. Era como se tivesse nascido um bebê, porque todo mundo queria ir a casa dele conhecer a filha que tinha chegado. Depois disso, minha família aumentou, porque ganhei uma 'boadrasta', a Anginha, uma avó [a paterna], que é linda e carinhosa, mais tios e tias, primos, primas...
Para que minha relação com meu pai desse certo, contou o fato de o amor e a paciência sempre terem falado mais alto. Ele e eu nunca impusemos condições para que nossa história desse certo. Com o tempo, fomos percebendo que há muitas semelhanças entre nós. Além dos olhos, que minha mãe sempre dizia, tem a testa, a nuca e o temperamento 'bonzinho', sensato e analítico que nós dois temos. Até o gosto pelas mesmas comidas, acredita? Eu gosto de quiabo, que nem todo mundo gosta, e ele também.
| Reações: |
domingo, 1 de março de 2009
Bebês que tem rotina dormem melhor!
Desde pequeninho, quando o Pedro tinha uns 40 dias, já fui introduzindo aos poucos uma rotina de horário para ele. Para que o bebê se sinta seguro e amado, é importante estabelecer limites.
De 0 a 3 meses: Organize a rotina do bebê de uma forma mais ou menos organizada. Vai aos poucos fazendo sempre as mesmas coisas no mesmo horário, comece pelos banhos, controle as sonecas e depois a alimentação. Aos poucos, torne os horários mais fixos, como dar banho sempre na mesma hora ou trocar as fraldas depois das mamadas.

De 3 a 6 meses: Continue com a rotina diária, com horários para higiene, alimentação, passeios e sono, agora mais regulares e fixo. O bebê já entrou no rítmo das 24 horas e já reconhece as diferenças entre dia e noite.
De 6 meses a 1 ano: Se você foi fiel a rotina, verá que o bebê faz sempre tudo no mesmo horário sempre e o melhor ele tem necessidade disso. Agora já é hora de introduzir o “não pode, machuca” para essa etapa de educação. Use frases curtas, com voz baixa e firme. Você estará ensinando a obediência e sua autoridade ao bebê. Não deixe para fazer isso mais tarde, esse é um momento de muito aprendizado e aprender certo fará toda a diferença e você não terá que reeducá-lo mais tarde.
| Reações: |
Meio ano de vida!

| Reações: |
A primeira vez que o Pedro nadou no rio

Aiii que delícia!!!!
O NOVO!!!
Descobri coisas novas...
Experimentar novas sensações...
Viajar de carro pela primeira vez...
Ir na casa do Vovô a primeira vez...
Ver meus Tios e Tia pela primeira vez...
Chupar laranja pela primeira vez...
Tomar banho de ducha fria...
Nadar no rio pela primeira vez...
Nossa viagem foi maravilhosa! O Pedro não deu nenhum trabalho, nem nas longas 6 horas de carro pra ir e as 6 intediantes 6 horas para voltar. Ele se comportou direitinho. Dormiu praticamente a viagem inteira e só acordava pra mamar, tomar aguinha e brincar um pouquinho e nas vezes que paramos para ir no banheiro e trocar fralda. Fora isso, ele ficava lá dorminhoco.
Lá foi ótimo, o Pedro se adaptou muito lá no rancho do meu pai, dormiu bem, comeu bem, riu, brincou com todo mundo... e foi só alegria.
Ele conheceu o Tio Nick, Tio Rafael e a Tia Drê... visitou a casa da Bisa... conheceu a Tia Sirlene, tomou uns 5 banhos por dia por causa do calor, chupou laranja e nadou no rio pela primeira vez... Ahhhh essa parte foi a melhor, ele ama água, e estava quentinha, foi maior festa, ele ficou lá relachadão no colo do pai. Nem reclamava.
Nos divertimos muito com ele lá, cercados de muito carinho. Ver o Pedro convivendo com meu Pai, meus irmãos, minha Vó, Tias, foi maravilhoso.. e mais ainda, ver ele com a Tia Drê foi um presente pra mim, foi amor a primeira vista, ele dava cada sorrisão pra ela. Ela cativou a gente!
