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14 de dez. de 2014

Para engravidar: fé


"Fé é a certeza das coisas que não vemos, mas cremos."


Oi amigas tentantes, 

Hoje escrevo esse post para vocês que esperam pela bênção de ser mãe. Quero compartilhar com vocês que quando eu decidi que era hora de ser mãe, Deus ainda não achava que era o tempo certo e foi difícil esperar e entender, mas foi exatamente nessa época que a minha fé foi formada e quando o propósito de Deus se cumpriu na minha vida, eu me tornei mãe do meu primeiro filho, o Pedro e hoje também tenho a Marina. Dois filhos maravilhosos, saudáveis e o exemplo da misericórdia de Deus na minha vida. 

Eu sei que muitas vezes essa espera parece não ter fim, mas quero animar vocês que creiam que a promessa de Deus será cumprida e que logo estarão com seus bebezinhos. 

Aqui no blog tem a minha estória antes de engravidar e também de algumas amigas minhas, que pela fé alcançaram vitória. 

Anime-se nesse dia de hoje é creiam que Deus faz sempre o melhor e no tempo apropriado. 

Fiquem com Deus e se quiserem deixar o nome nos comentários, vou orar por vocês. 🙌

Beijos, com carinho, Mey

4 de ago. de 2013

Chá de Bebê da Maria Luísa: tema Anne Geddes



Oi Queridas Amigas e futuras Mamães!
No final de semana estive em um Chá de Bebê muito lindo, cheio de detalhes e mimos especiais para a receber uma grande benção na vida de um casal de amigo: a Heloísa e o André Amighini. Celebramos a chegada da princesa Maria Luísa, que nascerá em Outubro próximo.

Tudo foi preparado com o maior carinho pela Mamãe e toda família participou. A Tia Juliana Amighini, fez os convites, tags, etiquetas e toda a personalização da festa. Tudo em scrapbook e pensado com todo carinho para que fosse celebrado esse momento tão especial.

Os docinhos foram feitos pela própria Mamãe Helô, com a ajuda da Tia Kalu e a Jane (que trabalha na casa da Vovó materna). Os bombons de joaninhas e abelhinhas foram a Francielly (34- 3232-3381), que vocês conhecem de várias postagens aqui.
O tema escolhido foi os bebês da Anne Geddes e a decoração foi da Giovana   Festas. Eu achei um encanto! 
E o bolo de fraldas, que luxo! Foi a Elenice, uma amiga da família que fez. 

E os quitutes do chá!!? Gente, estava tudo uma delícia e praticamente tudo é receita da família, desde o pão de queijo, pães integrais, geléias, biscoitinho de queijo, pasteizinhos de goiabada, bolachinhas, tudo foi feito pela Vovó -Mãe da Helô. 

Para as crianças tinha recreação com a Tia Sophia da Arte Brincante, com pinturas, shows de balões e muita diversão. 

As lembrancinhas entregues na despedida finalizaram com chave de ouro essa festinha linda, mais uma vez tudo feito pela mamãe com ajuda da Tia prendada. 

Agradeço o convite para estar presente nesse momento tão importante da família e que a chegada da Maria Luísa venha trazer ainda mais bênçãos de Deus e alegria para todos! 
Parabéns Helô e André, desejamos tudo de bom para vocês 3. 

Com carinho, Mey

Confira aqui algumas fotos que marcam os detalhes do Chá de Bebê da Maria Luísa:





3 de ago. de 2013

O parto da Diana, por Camila Fioranelli


Olá Amigas! 
Vocês sabem como eu gosto de estórias de parto, e como eu gosto de compartilhar com vocês essas estórias. Hoje eu trago o relato do parto da minha amiga Camila Fioranelli, mamãe da linda Diana de 1 mês e meio. É muito amor gente! E a certeza que Deus sabe o tempo de todas as coisas, e logicamente, no nascer não é diferente. Deus tem contado todos os fios de nossa cabeça. Muito bom saber disso e a Camila nos conta um pouco desse mover de Deus em seu relato de parto. 
Parabéns Cá, que Deus te instrua como mãe e te capacite em todas as coisas, que a Diana traga para sua casa muitas alegrias. Obrigada por compartilhar esse momento tão especial com a gente. :-)

RELATO DO PARTO  
por Camila Fioranelli, mamãe da Diana.

Mais do que amor, é mais forte, puro, intenso, inabalável. Não cabe nas palavras.  Pra mim, a prova mais real da existência de Deus em nossas vidas e do amor infinito dele por nós. Assim foi o primeiro sentimento que inundou meu coração no momento que minha querida filha chegou em meus braços. 
O parto, tão esperado e até um pouco temido durante os 9 meses foi mais tranquilo do que se podia imaginar, graças a Deus!
Sempre quis esperar o desejo do bebê sobre a hora certa e a forma que ela escolheria pra nascer. Acho isso uma forma de respeito sobre o como a criança está preparada para vir ao mundo, em seu tempo, de sua forma. No entanto, no auge da 39ª semana, após me examinar e ver que o neném estava "alto" na barriga e que muito provavelmente a bolsa não romperia dentro dos próximos 15 dias pois ainda tinha "muito espaço" pro bebê (a linguagem médica explicou de outra forma que não me lembro), a médica sugeriu agendar a data para termos garantia de um parto tranquilo, pois tudo indicava que o parto normal não se viabilizaria pois o bebê estava longe de encaixar.  Eu que nunca esperei que meu parto fosse dessa forma, topei. É incrível como ao chegar no final da gravidez estamos com os sentimentos aflorados: a ansiedade para ter seu bebê nos braços o quanto antes e a sensação de que em seu colo nada de mal irá lhe acontecer, é grande. Mas sempre coloquei nas mãos de Deus, se a médica que acompanhou todo pré natal, conhecia mais do que ninguém as minhas condições e as do bebê estava indicando este procedimento, topei. Parto agendado para 10/06/2013. 
Não via a hora de chegar o grande dia, mas por incrível que pareça eu estava tranqüila e muito confiante. 
Mas sabemos que as vezes, as coisas não são tão programadinhas assim (e eu adoro isso, na verdade era tudo que eu esperava), na madrugada do dia 6 para o dia 7/jun, eis que acordo as 2hda manhã com o rompimento de minha bolsa...que alegria!!!!!  Meu bebê iria chegar antes do dia programado e melhor ainda, no momento escolhido por ela!
Esperei amanhecer e um pouquinho antes das 7h liguei pra minha médica e em seguida fui direto para o consultório para que ela me examinasse. Ela disse que eu realmente já tinha perdido um pouco do liquido da bolsa, mas se fosse melhor para mim, podia esperar que o parto fosse no dia seguinte, pois era sábado. Claro que eu não queria esperar, mas minha mãe que estava comigo, muito sábia, perguntou: "Dra.  se fosse sua filha, o que você recomendaria?" E ela respondeu: "Eu faria hoje, o quanto antes."  E então minha mãe concluiu "É agora, vamos para a maternidade!". E assim foi. Comecei as ligações: desmarcando reunião de trabalho que estava agendada para a manhã daquele dia, ligando para a família, para as amigas, para as pessoas do trabalho e mudando a encomenda das lembrancinhas que já tinha encomendado com a data do dia 10 (ao ligar descobri que já estava tudo pronto e que teriam que fazer tudo denovo, rsrs). 
Marido que estava trabalhando, em reunião, saiu correndo e foi para o hospital. Assim que ele chegou fomos chamados para entrar para a sala de parto. Nossa, foi tudo muito rápido. O parto então, rapidíssimo. Mas, quando a Diana nasceu e a médica imediatamente a colocou em meu colo, no meu peito, o tempo parou! Parou tudo! Não me agüentei de emoção. Foi neste momento que tive o sentimento mais forte de todos até agora em minha vida. Já tentei explicar para as pessoas o que senti, mas as palavras não conseguem. É incondicional, o verdadeiro AMOR! O sentimento mais puro e verdadeiro que ja pude sentir. 
Um presente de Deus! O melhor de todos. 
Foi assim que, as 10h41, do dia 07/06/2013, chegou minha amada filha, DIANA! ❤


4 de jul. de 2013

Segundo filho: a chegada da irmãzinha.


Oi Mamães! Oi Papais! 