Foi muito gostosa nossa viagem.
Viajar com um bebê cansa muito, mas é maravilhoso!
Valeu a pena!
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
A primeira viagem do bebê...

| Reações: |
domingo, 1 de fevereiro de 2009
O amor que tenho por você é enorme...
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
O amor de Mãe!!
Olá pessoal, estava passando pelo o blog de uma amiga minha - Carol, e encontrei uma postagem interessante. O blog dela é muito legal, eu amo e vale uma visitinha de vocês: http://pensopauloneto.blogspot.com/. | Reações: |
sábado, 24 de janeiro de 2009
Ele já come papinhas!!!
Ele já come papinha!!! É uma farra!!! E ele ama.
Veja o que encontrei sobre o assunto e tem me orientado:
| Reações: |
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Cabelinhos caindo aos 4 meses...

Agora que você já sabe de mais esse detalhe sobre o desenvolvimento do seu filho, não se espante se, logo pela manhã, notar que o travesseiro dele está coberto de cabelos... Esse é um dos primeiros avisos de que a renovação dos fios está acontecendo. Aliás, experimente perguntar para outras mães e você vai descobrir que muitas já levaram um baita susto ao notar que o bebê estava ficando careca.
Por falar em conversar, você já pensou no quanto é importante criar uma rede de amigas para discutir assuntos como esse. Os aprendizados e desafios da maternidade são muitos, não é mesmo? Mas é dialogando que muitas das nossas dúvidas acabam sendo resolvidas.
Claro que você não precisa seguir todos os conselhos que ouvir. E isso, inclusive, vale para as avós. Essas mães tão experientes têm sempre muito a ensinar. Mas é preciso ir com calma para essa relação ser a melhor possível.
| Reações: |
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Voltar a trabalhar feliz depois da licença-maternidade
1. Saber que, por mais que o começo seja difícil, você vai ser mais feliz, e até uma mãe melhor para seu filho, se estiver realizada profissionalmente.
2. Lembrar-se de que é mais importante a qualidade do tempo que você fica com a criança do que a quantidade.
3. Confiar plenamente em quem cuida do bebê, seja a babá, os avós ou o berçário que você escolheu.
4. Organizar seu horário para almoçar em casa ou voltar a tempo de colocar o filho na cama.
5. Checar a possibilidade de trabalhar alguns dias em casa, mesmo que seja meio período. Algumas empresas aceitam esse tipo de acordo. Todos lucram: mãe, bebê e o trabalho também.
6. Acreditar que você e seu filho ganham com o emprego – estamos falando mesmo de dinheiro e de oportunidades.
7. Trabalhar concentrada e fazer o tempo render para matar a saudade logo!
8. Ligar para casa algumas (muitas!) vezes ao dia para saber como o bebê está.
9. Conversar com as amigas que já passaram por isso. Conselhos e colo (para você, nesse caso) serão muito bem-vindos.
10. Exorcizar a culpa. Ela não ajuda em nada e você acaba gastando energia à toa.
| Reações: |
sábado, 27 de dezembro de 2008
Voltar a forma após a gravidez não é fácil, mas é possível!!

Quando o Pedro nasceu tudo foi lindo, maravilhoso!
Bebê lindo, saudável, fofinho...
Nos primeiros dias você só quer curtir o bebê, olha para o seu corpo e se dá um desconto, afinal acabou de ter um lindo bebê.
Mas não se engane, passado uns dias cai a ficha que seu corpo está todo "deformado", nessa proporção mesmo.
Pra quem nunca viveu eu explico: a barriga fica sem noção, ainda bem que minha amiga Cristiana Heluy me alertou pra que eu não tivesse um troço ao ver... É uma coisa estranha, forma uma "pança" caida, porque aquele barrigão vai embora, mas sobra a pele, a gordura.
Nisso não há nada lindo, nem fofinho, nem charmozinho... é real.
Mas calma!!! Se você tiver determinação de uma sobrevivente, você vai chegar lá com esforço, exercício físico, boa alimentação e muita determinação para acordar a noite toda para olhar o bebê e mesmo assim ir na academia no outro dia.
Tudo bem que o bebê é lindo, é o melhor momento da sua vida, e você está realizando seu maior sonho, isso nada estraga mesmo.
Mas não se iluda, nem a mais desligada das mulheres, (coisa que nunca fui) vai deixar de sofrer ao se olhar no espelho e ver a situação, ainda mais se você tiver engordado mais que os 10, 12 quilos recomendados. Então o negócio é desde o ínicio da gravidez pensar no corpo e na sua saúde não exagerando, e logo após o parto iniciar um acompanhamento de dieta que previlegie a amamentação e a perda de peso, acompanhado por atividade física quando liberado, e foi isso que fiz.
Passado o susto, eu resolvi arregassar a mangas...
Dieta: procurei uma endocrinologista (Dra. Jordana) e busquei uma dieta para me ajudar a perder peso sem prejudicar a amamentação, já que a coisa mais importante do momento não era meu corpo, mas o Pedro. Isso me ajudou bastante, porque daí eu passei a comer só o que fazia bem e não me engordava.
Atividade física: Com 30 dias após o parto a minha médica me liberou para exercícios físicos e eu peguei firme na academia do meu condomínio, passei a ser presença garantida lá, eu me organizava e ia. No começo fazia só esteira e depois contratei uma personal (Fernanda Rodrigues 9976-9932) que me ajudou muito a fazer o certo, com dois meses de malhação intensa e controle da alimentação eu já tinha perdido praticamente todo peso, ficando só 3 quilos para perder.
Drenagem linfática: Uma coisa que me ajudou muito também foram a sessões de drenagem, como eu não tinha como sair de casa, encontrei uma fisioterapeuta que vem aqui em casa (Talita da clinica Mariane Hanna - 9968-1751). Foi meu segredo de sucesso! Com as drenagens a retenção de líquido foi melhorando e com isso fui percebendo a perda de medidas, isso me incentivava cada vez mais a fazer exercícios e controlar a alimentação.
Enfim, com 4 meses após o parto, muita malhação, e um pouco de esforço em resistir as guloseimas estou há 3 quilos do meu peso ideal, já recuperei o peso de quando engravidei, mas a gente sempre quer mais. Estou pesando 57 quilos para 1,67 e quero pesar 54 quilos.
Vamos que vamos!!
Por isso, se você passou, ou está passando por essa fase agora, não se desespere, tenha força e determinação!!! beijos Mey
Selecionei algumas dicas para voltar ao peso ideal após a gravidez, seguindo algumas simples aqui já garante um rápido retorno:
1. Amamente à vontade. O ato gera um grande gasto de energia, fazendo o corpo consumir gorduras e queimar calorias (até 600 por dia).
2. Depois do nascimento do bebê é importantíssimo deixar o corpo hidratado para a produção de leite e também para manter a forma. Beba, se possível, dois litros de líquido por dia: água, chá, sucos ou água de coco. O chá verde, por exemplo, ajuda não só a reidratar o organismo como a varrer algumas gorduras e impurezas através da urina.
3. Evite alimentos ricos em açúcares como doces e guloseimas em geral, frituras, comidas de fast-food, molhos gordurosos e salgadinhos. Eles são altamente calóricos, nada nutritivos e só ajudam a acumular excessos onde não deve.
4. As bebidas gaseificadas podem aumentar a formação de gases e causar distensão abdominal, deixando a barriga ainda mais saliente. Fuja deste tipo de líquido que também é rico em calorias vazias e açúcares. Dê preferência aos sucos naturais. Se forem industrializados, opte pelos lights.