Nossa! Que papo bom eu quero levar com vocês hoje aqui. Aos pés dos 8 meses como mãe de dois eu fiz algumas descobertas. Uma delas é sobre como funciona a chegada do(a) irmãozinho(a) para o filho(a) mais velho. É tudo muito bom, tudo novo, eles curtem muito, mas não é fácil para o primeiro filho. E não é fácil para ninguém. 

Tenho percebido que o Pedro vem demostrando suas carências acumuladas desde a chegada da Marina. Ele tem levado numa boa, sem muitos dramas, mas tem sentido bastante e começou a expressar isso mais forte de um mês para cá. 
Outro dia ele falou pra mim: "Eu queria ser a Marina.". 
Isso me doeu muito. Me pergunto quando eu não percebi que ele estava sofrendo? Daí eu tive uma conversa com ele para entender isso, e nesse papo ele me expôs que ele queria dormir um pouco na minha cama e depois eu colocar ele na cama dele. 
Que dó, a gente sempre fez isso com ele e desde que a Marina nasceu é com ela que fazemos isso, não mais com ele. Não é todo dia que dá para fazer os dois dormirem ao mesmo tempo, apesar de gostoso, vira bagunça, e a Marina dá muito trabalho para dormir.

Avaliando, eu observo que passamos a cobrar dele uma postura de irmão mais velho, que hoje percebo que ele não está tão preparado. Estamos o tempo todo ninando a Marina e com ele reforçando que ele é grande, que já tem quase 5 anos. E nisso, tenho notado ele regredindo em algumas coisas, precisando mais de atenção que o normal, emburrando com mais freqüência, as vezes chora sem motivo e ficou mais agressivo e agitado. Percebo ele tentando defender seu espaço e eu estou tentando dar segurança para ele de que a chegada da Marina trouxe muita coisa boa para a nossa vida, também tenho feito algumas coisas para tentar amenizar essa nova fase para ele Ele tem aceitado bem, as mudanças acontecem paulatinamente, mas tem ajudado muito. Veja algumas ações práticas que eu tenho feito:

  • Participo o Pedro de tudo que posso em relação a Marina: nunca coloque a criança a parte, e dentro do possível, permita que ela participe em algumas tarefas simples que envolvam o bebê, como o segurar, o embalar, o dar de comer (com ajuda dos pais), para que ele sinta que o bebê também é dele.
  • Tempo só para o Pedro: uma vez por semana, eu e o pai tiramos um momento especial e saímos de casa só para o Pedro, nem que seja no parquinho da esquina e deixamos claro que esse tempo é só para ele. Também temos deixado ele na nossa cama curtindo nós dois, sem a Marina, antes de dormir. Antes a gente fazia os dois dormir na mesma hora. 
  • Falo sobre os meus irmãos: conto para ele sobre as nossas brincadeiras de infância, o quanto é bom ter alguém para contar, o amor que recebo deles, as vezes que me ajudaram, que eu pude ajudar e o quanto é bom ter irmãos.
  • Estou mais tolerante: tenho buscado criticar menos, relevar mais e concentrar no que é importante. Aprendi a escolher as batalhas que vou entrar, não fico o tempo todo corrigindo, antes eu era muito mais rígida, agora foco no que é importante. 
  • Valorizo o lugar que o Pedro tem nas nossas vidas: através de palavras e gestos carinhosos, reforço o lugar especial que ele tem como filho mais velho, e o lugar especial que ele tem nos nossos corações. Falo para ele o quanto ele foi esperado, conto sobre antes dele nascer e tal.
  • O poder do irmão mais velho: Valorizo o fato dele ser o filho mais velho, para ele perceber a importância daquilo que já alcançou e achar inútil querer voltar a época que era bebê. 
  • Mostro as fotos dele quando bebê: a cada etapa da Marina eu mostro uma foto do Pedro na mesma idade, ele ama. Explico o que ele fazia, o que gostava, o que comia, falo das brincadeiras, onde ele dormia. Faço ele perceber que ele também já ficou muito no colo da mamãe quando pequeno (uma das coisas que incomoda muito ele). 
Bom, não tem receita de bolo, é uma fase complicada e eu acredito que todas as mães acabam passando. Precisa ter fé, força e muita paciência. Sei que logo vai passar, pois o amor que eles sentem um pelo outro é maior que tudo na vida. 

Beijos, Mey


19 de jun. de 2013

Parto normal: o parto que o Augusto escolheu.


Olá amigas! 
Ando com saudades de postar por aqui e hoje eu trago um post muito especial. Uma estória linda, que narra o melhor primeiro encontro que nós mulheres podemos ter na vida: a chegada de um filho. 
Uma querida amiga, a Fernanda Spadaccia ganhou recentemente um lindo presente, o Augusto, e foi um parto normal sem planejar, uma dádiva de Deus que ela vai compartilhar aqui com a gente. Leia essa estória, você vai se emocionar!


O parto que o Augusto escolheu.
por Fernanda Spadaccia Ferrarese

Mey, tudo bem?!
Você pediu e eu resolvi escrever, pra compartilhar a minha experiência com você e suas seguidoras.
Você vai ver que fui privilegiada por Deus e pela natureza...
Bom, a vida toda eu falei que nunca faria parto normal, que a tecnologia estava aí a favor das mulheres e que eu não considerava normal todo aquele "sofrimento" envolvido no parto chamado normal. Eu me referia a todas aquelas horas e horas em que as mulheres ficam em trabalho de parto, com muita dor, podendo chegar a 10, 15 ou até mais horas sofrendo as dores das contrações, até que chegue a hora que o bebêzinho resolva vir ao mundo.
 
Bem, eu não sei exatamente o que aconteceu, mas durante a gestação eu simplesmente passei a considerar a hipótese do parto normal, desde que fosse realmente normal,  o que, pra mim, significava um trabalho de parto que evoluísse rápido, e que não fosse sofrido para a mãe e nem para o bebê, mas, sinceramente Mey, eu nunca, nunca mesmo, achei que isso iria acontecer comigo! Então era bem cômodo né?! Eu falava que faria se fosse dessa forma, mas como isso é bem difícil de acontecer, no fundo eu tinha quase certeza que seria cesárea. Um pouco de demagogia né?! Eu sei...
 
Aqui acho que vale a pena abrir um parênteses para falar sobre a minha medica, a Dra. Márcia Heloísa Fogaça. Desde o início ela não se opôs ao parto normal, raridade hoje em dia, e me disse que eu não precisava resolver no começo da gestação que tipo de parto eu faria, e que ela me falaria, ao longo das consultas, se eu teria as condições para fazer o parto normal. Ela é uma médica e uma pessoa muito especial e teve uma contribuição enorme pra que tudo isso acontecesse.
 Em uma das consultas de rotina no ultimo mês da gestação, numa quinta-feira, na sala de espera, eu comentei com meu marido que tinha decidido que queria cesárea mesmo, que eu era muito ansiosa pra ficar sem saber que dia e que hora meu bebê chegaria... Quem me conhece sabe que tudo na minha vida é muito planejado, muito pensado e, na medida do possível, muito controlado!
Ele aceitou, falou que isso era uma decisão minha e que ele me apoiaria em qualquer um dos casos.
 
Acontece que entramos para a consulta e nesse dia, excepcionalmente, não começamos com um bate papo, fomos direto para o exame de toque, pois já estava iniciando a 38a semana. Essas foram as palavras dela depois de examinar: "Fernanda, minha filha, você não esta sentindo dor não?!", quando eu disse que não ela falou: "você esta com 5cm de dilatação meu bem!"... Isso me deu um frio na espinha, porque simplesmente eu percebi que estava acontecendo o único cenário em que eu havia dito que "me enquadraria" na opção do parto normal. 
 