5. Gorduras trans - gordura vegetal hidrogenada - é um veneno para a saúde e para a forma. Elas geralmente estão presentes em algumas margarinas e produtos industrializados como molhos prontos para saladas, batata frita, massa e pães folhados, chocolates e biscoitos recheados. Prefira sempre as gorduras derivadas de óleos vegetais como canola, girassol, milho, soja e azeite de oliva.
6. É necessário extremo controle também com o consumo de gorduras saturadas. Elas aumentam o nível de colesterol ruim (LDL) no sangue e, por tabela, engordam que é um estouro. Troque os alimentos de origem animal como leite integral, creme de leite, queijos amarelos e carnes gordas pela versão desnatada ou light, queijos brancos e carnes magras, como alcatra, coxão duro e mole, lagarto, filé-mignon, peixes e frango. Todos, se possível, grelhados ou assados.
7. Faça, no mínimo, cinco refeições ao dia, com intervalo de três horas. Se você se alimentar em períodos curtos, nunca chegará à próxima com fome. Também modere na quantidade de comida e dê preferência aos alimentos de baixa caloria.
8. Adote a gelatina diet como sua sobremesa favorita. Sabe por quê? Ela possui cerca de 90% de proteína, que reconstrói as fibras de colágeno, deixando a pele mais firme, tem 0% de gordura, nenhum grama a mais de colesterol e é riquíssima em água.
9. Evite tomar cerveja. Embora seja diurética, a bebida é bem calórica (uma lata de 355 ml tem cerca 130 calorias) e responsável pelo acúmulo de gordura justamente no abdômen. Outras opções alcoólicas também devem ser evitadas, principalmente as destiladas. Uma dose de caipirinha de fruta com pinga e açúcar, por exemplo, soma 354.
10. As atividades aeróbicas, isto é, que aumentam as batidas do coração para promover a queima de calorias, podem ser inseridas na rotina 15 dias após o parto. Porém, é preciso a alta médica. Comece com programas levíssimos, como a caminhada devagar, durante 30 minutos, e vá aumentando o ritmo. Faça no mínimo três vezes por semana.
11. Depois do segundo mês pós-gestação dá para apostar nos equipamentos que derretem gordura na academia, cerca de 400 a 800 calorias, durante uma hora, como a bicicleta, esteira, elípticos (transport) e cardiowave. Se você não curte muito os templos da malhação, vale a pena partir para os exercícios ao ar livre, como a caminhada moderada, corrida, bike, subir e descer escadas. Faça, no mínimo, três vezes por semana, durante 30 minutos.
12. Como a barriga é, sem dúvida, a parte do corpo que mais sofre com a gravidez, as aulas de abdominais são tiro e queda para ajudá-la a melhorar de forma gradual. Procure nas academias aulas que movimentem esta região. As feitas com a fit ball (bola gigante) são sempre uma boa pedida, pois exigem que os músculos superficiais e os internos da região abdominal estejam contraídos o tempo todo. Os abdominais tradicionais também são muito bem-vindos e podem ser feitos em casa, começando com apenas 10 por dia.
13. Coma boa quantidade de frutas, legumes e verduras. Eles são excelentes fontes de vitaminas e fibras que auxiliam no bom funcionamento intestinal, saciam a fome e tem baixo valor calórico. De quebra, são fartos em água, auxiliando no processo de hidratação do organismo.
14. É comum que regiões como abdômen, peito, costas e a lombar precisem ser enrijecidas depois de dar à luz. É necessário mesclar os exercícios aeróbicos (para perder peso) com a musculação (para deixar tudo durinho). Faça-os três vezes por semana na academia (ou em casa) com caneleira ou pesinhos para tonificar todos os músculos. Vá aumentando progressivamente.
15. Modalidades como o pilates e a ioga são indicadas não só durante a gestação, pois auxiliam a exercitar a pélvis, facilitando a passagem do bebê, como também após o nascimento. Ambas fortalecem (e muito!) todos os músculos, principalmente da barriga, aumentam a força, a flexibilidade e beneficiam a postura. Sem contar que derretem cerca de 500 calorias e funcionam como uma terapia, deixando a mente relax.
16. A intradermoterapia é indicada só após a amamentação para acabar com a gordura localizada na barriga. Consiste na aplicação de um mix de substâncias para queimar o excesso de gordura. O coquetel é injetado através de agulhas finíssimas em toda a extensão do abdômen. São recomendadas de 5 a 10 sessões, com intervalo de 15 dias.
17. Um dos únicos procedimentos que pode ser feito, antes, durante e depois da gravidez é a drenagem linfática, massagem que estimula o sistema linfático a trabalhar mais rápido, para limpar toxinas do organismo e eliminar líquidos. Pode ser manual ou com aparelho.
18. Sabe aqueles pneuzinhos que se alojam na cintura e laterais? Eles podem ser exterminados com ultra-som, aparelho de ondas sonoras que facilita a penetração de gel lipolítico para amolecer e quebrar os nódulos de gordura. São necessárias cerca de dez sessões.
19. Para acabar com a celulite, a gordura localizada e a flacidez do corpo todo, aposte na carboxiterapia. As injeções de gás carbônico na derme provocam a vasodilatação e a oxigenação das células adiposas. Além de dissolver os nódulos, também estimulam a produção de fibras de colágeno responsável pela firmeza cutânea. São indicadas de 6 a 18 aplicações, uma vez por semana.
20. Se a flacidez muscular escolher o seu bumbum, barriga e pernas, experimente a estimulação russa. Os eletrodos do aparelho em contato com a pele causam uma contração muscular por estímulos elétricos, ajudando a tonificar a musculatura. São indicadas de 10 a 15 sessões, uma a duas vezes por semana.
21. 21 A lipoescultura ajuda a desfazer os nódulos de gordura e celulite e ainda ativa a circulação. Para fazer a massagem modeladora os profissionais usam cremes que também atuam na queima de gordura. Faça10 sessões, uma vez por semana.
22. A flacidez, é sem dúvida, a pior herança da gravidez no corpo da mulher. Uma boa opção contra ela é utilizar o Accent, aparelho de radiofreqüência que produz um calor intenso na área a ser tratada, favorecendo a formação de um novo colágeno e o enrijecimento. Este tratamento é feito em quatro sessões.
23. Para auxiliar no combate à flacidez corporal, o Titan também é utilizado. Trata-se de uma máquina que emite luz infravermelha e aquece a derme a 50º C (mantendo as camadas superficiais frias) e desenvolve um novo colágeno, deixando a pele mais firme. São necessárias duas sessões.
24. O Dermawave é um típico aparelho 3 em 1. Ele tem ponteiras distintas de ultra-som (que emite ondas sonoras), eletroterapia (ondas elétricas) e eletroporação (que abre os poros das celulas para entrada de ativos), por isso, é eficiente no combate à celulite, estrias e gordura localizada, onde quer que elas estejam. O aparelho é programado de acordo com a necessidade. Para celulite e gordura localizada são recomendadas de 5 a 10 sessões, já para estrias, de 10 a 20.
25. É normal, após a amamentação, os seios ficarem caidinhos e com pele sobrando. O tratamento estético que ajuda a “levantar” a região é com aparelhos de microcorrentes de baixa freqüência. Eles estimulam a oxigenação, a produção de colágeno e o enrijecimento dos peitorais. São necessárias, no mínimo, dez sessões.
Tratamentos indicados: Clínica Mariane Hanna - 3236-8151
| Reações: |
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
O primeiro Natal a gente nunca esquece!
Esse será o primeiro Natal da vida do Pedro.Se ele for como eu sou, nunca vai deixar um Natal passar em branco, porque eu simplesmente amo o Natal.
E nesse ano o meu presente chegou antes... mais precisamente em Agosto. E que presentão!!! DEUS OBRIGADA!!! Foi o melhor presente que já ganhei na vida.