Isso mesmo! 5cm de dilatação sem nenhuma dor! Eu gostaria de reforçar: NENHUMA DOR. Até esse dia, inclusive, eu estava trabalhado normalmente. Voltei para consultar nos próximos dois dias para ver a evolução, e a dilatação não havia aumentado, mas o colo do útero afinava mais. As pessoas me perguntavam: então você esta esperando o parto normal?! Eu nunca respondi que sim, parece que a minha ficha não tinha caído... Mas é claro que eu estava esperando! Inconscientemente eu sabia que era contra a natureza fazer uma cesárea nessas condições... 
Nesse dia eu estava assistindo aquele programa "Boas vindas", do GNT, e em um dos partos normais que estavam sendo mostrados, o obstetra comentou que estava evoluindo SUPER bem, e que em várias horas de trabalho de parto (com muita dor), a gestante já tinha atingido 3 cm de dilatação... Nessa hora eu percebi o quão privilegiada e abençoada eu estava sendo.
Na próxima segunda feira eu voltei para outra consulta e ela fez o toque, falou que estava "mais ou menos" a mesma coisa. Na verdade ela não quis me assustar, mas, para a minha mãe, que estava comigo, ela disse que estava muito perto da hora do parto. Não deu outra, por volta da meia noite as contrações começaram, agora sim com dor. Como eu achava que não tinha evoluído a dilatação, cheguei a falar pro meu marido que não era pra ele ligar pra médica, porque poderia ser alarme falso! (Risos)... Ele ligou e mais do que na hora ela atendeu e pediu pra eu descer pro hospital... Chegamos lá 01:30 hs, e eu só caí na real quando ela fez o toque e disse que estava de 8 para 9 cm de dilatação... Eu tremia muito... Tremia de dor, mas também de medo, muito medo... Sim, eu iria fazer um parto normal... E não estava nem um pouco preparada para isso... Porque quem quer fazer esse tipo de parto sabe, até mesmo antes de engravidar o que te espera e desde o início se prepara pra isso, sabe que vai sentir dor e que isso é natural, faz parte desse processo. Eu não havia me preparado psicologicamente pra isso, mas não interessa! O meu corpo estava preparado... E acho que por volta das 01:50, no máximo 02:00, subi para o centro cirúrgico. Como a bolsa estava intacta, lá a medica a estourou, e aí sim meu bem, as contrações vieram de verdade... Uma atrás da outra. Nessa hora eu perdi a noção de tempo e espaço, não sabia se estava ali há muito tempo, só sei que as contrações foram chegando e eu gritava muito... Foi pedido que meu marido esperasse na sala ao lado, e de lá eu escutava ele gritando: "fica firme amor, você é muito forte, vai dar tudo certo..." Mas eu estava muito concentrada na dor, por não ter me preparado pra isso, como disse antes... Pedia a analgesia para a médica toda hora, mas eu sabia que ela só poderia autorizar a aplicação quando o bebê estivesse muito próximo de chegar. Isso porque todo o trabalho de parto poderia ser perdido caso eu parasse de fazer força quando as contrações acontecessem... Um tempo depois, a analgesia foi aplicada e, como um toque de mágica, a dor sumiu... Mas a consciência sobre a força que eu tinha que fazer também se foi um pouco... Ela me avisava quando a contração acontecia e eu fazia a força... Graças a Deus deu tudo certo e às 2:47 da manhã o Augusto chegou!! 
Foram apenas 3 horas sentindo as famosas "dores do parto"!
Uma coisa interessante foi que eu praticamente virei "celebridade" no hospital! "Você foi a que fez parto normal?!" Foi o que mais ouvi das enfermeiras. Fora do hospital a reação as pessoas também foi muito legal. Amigos e familiares dizendo que estavam muito orgulhosos de mim. Pessoas que eu nem tinha tanta proximidade vieram me procurar, me dar um abraço, dizerem que acharam muito legal a minha escolha. Mal sabiam elas que na verdade eu fui escolhida...
Te digo que valeu muito a pena, por tudo. Seja pela recuperação, porque no mesmo dia já tomei meu banho sozinha, fiz praticamente tudo normalmente. Ou por provar pra mim mesma que eu sou forte a esse ponto, mas, acima de tudo, pela alegria de trazer meu filho ao mundo no dia e na hora que ELE quis chegar.

Bom, é isso... Não é nada demais, mas achei importante te responder e escrever pra incentivar outras mamães que tenham essa vontade, e outras que hoje não têm mas um dia podem ter... Aliás, estou à disposição se alguma quiser trocar uma ideia sobre isso.
Com certeza minha opção será pelo parto normal para o segundo filho.
Agradeço todos os dias a Deus por tudo, por cada detalhe do que aconteceu comigo... 
Obrigada pela oportunidade de compartilhar!

Um beijão, Fernanda Spadaccia Ferrarese



Fotos por Lú Menezes www.lumenezes.com.br/blog

1 de abr. de 2013

Dia de voltar ao trabalho


 
Bom dia Amigas!

Hoje eu retorno ao trabalho. O meu sentimento é de gratidão por esses quase 6 meses em casa curtindo minha família. Deus preparou tudo para que eu curtisse cada detalhe, para que pudesse conectar mais ainda com meus filhos, meu marido, minha casa e até mesmo comigo.

Volto ainda mais consciente da importância que meu papel de mãe tem; como pilar de sustentação da minha casa.
Nesses meses eu aproveitei os momentos com o Pedro, estando em casa, tendo um certo tempo a mais para dedicar para ele. Pude aprender a ser mãe da Marina, uma menininha e um mundo totalmente novo pra mim como mãe, com desafios e delícias que eu nunca tinha vivido, como a amamentação, por exemplo. Como esposa eu tentei dar o meu melhor, apesar do cansaço, da irritação pelas noites mal dormidas.

Mas de tudo, o que eu aprendi mesmo, é que estar em casa o tempo todo ajuda muito, mas não garante ser a melhor mãe do mundo.
O fato de estar 24 horas dedicada não me tirou a culpa por não conseguir ser ainda melhor. Muitos dias eu fui dormir tendo aquela mesma sensação de fracasso dos dias que eu trabalhei o dia todo, mesmo estando em casa.

Quantidade é sim importante. Aprendi isso também. Estarei bem mais atenta agora, mas qualidade de tempo ainda continua sendo a melhor coisa que podemos dar aos nossos filhos.
Não adianta nada a gente ficar o dia todo em casa e ficar limpando a casa o tempo todo, vendo TV, falando no telefone, na internet ou até mesmo estressada e cansada.
Muitas mães pensam que por não trabalharem fora, por estarem em casa o tempo todo, que sua presença física é o bastante para os filhos. Mas estamos enganadas, nossos filhos desejam o nosso melhor, mesmo que seja por 3, 2 ou só 1 hora por dia. Crianças são tubarões famintos por atenção exclusiva. Em alguns dias eu me via em casa e ocupada demais com a rotina da casa para sentar e brincar, e o Pedro me fez enxergar isso.

Volto ao trabalho muito mais conectada ao meu papel de mãe e esposa e ao principal propósito da minha vida. Tenho duvidas e incertezas se conseguirei equilibrar esses meus papeis de forma justa, mas tenho em mente que para eu ser feliz minha família terá que estar sempre em primeiro lugar.

Trabalhar pra mim é uma grande satisfação, mas não trabalho por diversão, eu trabalho porque preciso. Porque escolhi dar uma condição melhor de vida para meus filhos, pois o meu ordenado nos possibilita viajar mais, ter mais lazer, comer e vestir melhor, não depender de ninguém pra isso, e principalmente, eu trabalho porque amo o que eu faço, me sinto completa nos meus papéis.

Se eu pudesse trabalharia menos horas por dia, um período só, mas não tenho essa opção. Como toda mãe que trabalha fora, sinto-me culpada, dividida, hora frustada, mas sou recompensada pelo orgulho que vejo nos olhos do Pedro quando falamos de profissões, no valor que ele dá quando mostro para ele coisas que fiz no meu trabalho. Eu sei que um dia meus filhos terão orgulho ao falar sobre mim, assim como me encho de orgulho ao contar que minha mãe é enfermeira e das boas.

Hoje eu volto ao trabalho muito animada para viver todas as coisas que Deus preparou para mim. Coincidência ou não, estou novamente mudando de emprego após a licença maternidade. Do Pedro foi exatamente igual, voltei a trabalhar e tinha sido transferida para outra empresa do grupo e agora eu prestei uma seleção e estou assumindo novos desafios em um novo emprego, uma oportunidade que venho sonhando há anos. Tudo tem seu tempo, estou muito feliz e confiante que serei muito abençoada e feliz no meu novo emprego.