Estou muito feliz e eu e o Pedro desejamos à vocês TUDO de melhor, que a graça do Senhor Jesus seja sobre a vida de vocês todos os dias, porque Ele nasceu para que tenhamos vida em abundância, "porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito por nós"
FELIZ NATAL!!!!
| Reações: |
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
2 meses e meio do Pedro
| Reações: |
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Pedro 2 meses e meio
Gente!!! Que fofura!!!O Pedro já está com mais de 2 meses e meio, maravilhoso essa fase.
Ele dá cada gargalhada linda... acompanhar o seu desenvolvimento é gostoso demais. Ele está se descobrindo, nessa foto ele se vê no espelho e ri... fofo... fofo... fofo!!!
Muita coisa está mais fácil do que no comecinho, agora ele não chora mais de fome porque estou complementando as mamados no peito com o leite Aptamil. Foi difícil pra mim tomar essa decisão, amamentar era meu sonho e tinha medo de dar leite artificial e ele largar o peito. Foi preciso ir em dois pediatras e várias consultas no Banco de Leite da UFU (alías recomendo para toda mãe) para eu aceitar que o Pedro não estava ganhando tanto peso quanto devia e começar a complementar.
E foi a melhor coisa que fiz, porque depois disso, o que eu achava que era cólica passou, era fome. Ele não largou o peito, mama do mesmo jeito e agora está muito gordinho, ganhando mais de 50 gramas por dia (antes chegou a 15 gramas só por dia). Infelizmente o meu leite não é muito, mas eu não desisto de amamentar, faço tudo que posso e tenho tido leite para todas as mamadas, só não é suficiente para ele ganhar o peso necessário.
Enfim, são muitos desafios, mas o mais importante mesmo são os momentos de alegria, que não se compara com a benção de receber um sorrizo dele.
Sabe o que ele já fez?
Passeou no shopping ajudando a mamãe comprar a decoração de natal, tomou as primeiras doses das vacinas, foi na festinha de aniversário do amiguinho Pedro, riu ao ver sua imagem no espelho, riu de dar gargalhada, reconheceu os briquedinhos, parou mais de 30 minutos admirando as luzes e musiquinhas da árvore de natal, ficou com a Madrinha para a Mamãe e o Papai passear... dormiu uma noite inteira sem acordar para mamar e já faz um monte de barulhos engraçados...
Nossa já é um rapazinho!!!
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
60 dias apaixonada!!!

Há mais de 60 dias aconteceu a coisa mais importante da minha vida.
Nada nesse mundo se compara a alegria do nascimento de um filho.
Na verdade, tem sim: o crescimento de um filho.
A gente fica boba mesmo, e é assim que estou... em estado de graça!
Melhor que ver ele nascer, é ver ele se desenvolver cada dias mais, ver as perninas ficarem grossinhas, as buchechas encherem, o cabelinho ir caindo e nascendo outro, ver que ele já não chora mais do mesmo jeito, notar que agora ele tem um novo olhar, olhar de quem te vê. Daí você começa observar as semelhanças com você e o quanto isso é gostoso!!!!
E as gargalhadas? Que delícia!!! O Pedro é super precoce, dá muitas gargalhadas com apenas 2 meses. Ele já brinca com as mãozinhas também, e nem tem tantas cólicas quanto antes.
Tudo passa!!! A fase díficil, o desespero da adaptação dos primeiros dias fica numa vaga lembrança de coisas que não fazem a mínima importancia.
Agora me percebo uma outra mãe, que está crescendo com o Pedro, cada dia sou melhor, cada dia aprendo mais, estou mais segura, mais alegre, sabendo curtir a delícia de ser mãe. Precisei de muita calma e adaptação para chegar nesse ponto, no começo não se enganem, quem já é mãe sabe que as coisas são complicada no ínicio. Mas agora não, tudo é bom, a gente está se descobrindo, se apaixonando um pelo outro, se conhecendo, e quanto mais eu conheço o Pedro, mais eu amo. E é assim mesmo, parece um namoro, só que com a diferença que esse amor é eterno.
Estou muito feliz!! Não consigo descrever isso em palavras, e olha que me julgava boa para isso. Mas esse amor é tão grande que nem os maiores mestres conseguiram resumir com a gramática.
Enfim, estou há 60 dias apaixonada!!!
| Reações: |
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
O sorriso mais lindo do mundo!!
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
É muito importante e gostoso amamentar!!!
| Reações: |
Cólicas em bebês!!!

As cólicas são comuns em bebês desde o nascimento, principalmente depois dos 15 dias, seguindo até os três meses de vida, normalmente ocorrem no mesmo horário. Raramente acontece em bebês com mais de seis meses de idade.
É uma sensação nova para o bebê e dói muito. O choro de cólica é estridente. Observe as seguintes características: o bebê fica inquieto, com rosto vermelho, fazendo caretas, se contorce e encolhe as perninhas até a barriguinha.
A cólica acontece por imaturidade do sistema digestivo do bebê. Essa imaturidade faz com que as paredes intestinais se contraiam e relaxem sem controle e isso pode resultar em gases e levar à cólica.
O intestino do bebê é preparado para receber só o leite materno até os seis meses de vida. Esse leite pode acarretar em cólicas porque faz o intestino do bebê funcionar para digeri-lo.
Se o bebê receber outro tipo de alimentação nesse período, as cólicas podem ser piores, pois a digestão é mais difícil e requer maior trabalho do intestino. A fermentação do leite e de outros alimentos causa gases e é outro fator de cólicas.
A tensão ou o estresse do ambiente pode deixar o bebê tenso e agitado, acentuando a cólica. Pode verificar que as cólicas geralmente ocorrem ao fim do dia quando todos estão mais cansados. Se a mamãe fica nervosa, o bebê sente essa ansiedade e insegurança, por isso a mamãe tem que tentar ficar o mais tranqüila possível e passar segurança para o seu bebê com muito amor e carinho.
Além da posição para alimentação e colocar o bebê para arrotar, há outras maneiras de prevenir a cólica. Fazer compressas mornas na barriga do bebê como colocar uma fralda aquecida ou bolsa com água morna (verifique a temperatura para não causar queimaduras), fazer ginástica com as perninhas do bebê como se ele estivesse "pedalando" e massagear a barriga do bebê com as mãos aquecidas com movimentos circulares durante 2 minutos, todos de 4 a 5 vezes por dia ajudam o bebê a não ter cólicas ou aliviar a dor na hora das crises.
Para evitar o estresse, procure manter o ambiente calmo e quieto enquanto alimenta o bebê ou nos horários mais freqüentes da cólica e descubra formas de confortá-lo, cada bebê se sente seguro e amado do seu jeito.
Não é cientificamente provado que a alimentação da mamãe pode dar cólica no bebê que amamenta. Mas há muitos relatos de mães sobre isso. Fique atenta se perceber que quando come algum tipo de alimento seu bebê tem cólica. Evite esse alimento pelo menos até os três meses de vida do seu bebê. Os agressores mais comuns são laticínios, chocolate, cafeína, melão, pepino, pimentão, frutas e sucos cítricos e alimentos condimentados.
Na hora da crise o calor ajuda na liberação dos gases que provocam a cólica. Colocar o bebê barriga com barriga com você com as perninhas encolhidas, de barriga no seu antebraço, uma bolsa térmica com água morna na barriga do pequeno ou massagear a barriguinha ajudam na eliminação da dor.
Como os homens têm a temperatura do corpo um pouco mais elevada que as mulheres pode ser que as cólicas se resolvam mais rápido quando o bebê é colocado na barriga ou no antebraço do papai ou quando é o papai que faz as massagens.
Nada de chá - Não faça uso de chás para resolver o problema. O chá pode provocar ainda mais cólica já que o intestino do bebê ainda está imaturo. Ou o chá simplesmente por ter um efeito calmante faz seu bebê dormir, mas não resolve a cólica. Só use remédios com prescrição médica.
| Reações: |






















