Hoje é um dia importante, difícil porque será um dia de muita saudade dos meus pequeninhos, feliz porque estarei iniciando um novo ciclo na minha vida.
Conto com as orações e torcida de vocês e creio que em todas as coisas Deus estará me fortalecendo e conduzindo.

Um grande beijo, Mey.



23 de mar. de 2013

Usar ou não a cinta no pós-parto?


Oi Futuras Mamães!
Esse post vai com carinho para vocês. Muitas de nós, ao ganhamos bebê, sentimos a cobrança de voltar ao corpo de antes da gravidez logo de imediato. Eu passei por isso nas duas gestações. É cobrança da mídia, que impõe padrões fora do real, da família, mas principalmente nosso mesmo.

Uma das dúvidas que temos é quanto a usar ou não a cinta compressora logo após o parto. Depois de dois filhos a minha humilde opinião é não usar de imediato.
Não acho necessário colocar no hospital, nem nos primeiros dias. Muito sofrimento para uma época que já temos preocupações demais, como adaptação com o bebê, amamentação, noites mal-dormidas, cólicas...
Um dos principais motivos que eu não recomendo usar é que, em geral, apertam muito, a gente está com pontos, inchada. Eu até chorava para colocar. Usei do meu primeiro filho e do segundo não. Não vi diferença nenhuma a não ser o sofrimento daquela cinta apertada e quente me sufocando. A minha ginecologista recomenda colocar depois de tirar os pontos. No meu primeiro filho prejudicou a cicatrização dos pontos, que inflamaram porque a cinta não deixava o corte respirar.

O que recomendo para voltar ao corpo (estou com 5 meses pós parto e já voltei praticamente tudo), é curtir os 30 primeiros dias sem pensar nisso, amamentar muito, alimentar sem exagero, ter um acompanhamento de uma nutricionista para uma dieta balanceada para essa fase, beber muito liquido (água, chá, sucos naturais de baixas calorias), dormir quando o bebê dormir e não esquentar com isso. Após 30 dias inicie exercícios aeróbicos moderados, sem exageros e vai aumentando conforme seu corpo adaptar, observando a produção de leite. Dê tempo pra você, curta o momento, vai ter tempo pra tudo, não faça nada radical demais.

O importante para voltar ao corpo é basicamente não comer mais do que seu corpo precisa, por isso a dieta orientada é maior fator de sucesso que uma simples cinta. A cinta é legal para dar sustentação ao abdômen, mas só recomendo após uns 15 dias e quando tirar os pontos. Eu usava pra sair, para dar uma amenizada na barriga, mas não fui a ferro e fogo.

Bom, espero ter compartilhado minha experiência e que elas tragam uma reflexão para vocês.

Beijos, Mey

27 de jan. de 2013

Bebê dormindo a noite toda: sonho ou realidade?



Olá Mamães e amigas!

Essa semana eu colocarei a Marina para dormir no quartinho dela, demorei um pouco para fazer isso, devido ao comodismo de acordar de madrugada e a facilidade da bebê estar pertinho. Mas a situação não pode continuar.
Conversando com uma amiga que teve neném quase na mesma época, eu tive uma luz, na verdade acredito que Deus usa as pessoas para nos instruir.

Nessa conversa ela me contou que a sua Luiza, de menos de 3 meses, dorme sozinha no quartinho; e a noite toda. Isso é possível?
Eu achava que era uma coisa fácil só para escrever em livro, mas é possível!
Então, pedi a Fabi para escrever um post pra gente, contando como foi isso e com dicas para a gente colocar em prática.
Perfeito! Confiram!


DORMINDO A NOITE TODA: SONHO OU REALIDADE?
Por Fabiana Barcelos*

Olá meninas, aqui estou, para compartilhar a minha experiência com as leitoras do BBpontocom, da querida Mey. Em uma de nossas mil conversas no famoso whatsapp, contei a ela que a Luiza dormiu a noite toda desde antes completar 2 meses de vida. Ela ficou interessada no assunto e pediu que eu dividisse com todas vocês a minha experiência e, quem sabe, dar força para quem quiser colocar as dicas em prática e o bebê dormir a noite toda!!!

Primeira coisa que quero expor é que noite bem dormida pra mim é aquela em que eu durmo sem nenhuma interrupção. Pode ser 5, 6 ou 8 horas....mas sinceramente, tem que ser no mínimo 8 horas (rsrsrs). No primeiro mês da Luiza sofri demais, pois pensa uma pessoa que ODEIA que a acordem de madrugada? Sou eu!!! Foi um mês muito difícil, pois eu não sou de dormir durante o dia e fiquei muito cansada. Mas, eu estava disposta a colocar em prática o que aprendi com a famosa “Encantadora de Bebês”. Li os livros dela (verde e azul) duas vezes cada um (exagero, mas li e fiz até resumo). É claro que não consegui aplicar tudo ao pé da letra (a Luiza gosta de fazer a atividade primeiro e depois mamar.....e o livro sugere o contrário), mas a questão noturna eu tirei de letra.

Com exatamente 3 semanas de vida, o pediatra dela, que também compartilha da opinião de que ninguém precisa acordar a noite para comer, sugeriu que tirássemos a mamada das 2h da madrugada oferecendo a chupeta, água ou chá. Reforço aqui que no livro a Tracy explica que o ideal para apresentar a mamadeira para o bebê é com até 3 semanas. Depois disso, o bebê pode rejeitá-la .E foi assim que fiz. Deixo claro, também, que o pediatra só autorizou isso, pois a Luiza nasceu e desenvolveu até então com muita perfeição, ou seja, ela não ia morrer de fome, emagrecer, sofrer, etc. Foi um pouco complicado tirar essa mamada, pois a Luiza amou o chá e a água. Fiquei cerca de 1 semana mudando o chá, mas não adiantava: ela mamava tudo e queria mais. Então solicitei a ajuda da minha querida mãe. Isso foi muito importante, pois chega uma hora que nós mães perdemos as forças emocionais, pois nosso peito está lotado de leite e a gente ali....oferecendo água ou chá pro filho. Minha mãe ficou mais uma semana acompanhando a Luiza e no lugar do chá ou água oferecemos a chupeta. Ela resmungava um pouco, mas se entregava aos carinhos da avó. Aqui a tática é pegar o bebê no colo sem ligar luz ou falar demais e dar muito carinho. A Tracy fala para não sair do quarto, mas minha mãe dava umas voltinhas pela casa para cansar a Luiza. Conclusão: em 2 semanas ela não acordou mais às 2h.

Primeira etapa foi um sucesso. Ai foi a vez de tirar a mamada das 5h. Infelizmente não pude contar com a minha mãe, pois ela pegou uma gripe e o pediatra não aconselhava pessoas gripadas perto dela, devido às vacinas. Coube a mim exercer essa difícil tarefa. Às 4h45 Luiza acordou e lá fui eu. Um truque que fiz antes de dormir: pedi a Deus que facilitasse a minha vida, pois eu não sabia se ia ser forte a ponto de deixar minha filha sem meu leite. Peguei a Luiza no colo e ofereci água na mamadeira, mas ela relutou muito. Levantei e deitei a cabecinha dela no meu ombro, coloquei a chupeta e conversei muito com ela, fiz carinho e dei muitas voltinhas pela casa. Tudo muito devagar, com calma e sem muita luz. Foram 20 minutos e ela pegou no sono e foi acordar às 6h30. Na outra noite....pasmem: ela não acordou mais. Acredito que o cérebro dela avisou que não adiantaria ela acordar, pois não ia ganhar leite e sim chupeta.

Conclusão: foram dias de muita luta, mas valeu a pena. Vocês podem pensar que para mim foi fácil, pois contei com a minha mãe. Verdade que isso facilitou demais sim, mas eu e meu marido ficávamos acordados e um apoiando o outro, pois a vontade era de ir lá e não fazer nada daquilo. Outra coisa que ajudou demais foi a própria Luiza. Quem leu o livro da Tracy em que ela explica as personalidades dos bebês.....a Luiza é o bebê anjo, ou seja, muito fácil de aceitar rotina, regras, etc.

Com mais ou menos 7 semanas a Luiza já dormia a noite toda. Restava então tirar a mamada da meia noite. Só para vocês entenderem ela dormia às 20h e 00h dávamos a mamadeira com ela dormindo para ela passar a noite toda dormindo. Esperamos ela completar 10 semanas e não demos mais a mamadeira da meia noite. Foi um sucesso. Ela passou então a dormir das 20h às 6h30. Hoje, às vésperas de completar 3 meses, ela esticou um pouco e dorme até 7h15.

Mas, é assim meninas: todo dia a mesma coisa, uma rotina certinha, seguida quase a risca. Falo quase, pois bebê não é igual todos os dias.

Muitas pessoas me criticaram por eu ser “severa” desde o inicio, mas eu preferi ser assim para não sofrer depois. Tenho a minha empresa e não tive o luxo de ficar ausente 100%. Desde o primeiro dia em casa a Luiza dorme no quarto dela e no berço. Aplico aquela regra básica de mostrar que dia é dia e noite é noite. Faço isso desde a primeira semana de vida dela. Durante o dia ela dorme no carrinho ou no berço portátil na sala com tv ligada, cachorro latindo, aspirador de pó funcionando, panela caindo, etc. A noite não: assim que iniciamos o ritual do sono, diminuímos o tom de voz, deixamos luzes fracas no quarto, etc. Hoje ela aprendeu tanto isso, que chega 19h30 se não iniciarmos o ritual do sono, ela resmunga, chora e fica nervosa.

Por fazermos assim desde o inicio, hoje em dia ela não aceita o berço dela durante o dia e ama o berço dela a noite. E mais um detalhe: ela dorme sozinha! Sim, sempre a colocamos meio acordadinha no berço. Ela adora deitar lá, dar uma olhadinha ao redor e pluft: pega no sono sozinha....se for com a porta fechada, melhor ainda. Já durante o dia não é assim: temos que pegá-la no colo, fazer carinho, dar batidas leves no berço portátil para balançar ou empurrar o carrinho de leve. Mas, não reclamo disso, pois ela é uma fofa!

Por ter feito isso desde cedo também, hoje em dia a Luiza prefere o bercinho, carrinho, etc do que o colo. A sensação que tenho é que o colo a deixa cansada. Não vou mentir que ao descobrir isso tudo me deu um aperto no coração, mas acabei ensinando isso a ela e eu apoio a saúde da minha casa, pois assim seremos felizes e a faremos muito feliz. Não abro mão de jeito nenhum de fazer tudo com ela (desde ver galinha pintadinha, ler livros até a simples troca de fraldas), pois quero estar por perto para educá-la e dar muito amor. Sou abençoada por poder contar com a minha mãe com a arrumação da casa e os cuidados com a Luiza. Assim consigo cuidar de mim um pouco e ainda trabalhar (em casa), cerca de 4 horas por dia (quando a Luiza dorme).

Isso não durará pra sempre. Daqui uns meses vou relaxar mais e conseguir dormir a noite inteira (pois ainda acordo pelo menos 2x a noite) e também voltar a trabalhar normalmente.

Sei que fui criticada, mas sou feliz com a minha decisão e espero poder encorajar muitas mamães que estão cansadinhas de acordar de noite ou dar muito colo. Acredito que a força de vontade, o amor e a paciência da mãe são ingredientes básicos para ensinar o melhor para o bebê e oferecer segurança para eles. É disso que eles precisam além do leite!!!

* Fabiana Barcelos é jornalista e descobriu, com a chegada da Luiza, um mundo novo e adora falar sobre isso!

Para trocar ideias: Instagran e Twitter: @fabianabarcelos / Facebook: Fabiana Barcelos


21 de jan. de 2013

Voltar a forma após a gravidez: os resultados do Desafio #biquinijá



Olá Amigas!
Vocês devem estar acompanhando a minha luta para voltar a forma após a gravidez da Marina. Lancei até o Desafio #biquinijá para arrebanhar companheiras e me animar um pouco. O resultado tem sido um sucesso, muita gente participando, já temos mais de 450 fotos de seguidoras compartilhando seus pratos, dicas, exercícios. Inúmeros depoimentos de perda de peso, volta a atividade física, alimentação saudável e muita motivação. Estou muito feliz com a participação e com as novas amizades que conquistei nesses dias.

Olha, eu confesso, emagrecer não é fácil. As vezes a gente olha para uma pessoa acima do peso e acha que ela não é magra porque quer, mas gente... é difícil demais. O mundo conspira contra você. Tudo que é bom engorda: festinhas, reuniões de família, encontro com as amigas... Tudo tem comida no meio. Ninguém te convida para uma corridinha no fim de semana? Convida? kkkkkk

Desabafos a parte estou nessa luta há dois meses, exercícios 5,6 vezes por semana, drenagem duas vezes por semana, dieta de leve, pois estou amamentando e tento resistir as tentações.

Já eliminei ao todo 10 quilos e com o desafio #biquinijá perdi 1800 quilos nos 21 dias, mas minha expectativa é perder mais e chegar a pelo menos mais uns 3 quilos, perdendo gordura e mantendo massa magra.
Vejo que perdi muitas medidas nesses 21 dias (6cm de abdômen, 4cm de cintura, 3cm de quadril, 4cm de coxa), algumas roupas antigas estão legais, e voltei a usar algumas peças 38.

Na semana passada eu fui na nutricionista, a Lívia Atiê foi minha escolha. Eu simplesmente amei a consulta com ela e indico. Ela diagnosticou que eu como muito carboidrato vindo das frutas, verduras, pães e das escapulidas que as vezes dou e que o peso também não esta abaixando por conta da troca de massa gorda por massa magra. Por causa da musculação estou ganhando músculos, isso interfere na perda de peso.
Ela montou um cardápio exclusivo pra mim. Nesse cardápio ela considerará que eu estou amamentando, minha rotina, meus gostos, o que me dá prazer em comer, a quantidade de exercícios que faço, enfim é um cardápio de 1400 calorias sob medida para mim. Quando peguei as indicações de refeições nem acreditei que posso emagrecer assim, muitas refeições ao longo do dia, tudo contemplando coisas que eu gosto e tenho costume de comer. Muito gostoso. Amanhã eu começo a seguir e estou confiante no resultado. Nossa meta não é perder peso somente, mas sim gordura corporal, mandar embora 6 quilos de gordura localizada trocando por massa magra.

Sei que não é fácil, mas é possível se a gente crer que consegue. Então vamos em frete! Vou contando pra vocês as novidades!

E você, ainda está na luta para perder uns quilinhos pós-parto ou já perdeu? Conte pra gente! O que tem feito? O que deu certo? O que te impede de começar?

Dúvidas e depoimentos registre em comentários que prometo interagir.

Beijos, Mey

P.S.: aqui está a foto que postei no Instagram hoje comprovando meus resultados com o #biquinijá.


19 de jan. de 2013

Quem está amamentando pode tomar café?


Oi Meninas!!!

Estou aqui visitando minha mãe e está um cheirinho inebriante do café dela. Tenho uma relação emocional com esse cafezinho. Mas quem está amamentando podem tomar café?
Segundo minha nutricionista não faz mal, desde que consumido sem exagero, duas xícaras por dia é o bastante.
Em relação as cólicas, confie na sua observação. Se o bebê ficou irritado a troco de nada sempre após você tomar café ou qualquer outro alimento, experimente eliminar por alguns dias, para ver se melhora.
Pesquisa da Universidade do Rio Grande do Sul comprovaram que o café em quantidade moderada também não influencia no sono dos bebês.
Eu nunca notei alteração no sono ou cólicas na Marina após beber meu cafezinho. Graças a Deus!

E vocês, mamães que estão amamentando, tiveram que cortar alguma coisa por causa de cólicas ou alterações no comportamento do bebê?
Conte pra gente??

Bjo, Mey


11 de jan. de 2013

Cuidados para as futuras mamães na praia


Queridas amigas gravidinhas!

O verão é uma das épocas mais animadas do ano e as pessoas aproveitam para curtir as praias, sem dúvida. “O litoral é o local preferido entre os brasileiros e com o sol cada vez mais intenso, má alimentação e falta de exercícios corretos e direcionados é necessário cuidados especiais, principalmente, as gestantes e as mamães de primeira viagem”, diz a personal Gizele Monteiro, mestra-professora e diretora do Método Mais Vida Gestantes.

De acordo com Gizele, a futura mamãe pode ganhar peso muito facilmente neste período, além da própria mudança metabólica normal corporal em seu estado. “Com certeza contribuirá para que ela fique mais cansada e inchada. Dessa forma, elaborei algumas dicas de atividades para aquelas estarão na praia e desejam a manter o ganho de peso dentro da estabilidade, com saúde e disposição”, reforça a personal.

1- Aproveite o seu tempo livre para realizar uma caminhada leve, de 20 minutos no máximo, sem exageros, isto é, intensidade moderada.

2 – Se a mamãe estava sedentária, procure fracionar o tempo da caminhada, realizando pouco tempo várias vezes ao dia, 10 a 15 minutos – duas a três vezes ao dia;

3 – Já as mamães que praticam esportes com freqüência podem aumentar esse tempo para 20 a 30 minutos, podendo realizar entre uma e duas vezes ao dia;

4- Se ficar cansada, no outro dia descanse. A gravidez não é um momento de condicionamento físico e a proposta da atividade nesta época é apenas para que não fique totalmente parada, comendo e aumente o seu peso.

5- Procure sempre usar o protetor solar, independente do horário do dia, afinal queremos evitar qualquer mancha na pele. Boné ou chapéu também são adereços interessantes para essa proteção. Use e abuse;

6- Procure usar roupa confortável, se for caminhar na Orla, não esquecer de usar um tênis adequado e com amortecimento.

7- Caminhadas na areia são ótimas. Você pode usar a água como resistência, isto se a praia for plana;

8- Praia de tombo (com inclinação) não é a mais indicada para realizar a caminhada para gestantes, pois a postura não fica adequada, podendo predispor a dor lombar, então opte pela Orla;

“ Hidratação antes e depois dos exercícios é a lei na gravidez. E para finalizar, claro, modere no que irá comer. Procure alimentos leves, saudáveis e com menor calorias.

Por: Gizele Monteiro

Conheça o Método Mais Vida Gestantes – www.metodomaisvida.com.br/gestantes


3 de jan. de 2013

Desafio #biquinijá



Olá Meninas!

Lançamos nessa semana no Instagram e Facebook um desafio em prol da saúde, atividade física e do bem-estar.
Para minha surpresa a adesão foi bem legal.
Essa idéia surgiu da minha necessidade de voltar a forma após o parto. Engordei 13.800 quilos na gestação. É, nem parecia, mas foi o que contou a balança minutos antes do parto, cheguei a pesar 70.300 quilos. Nos primeiros 20 dias perdi bastante, caí para 61 quilos, mas acontece que de lá pra cá estacionei, não saio da casa dos 60 quilos.

Com 30 dias do parto retornei as caminhadas e de lá pra cá tenho intensificado meus treinos e já estou correndo 40 minutos e fazendo musculação, pelo menos 5 vezes por semana. Tudo tem sido de forma moderada, pois não posso fadigar e liberar muito ácido lático na corrente sangüínea, pois isso prejudica a amanentação e isso é prioridade hoje pra mim.

Acontece que todo meu esforço não está baixando o ponteiro da balança e percebi que a culpa era da minha alimentação a maior parte dos dias eu controlava bonitinho, mas vinha uma ansiedade, uma compulsão por doces (coisa que nunca tive na vida) e eu colocava tudo a perder. Daí tive a idéia de lançar o desafio e passar 21 dias sem doces, sem bolo, sem gordura, só controlando a alimentação e fazendo exercícios todos os dias. E por que não contar com a ajuda dos meus quase 1000 seguidores? A maioria são mães como eu, seguidoras do BBPontoCom e juntas é muito mais fácil.

Qual a idéia do #biquinijá, como participar?
É fácil, basta apenas registrar em fotos os seus momentos saúde. Pratos das refeições, exercícios, compartilhar receitas, desabafos e em tudo colocar a hastag #biquinijá para quem tem Instagram e para os Faces me marcar na foto.
Marcando as fotos com #biquinijá criamos uma rede no Instagram de compartilhamento de nossas experiências.

Para ajudar nessa caminhada estamos contando com a ajuda do preparador físico Weskey Parreira, que preparou um treino especial para nos orientar nessa semana. Acesse www.treinoecia.com.br e confira!

Que tal? Vamos juntas nesse desafio?
Onde quer chegar?
Eu quero voltar ao meu peso original de 56.500 quilos com mais massa magra. E com a ajuda de vocês eu chego lá!

Se não tiver Facebook ou Instagram pode registrar sua participação por aqui mesmo.

Ahh! Meu Facebook é /meyriele e meu Instagram @meyfigueiredo

Beijos e sucesso pra nós!



18 de dez. de 2012

Dicas de enxoval. Para não exagerar na compra de roupinhas.



Oi Gente!
Como contei esses dias no meu Instagram, eu exagerei feio no enxoval de
roupinhas da Marina, principalmente macacãozinhos de frio e bodys.

Eu tenho parentes de moram fora do país, que vem nos visitar e tenho sempre alguém indo ou vindo. Para completar, fiquei sabendo num dia que estava grávida e viajei no outro para visitá-los em NY e mesmo não sabendo o sexo fiz um estoque de roupinhas neutras.

O exagero começou por aí, depois minha Tia veio ao Brasil, minha mãe foi e cada vez os pedidos no site da Carter's e Gap aumentavam.
Tentei fazer um controle, anotando as quantidades em um papel, mas cada vez que via um diferente eu pensava: "só mais esse".
As coisas da Carter's são de ótima qualidade e lindas. Além disso o preço é bem camarada, comprar as roupas lá ficava mais barato que comprar em qualquer lojinha da esquina daqui do Brasil. Cheguei a pesquisar aqui e São Paulo, três vezes mais caro. Até comprar no site e pagar as taxas e frete compensa mais.

Bom, o resultado disso foi um exagero de gastos desnecessários, dinheiro que poderia ter investido em outras coisas. Comprei tantas peças que muitas não chegarei a usar. Todas lindas de viver! E não tenho ninguém próximo para repassar. Sou super desencanada, mas dessa vez, estou com ciúmes de algumas roupinhas.

As roupinhas do Pedro eu tinha amigas que estavam com bebês menores, daí eu passava para elas, elas me devolviam e eu passava para outra amiga. Acho que assim uns 5 bebês usaram, até que doei e estavam tão novinhas que deve ser usadas por outros e outros bebês.
Eu adoro fazer isso, tanto receber roupinhas das amigas, como emprestar as minhas. A Marina mesmo recebeu um monte da Nina, minha amiga Ana Nunes.
A questão da sustentabilidade é importante pra mim, acredito em reutilizar tudo, por isso estou sofrendo por ter comprado de forma tão exagerada.

Pensando em ajudar vocês a não exagerar como eu, segue algumas dicas:

- Avalie a época que seu bebê vai nascer e o clima da sua região. No Brasil, nas regiões sudeste, nordeste, Centroeste e norte o inverno não é tão frio. São poucos dias de baixas temperaturas e não vale grandes investimentos em roupas pesadas.
- Não faça enxoval de roupas até 1 ano, como eu fiz. Bebês ganham muitos presentes quando nascem. Faça um enxoval RN e até 3 meses e oriente os mais íntimos a presentear com peças acima de 6 meses. Outra coisa legal é que você vai aprendendo comprar de acordo com o tamanho do seu bebê, independente da idade. Tem bebês que nascem tão grandes que usam pouco ou nem usam RN, caso da Marina.
- Não compre peças iguais, com tamanhos diferentes. As vezes a gente gosta tanto que compra um de cada tamanho, depois fica parecendo que a roupa é a mesma a muito tempo, principalmente nas fotos. Eu fiz isso. Teve umas peças que gostei tanto que comprei a mesma em todas as idades.
- Para as mamães de meninas, não invista em vestidinhos até 3, 4 meses. Antes disso, a bebê é muito pequeninha, precisa de conforto extremo. Lembre-se que pouco tempo antes o bebê estava no útero macio e confortável.
- A mesma dica acima vale para sapatos. Eu não investi nisso, me incomoda colocar sapatinhos duros, os que a Matina tem foram doados e só coloco para tirar foto. O ideal são aquelas meinhas que simulam sapatinhos, são lindas e confortáveis.
- Se não mora em um lugar frio, nada de comprar aquelas roupas grossas de malha, tricot, linha. Aquilo dá dó de colocar, de tão quente. Além de super caros. Cheguei a ver esses macacões por R$300,00.
- Falando em valores, a não ser que esteja rasgando dinheiro, não compre peças caras, usa tudo muito pouco, o investimento não compensa. Eu fiquei horrorizada com os preços das coisas aqui. Imagina tenho uns 9 macacões da Marina que não vou usar, pensa se tivessem custado R$150,00 cada como eu via nas lojas? Existem coisas mais importantes para investir o dinheiro: parto, vacinas, poupança, escola, passeios.

De acordo com minha experiência recente, preparei uma lista básica com o suficiente para usar nos primeiros 3 meses:

RN:
5 macacões de manga longa, incluindo a saída da maternidade.
5 bodys manga longa
8 bodys manga curta
2 bodys sem manga, se sua região for um forno como a minha.
5 calças cores neutras, preferencia branco que combina com tudo.

* essas roupinhas servem no máximo por 1 mês e meio ou até 5 quilos. Portanto, se o bebê nascer grande, igual a Marina, o tempo pode ser menor ainda.

3M ou P
4 macacões de manga longa.
6 bodys manga longa.
12 bodys manga curta.
5 macacões de manga curta.
4 bodys sem manga, se sua região for um forno como a minha.
7 calças cores neutras, preferencia branco que combina com tudo.
4 shorts ou tapa fraldas.
3 vestidinhos confortáveis, se for menina.

* Se você mora na região Sul, considere comprar algumas peças a mais de macacões e bodys manga longa. Os bodys de manga curta são úteis para colocar por baixo.
* Em geral, os bebês sempre ganham algo. Não exagere!

É isso Meninas! Espero ter contribuído com vocês nesse post.
Dúvidas, pode deixar registrado nos comentários.

Beijos, Mey

12 de dez. de 2012

Futura Mamãe, se eu pudesse, um conselho te daria...


Eu diria: CURTA SEU FILHO(a)!!!
Não há como negar, os primeiros meses do bebê são muito difíceis. Adaptação do bebê a vida extra-uterina, cólicas, choro não identificados, os desafios da amamentação, o medo de falhar, as noites sem dormir, as visitas, os conselhos de todo mundo...

Mas quero lhe dizer que as cólicas passam, as noites vão ficando cada vez mais fáceis, a gente aprende amamentar, eles aprendem a mamar... Um dia eles começam a comer e deixam de mamar, os dentes nascem, vão para escola...
E quando a gente vê tudo voou, a gente olha e não encontra mais um bebê, já é uma criança, um adolescente, um adulto.

Por isso, as vasilhas podem esperar na pia, a casa pode ser limpa depois, o sofá a gente troca, o corpo um dia volta, muitas festas virão... O que não se tem de volta é o bafinho de leite, o aconchego no colo, o balançar gostoso na hora de ninar, o suorzinho, as mãozinhas pequenas no seio enquanto amamentamos, o acordar com eles na nossa cama, as brincadeiras juntos, os tantos "eu te amo mamãe" espontâneos, os primeiros desenhos, os beijinhos de borboleta, as gracinhas... a primeira vez que anda, as tantas outras primeiras vezes.

Tenho o Pedro de 4 anos, que quando a Marina (hoje com quase 3 meses), nasceu eu sofri bastante por enxergar o quanto o Pedro tinha crescido e que não era mais meu bebê. Tem coisas importantes que não voltam e muita coisa passageira na maternidade.

Adie a maternidade se achar que não está pronta para, por um tempo, abrir mão de tudo na vida: Vaidades, festas, noites de sono, tempo livre, comer direito, tomar um banho demorado...
Digo por um tempo. Pois nos primeiros meses é isso mesmo: amamentar prende muito, horas acordadas a noite, sem tempo pra nada, bebê no colo o dia todo, cólicas, refluxo, sem tempo pra si, para o marido... Descabelada, presa em casa...

Mas isso é um tempo, que a gente pode escolher ser a mulher mais realizada com um filho no colo ou a mais infeliz do mundo. Por isso, precisa querer muito ter um filho, precisa saber que isso é a coisa mais importante da sua vida naquele momento. Em geral essas dificuldades são intensas nos primeiros 6 meses, melhorando a cada dia e o que fica depois é a certeza que a gente fez o melhor possível.

Por isso, um conselho: aproveite esse tempo, esses primeiros meses com seu bebê, logo tudo vai passar, e ele vai crescer e o que restar é a saudade.

Com carinho, Mey



6 de dez. de 2012

Manual do Pós-Parto, por Janaina Depiné


Olá Amigas e seguidoras do BBPontoCom!

Vocês sabem que adoro falar das coisas que eu estou vivendo no momento. E por aqui é pós-parto, recém-nascido em casa e esse tem sido um momento de muitas descobertas e aprendizado.

Pensando nesse momento tão especial e no quanto é importante ter as pessoas que gostamos por perto, eu pedi a Janaina Depiné, jornalista, blogueira, referência no assunto etiqueta e a quem tenho muita admiração pela sensatez com que escreve, para preparar um post para o BBPontoCom com dicas para as visitas na chegada do bebê.
Já falei sobre o assunto aqui, mas nada como uma especialista, não é mesmo?

Então, com a palavra Janaina Depiné:

Tenho dois filhos que nasceram de duas cesáreas (infelizmente, pois queria o parto normal) e me lembro bem do auê que gira em torno do nascimento da criança. Parentes, amigos, colegas e vizinhos se acotovelando no hospital, ansiosos por conhecer o bebê. E você lá, cansada, operada e tirando toda a simpatia do fundo do útero para receber as visitas.
Solidária às minhas amigas leitoras que vêm pedindo textos assim, criei o Manual do Pós-Parto para ser lido antes de qualquer visita à nova mamãe.



1)NÃO CONFUNDA A CHEGADA DO BEBÊ COM CHÁ DE BEBÊ
Nascimento é motivo de alegria, mas não é uma festa. Portanto, se você pensa em reunir uma turma para visitar a amiga que acabou de ter filho é bom mudar de ideia. Visita em hospital não pode passar de 15 minutos e não é excursão em grupo. Muita gente junta aumenta o risco de transmissão de doenças e deixa a mãe completamente atordoada com tanto falatório.

2)PULE O PRIMEIRO DIA
Quem já fez uma cesárea sabe que o pós-operatório, além do desconforto do corte, tem as reações da anestesia, a ansiedade pela primeira ida ao banheiro, a recomendação médica de evitar conversas para não ter gases, os cuidados com o bebê, a descoberta da amamentação. Por isso, a não ser que você seja da família ou amiga muito íntima, evite ir ao primeiro dia. Aliás, visita elegante não vai nem no hospital e deixa para dar um alô na casa da nova mamãe.

3)HORÁRIOS
Evite madrugar. O dia da mãe começa cedo, aliás, às vezes é uma sequência da noite anterior. Mas, sem dúvida, a manhã é muito corrida para a nova família. Banho, mamadas e um cochilinho tomam o tempo todo. O ideal é ir à tarde, mas não muito tarde. Porque no fim do dia a ex-gestante já está acabada. E a vista tem que ser rápida. Se chegar outra pessoa enquanto você está lá, aproveite para ir embora. Casa cheia é um tormento para qualquer mãe de primeira viagem.

4)FILHO NÃO É RIFA
Por isso, nada de passar o bebê de mão em mão. É um pecado fazer isso com a mãe e com a criança. Pense no neném que há pouco estava numa barriga quentinha e num instante tem centenas de pessoas em volta falando, olhando e pegando. Aliás, nunca peça para pegar o recém-nascido no colo. Quem oferece é a mãe, e se quiser. E também nada de bancar a Hebe e distribuir beijinhos. É uma questão básica de higiene.

5)PRESENTE? PARA O BEBÊ, POR GENTILEZA
Quem merece um mimo é a criança, afinal é a novata no mundo. Por isso opte por roupinhas de tamanhos maiores. Geralmente o enxoval com as peças de recém-nascido já está pronto. Se for levar algo para a mãe, que sejam livros, revistas, álbum para colocar as fotos do bebê, mas evite flores e chocolates. O primeiro porque o pólen pode atrapalhar a dupla e o segundo, porque se tem algo que uma mãe deseja depois de dar à luz é perder a barriga.

6)OS SEUS FICAM EM CASA
Nada de levar crianças na visita. A não ser que eles sejam mais silenciosos que monges tibetanos. Além da agitação que os pequenos costumam provocar, podem levar doenças infantis e é sempre bom lembrar que os médicos não recomendam sequer que o bebê saia de casa antes das vacinas dos primeiro trimestre.

7)VISITEI UM BEBÊ E LEMBREI-ME DE VOCÊ
Lembrancinha de neném não é souvenir, portanto nem cogite em pedir umas extras para levar para o pessoal do escritório, para a amiga que não pode ir etc. Além de caras, geralmente são contadas. Por isso pegue apenas a sua e se dê por satisfeita.


8)I JUST CALL
Um ótimo gesto de atenção e carinho é ligar para o pai ou a avó para dar os parabéns e saber das novidades. A não ser que seja da família, não peça para falar com a mamãe, além das questões acima (corte, gases etc), geralmente elas estão sem um pingo de vontade de falar ao telefone.

A verdade mesmo é que o nascimento é um momento de recolhimento. É hora de descoberta para mãe, filho e pai. O ideal é esperar um mês para que o trio já esteja mais adaptado a esse novo mundo. Aliás, saber esperar é mostrar também que gosta da pessoa e por isso a respeita e tem cuidado por ela.

Janaina Depiné

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17 de out. de 2012

Grávida que trabalha precisa se cuidar ainda mais.


Oi Amigas gravidinhas!

Eu trabalhei muito nas minhas duas gestações. Acho importante a gente continuar ativa, principalmente se a nossa saúde e do bebê estiver boa. Eu sempre fiz o que gosto e isso me incentivou muito a continuar até o fim.
Na primeira gravidez eu viajei bastante, fiz muitos eventos, reuniões, muitas entregas e levei tudo normal até o nascimento do Pedro. Trabalhei até poucos dias antes de ganhar ele.

Nessa gestação da Marina eu fiquei super agitada, uma síndrome de mulher-maravilha bateu novamente e acumular os papéis de profissional, mãe de uma criança pequena, esposa, dona de casa, pós-graduanda (comecei minha terceira pós-graduação bem no início dessa gravidez) me deixou bastante cansada, estressada e praticamente um zumbi. O resultado foi que eu cheguei no final da gravidez muito acelerada, e minha médica nem acreditava que a Marina ia nascer no tempo certo, sempre me recomendava repouso para não antecipar o parto e eu nada de obedecer. Para completar, fiquei sem funcionária 10 dias antes da data marcada para o parto. Um caos! Desabafei aqui com vocês sobre isso.

O ganho de todo esse acúmulo e sobrecarga foi uma crise de estresse, eu tinha crises de choro todos os dias. Acabei nem compartilhando isso com ninguíem, mas minha médica achou melhor me afastar do trabalho 15 dias antes para trabalhar de casa, relaxar um pouco. E teria sido perfeito para o descanso programado se não tivesse ficado em casa sozinha com uma criança super ativa e feliz de ver a mãe disponível e uma casa grande para arrumar, limpar, lavar, passar roupa... Nessa hora nem pagando a gente consegue alguém para fazer as coisas. Eu acabei me virando o quanto pude, hora vingindo que não estava vendo, hora limpando o que conseguia. Confesso que a gente tira forças de onde não tem.

Mas apesar de tudo, eu estava em casa, lia os emails que tinha que tratar, uma coisa ali outra aqui do trabalho, mas foi benção de Deus o afastamento, do contrário, eu teria surtado de ter que acumular todo esse drama da falta de empregada, preocupada com quem ia ficar com o Pedro de manhã e mais o estresse de ir para o escritório todo dia. Nisso eu tenho muito a agradecer meu coordenador, que apoiou esse momento de ausência prévia e minhas colegas de trabalho que suportaram as minhas atividades esses diazinhos antes  da licença.

Passando por tudo isso eu pude avaliar a importância de se cuidar, de entender que cada coisa tem seu momento. Pude perceber que tem horas que a gente precisa deixar algumas coisas sem foco, e colocar foco no que é importante para cada etapa de vida. Eu concluo que poderia ter levado as coisas de maneira mais leve e aproveitado mais esse meu momento ao longo dos 9 meses.

Pensando nisso tudo, separei algumas dicas do que se pode fazer para se cuidar na gravidez, principalmente para as futuras mamães que trabalham fora:

• Pense no bebê em primeiro lugar:  quando a gente carrega um filho no ventre tem que ter noção da responsabilidade que se tem pela vida dele. Portanto, o nosso bem-estar não é só mais um beneficio próprio, mas uma condição saudável para nosso bebê. A vida desse novo ser depende muito da sua vida durante a gestação. Nós somos a morada deles, temos o mais importante hóspede nossa vida para zelar.

• Faça intervalos regulares: coloque os pés para cima se trabalha bastante tempo de pé, ou fique de pé e caminhe a cada duas horas se passa a maior parte do tempo sentada (isso ajuda a diminuir o inchaço de pés e tornozelos); aproveite a pausa para se esticar bem e também prevenir dores nas costas. O mesmo vale para as mamães que ficam em casa.

• Descanse sempre que puder: quanto mais fisicamente cansativo for seu trabalho, mais fundamental é reduzir o ritmo fora do ambiente de trabalho; nessa fase da vida, precisamos nos poupar o máximo possível pelo bem do bebezinho que está crescendo na nossa barriga. Se você estiver se sentindo exausta no meio do dia de trabalho, às vezes dá para escapar na hora do almoço, ir em casa para relaxar um pouco, ou se não é possível vale  até uma soneca rápida no carro para recuperar a energia (se a coisa apertar, até banheiro vale!).

• Escolha sapatos confortáveis e roupas que não apertem nos lugares errados: vista-se o mais confortável possível. E você pode fazer isso sem perder o estilo. Se você busca inspiração, confira meus posts de roupas para grávidas no menu "gravidez" lá você encontrará fotos com sugestões de peças básicas que toda grávida deve ter.

• Não pule refeições, alimente-se com frequência: não devemos comer fora de hora na gestação e não  também para viver de fazer lanchinhos rápidos e pouco nutritivos. A alimentação deve ser nutritiva e leve. Precisa se alimentar de 3 rm 3 horas para evitar os enjoos e aquela queimação no estômago; inclua alimentos ricos em fibra na sua dieta para combater o intestino preso.
• Beba bastante água: desde o início da gravidez minha médica tem me recomendado muita água, nesse finanlzinho ainda mais. Mantenha um copo cheio por perto e volte a encher sempre que ele estiver vazio (isso permitirá também que você faça mais pausas e vá ao banheiro; nunca fique segurando o xixi, já que nós grávidas somos mais suscetíveis a infecções urinárias).

• Fique de olho em movimentos repetitivos: grávidas têm mais chances de desenvolver síndrome do túnel do corpo, então faça o possível para limitar tarefas repetitivas que possam acabar provocando dor.

• Reduza o estresse: muita vezes é impossível eliminar o estresses do trabalho, por isso cabe a nós mesmas buscar formas de administrá-lo, seja através de exercícios de respiração, uma boa alongada no corpo ou simplesmente uma volta fora do escritório para arejar a cabeça.

• Não trabalhe além de suas capacidades: diga  "não" às horas extras, especialmente em ocupações que exigem mais do físico.

• Aceite ajuda: se os colegas querem dar uma colher de chá para você, aceite de bom grado e pense em como você é sortuda de ter tal apoio no trabalho; esse é um momento raro e especial da sua vida e não tem por que fingir que não tem nada de diferente acontencendo.


Bom Amigas, esse é meu recado. Pense que tudo vai se ajeitar e que não é hora para bancar a heroína. Deixe que as pessoas ao seu redor; marido, mãe, irmãs, tias, amigas, possam ter o privilégio de servir você. O resultado virá em beneficio para seu bebê!
Curta o momento! Pode não parecer, mas passa muito rápido os longos 9 meses.

Beijos de uma gestante há 4 dias de receber sua benção...

Mey